quinta-feira, 26 de junho de 2014

O QUE SAI DE DENTRO CONTAMINA?

(Mc 7:15 -23) Nada há, fora do homem, que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai dele isso é que contamina o homem.
Se alguém tem ouvidos para ouvir, ouça.Depois, quando deixou a multidão, e entrou em casa, os seus discípulos o interrogavam acerca desta parábola.E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar,
Porque não entra no seu coração, mas no ventre, e é lançado fora, ficando puras todas as comidas?E dizia: O que sai do homem isso contamina o homem.
Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios,Os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura.Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem.

Os líderes religiosos enviaram investigadores desde sua sede em Jerusalém para que observassem a Jesus. Não gostaram do que encontraram, porque Jesus os repreendeu por guardar a Lei para parecer Santos e não para honrar a Deus. O profeta Isaías acusou do mesmo aos líderes religiosos de seus dias (Isa 29:13). Jesus uso as palavras do Isaías para acusar a esses homens.
Hipocrisia é pretender ser algo que não se é, sem ter intenção de sê-lo. Jesus chamou os fariseus hipócritas porque adoravam a Deus não porque o amassem, mas sim porque lhes beneficiava, os fazia parecer Santos e fortalecia sua posição social na comunidade. Somos hipócritas se:
 (1) damos mais importância à reputação que ao caráter,
 (2) cumprimos com rigor certas práticas religiosas, mas deixamos que nossos corações se mantenham longe de Deus, e
 (3) destacamos nossas virtudes e os pecados de outros.

Os fariseus adicionaram centenas de suas regras e regulações insignificantes às santas leis de Deus, e tratavam de forçar às pessoas a que as obedecessem. Diziam que conheciam a vontade de Deus para cada detalhe da vida. Os líderes religiosos de hoje em dia também tratam de adicionar regras e regulamentos à Palavra de Deus, com o que provocam não pouca confusão entre os crentes. É idolatria pretender que nossa interpretação da Palavra de Deus é tão importante como a Palavra de Deus mesma. É sobre tudo perigoso fixar parâmetros não bíblicos para que outros os cumpram. Em lugar disso procuremos em Cristo a direção para nossa conduta e deixemos que O guie a outros nos detalhes de suas vidas.
FONTE:B.E.A.P


domingo, 22 de junho de 2014

QUE FAREI PARA HERDAR A VIDA ETERNA?

(Marcos 10:17-23)E, pondo-se a caminho, correu para ele um homem, o qual se ajoelhou diante dele, e lhe perguntou: Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?18 E Jesus lhe disse: Por que me chamas bom? Ninguém há bom senão um, que é Deus. 19 Tu sabes os mandamentos: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não dirás falso testemunho; não defraudarás alguém; honra a teu pai e a tua mãe.20 Ele, porém, respondendo, lhe disse: Mestre, tudo isso guardei desde a minha mocidade.21 E Jesus, olhando para ele, o amou e lhe disse: Falta-te uma coisa: vai, vende tudo quanto tens, e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, toma a cruz, e segue-me.22 Mas ele, pesaroso desta palavra, retirou-se triste; porque possuía muitas propriedades.
23 Então Jesus, olhando em redor, disse aos seus discípulos: Quão dificilmente entrarão no reino de Deus os que têm riquezas!

Este jovem rico mostrou grande honestidade. Perguntou que devia fazer agora para ser feliz para sempre. A maioria pede bens para tê-los neste mundo; qualquer bem (Salmo 4.6); este pede que deve fazer-se neste mundo para desfrutar do bem maior no outro. Cristo estimula esta pergunta assistindo sua fé e guiando sua prática.
Contudo, aqui há uma separação penosa entre Jesus e este jovem. Pergunta a Cristo que deve fazer além do que já fez para obter a vida eterna; e Cristo lhe pergunta se ele tem, como parece sem dúvida, essa fé firme na vida eterna, e se lhe dá elevado valor; está disposto a suportar uma cruz presente com a expectativa de uma coroa futura? O jovem lamentou não poder ser um seguidor de Cristo em condições mais fáceis; que não pudesse obter a vida eterna e reter também suas possessões mundanas. Foi embora triste. Veja Mateus 6.24: Não se pode servir a Deus e a Mamom. 
Cristo aproveita esta ocasião para falar a seus discípulos sobre a dificuldade da salvação dos que têm abundância neste mundo. Os que assim buscam ansiosamente a riqueza do mundo, nunca valorizarão em justiça a Cristo e sua graça. Além disso, fala da grandeza da salvação dos que têm pouco deste mundo e o deixam por Cristo. a prova maior da constância de um homem bom se produz quando o amor a Jesus lhe pede que renuncie ao amor aos amigos e aos familiares. Embora vencedores por Cristo, ainda devem esperar sofrer por Ele até chegarem ao céu. Aprendamos a contentar-nos em uma situação má e a estar alerta contra o amor às riquezas em uma situação boa. Oremos para sermos capazes de deixá-lo tudo se for necessário pelo serviço de Cristo, e para usar em seu serviço todo o que nos seja permitido reter.
Comentários Mattew Henry.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

FESTAS JUNINAS, FOLCLORE OU IDOLATRIA?

Em um país como o Brasil, onde a constituição diz que o estado é laico, mas que as marcas da religião católica estão estampadas em logradouros públicos, hospitais, escolas, câmaras legislativas, etc., todo cuidado é pouco, quando tratamos desse assunto, pois, podemos estar pensando ser apenas mais uma cultura popular, sem nenhum problema espiritual, e, estarmos incorrendo no pecado da idolatria. Estudemos, pois o assunto.
A palavra “folclore” é formada por dois termos da língua inglesa, quais sejam: Folk, que significa gente, e, lore, que significa sabedoria popular ou tradição. Portanto o termo folclore significa “o conjunto das tradições, conhecimento, saber vulgar”. A Enciclopédia Didática de Informação e pesquisa Educacional coloca as festas juninas dentro do folclore brasileiro dizendo o seguinte: “As festas tradicionais brasileiras, são na sua maioria católicas, como as festas de São Benedito, Santo Antônio, São João, São Pedro, Nossa Senhora do Rosário, Círio de Nazaré etc.” (grifo nosso). Pode-se assim notar, desde então, a força da tradição católica romana impregnada nessa festa pagã, disfarçada de folclórica.
Entendo ser também de igual importância definir o termo “festas juninas”. Há várias versões sobre a etimologia do nome. Alguém diz que é por causa do mês de Junho, outros dizem que é pelo nome de São João Batista, é que antigamente se chamava “Joanina”, vindo depois chamar-se “junina”. Outros ainda dizem que esse nome veio de uma deusa da mitologia romana, filha de Saturno e mulher de Júpiter, por nome “Juno”, e que sua festa era chamada de “junônias”, dando origem ao atual nome “juninas”.
As festas juninas já foram muito mais fortes em todo país. Nos últimos dias, as regiões Norte e Nordeste são aonde acontecem as maiores festas em homenagem aos três santos católicos: Santo Antônio, São João e São Pedro. As cidades de Caruaru no Pernambuco e Campina Grande na Paraíba disputam entre si, para mostrar ao Brasil e ao mundo quem realiza a maior festa de São João, chegando a ter trinta dias consecutivos de festejos. O que mais chama a nossa atenção é a maneira nada bíblica que usam para comemorar (segundo a tradição católica) o nascimento dos santos: Músicas mundanas, bebidas alcóolicas, danças sensuais, fogos de artifícios, balões coloridos, banhos coletivos pelas madrugadase fogueiras. Além do mais, sempre tem os casamentos matutos, ou caipiras (dependendo da região), onde o homem do campo é vilipendiado, como se todo camponês fosse sem dentes, ou com os dentes cariados, vestisse calças e camisas sempre remendadas, e tivesse no pé uma botina furada, levando assim, até as crianças hoje em dia, não terem nenhum incentivo, ou desejo de trabalharem na agricultura, pois, o homem do campo é visto como um cidadão de baixa categoria. Um cidadão que se veste mal, fala errado e não cuida do seu corpo.
Nesse meio totalmente carnal e idolátrico, acontece de tudo. Embriaguez, brigas, sendo que algumas delas chegam até haver morte, espancamentos, discussões acaloradas, rixas, perda de amizades, adultérios, fornicações, gravidez indesejada, traições, etc. Enfim, uma festa que não agrada aos olhos de Deus.
Poderá ser que alguém defenda as festas juninas, dizendo que não tem nada a ver. Que não passa de uma festinha de criança. O que não é verdade! A Igreja Católica Romana está por trás de tudo isso. Desde a estorinha contada de forma pueril para tentar conquistar a mente do infante, onde dizem que Izabel se comunicou com Maria, através de uma fogueira sobre o nascimento de João Batista, pois, segundo a estória, na época não havia meios de comunicação (uma mentira em forma de estória). Esquecem esses contadores de estórias, que Deus, sempre teve os seus meios para avisar os seus servos sobre qualquer acontecimento. Deus sempre teve anjos ao seu inteiro dispor. O mesmo anjo Gabriel, que anunciou para Maria, que ela daria a luz a um filho, também lhe contou que Isabel sua prima estava grávida, mesmo sendo de idade avançada (Lc 1. 36).
Outro ponto a ser acentuado aqui são as coisas sacrificadas aos ídolos. Sabemos que, se não todo, uma grande parte de tudo o que se vende nas festas juninas, principalmente os alimentos, são sacrificados aos ídolos, e uma parte do lucro é remetido a Igreja Católica. Vejamos o que diz a Bíblia a esse respeito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria”, “Mas que digo? Que o ídolo é alguma coisa? Ou que o sacrificado ao ídolo é alguma coisa? Antes digo que as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demônios, e não a Deus, E não quero que sejais participantes com os demônios. Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios: Não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demônios” (1Co 10. 14,19-21).
Poderá ser que alguém diga: “Não vejo nada de idolatria hoje em dia nas festas juninas”. Tudo bem! Se não vemos mais idolatria, vemos a mesa dos pecadores e a roda dos escarnecedores, e, a Bíblia nos diz: “Bem aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores” (Sl 1.1). Portanto, não há saída. Não há como sermos coniventes com tais festas, pois elas vão de encontro com tudo o que a Bíblia chama de fruto do Espírito, e, estão verdadeiramente afinadas com tudo aquilo que a Palavra chama de obras da carne (Gl 5. 17-23).
O conselho que deixamos para nossos amados irmãos é o mesmo que o apóstolo Paulo deixou para a Igreja dos santos que estavam em Roma: “E não conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, perfeita vontade de Deus” (Rm 12.2). Quantos servos de Deus, que já rejeitaram as obras infrutuosas das trevas no passado, hoje, estão dizendo que não faz mal e transigindo com o pecado. Cuidado, porque muitos serão surpreendidos na vinda do Senhor Jesus! A falta de temor a Deus tem levado muitos cristãos, que outrora defendia a fé cristã com todas as forças, estarem hoje com as mãos frouxas e cansadas, e os pés cambaleantes. Para os tais a Bíblia diz: “Portanto tornai a levantar as mãos cansadas, e os joelhos desconjuntados, e fazei veredas direitas para os vossos pés, para que o que manqueja se não desvie inteiramente, antes seja sarado” (He 12. 12,13).
Festa junina não é uma simples festa folclórica brasileira, ela é hoje, além de idolátrica e pagã, uma festa tão carnal quanto o Carnaval, ou outra festa mundana qualquer. Portanto amados irmãos, mantenham-se longe, e, procurarem manter vossos filhos também longe de tais festividades. Analisem tudo o que foi escrito e tirem suas conclusões, mas a meu ver, não é uma festa recomendável para a família cristã!


Pr. Daniel Nunes da Silva – Presidente da Igreja Assembleia de Deus em Campina Grande/PB e COMEAD-CGPB

JOVEM SEGUE CONSELHO DE MÃE E ENGRAVIDA PARA VIVER À CUSTA DO GOVERNO

Comentário de Julio Severo: O título deste artigo é do jornal O Globo e, evidentemente, está errado. Se o governo tivesse seus próprios recursos, independente dos escravos que pagam impostos exorbitantes, poderíamos dizer que vagabundos vivem à custa do governo. Mas o governo, para dar alguma coisa a alguém, tem de tirar dos outros. Assim, quando a mulher que não quer trabalhar, mas engravida dos homens com quem se relaciona de forma imoral e irresponsável, ganha algo governo, seja salários altos e apartamentos, quem está pagando toda a conta na verdade é o cidadão trabalhador, muitas vezes um pai de família com orçamento apertado para atender às legítimas necessidades de sua esposa e filhos, mas que é legalmente forçado a bancar a conta de um monte de vagabundos por meio de absurdos impostos: um dinheiro que deveria ser usado para sua família, mas que é usado para sustentar vagabundos e suas bolsas-esmolas. O título mais correto para este artigo seria: “Vagabunda segue conselho da mãe vagabunda e engravida para viver à custa do cidadão que trabalha e paga impostos.” No passado, uma mulher para se sustentar arrumava um marido. Hoje, com o Estado assistencialista, ela “casa” com o governo e se sustenta e vive confortavelmente à custa dos maridos das outras. Pobres mulheres casadas! Eles são obrigadas a fazer grandes sacrifícios financeiros para não ultrapassar o orçamento doméstico que depende do salário de um marido que tem de pagar impostos para sustentar as vagabundas casadas com o Estado!
Sinead, tem 'alergia' a trabalho / Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
Uma mulher desempregada que mora em Manchester (Inglaterra) e vive às custas do governo britânico admitiu ao "Daily Mail" ter incentivado à filha, de 19 anos, a engravidar para gozar dos benefícios estatais e ter uma vida "sem trabalho e estresse".

Sinead Clarkson, de 36 anos, tem dois filhos e nunca trabalhou. Nos últimos 20 anos, a britânica tem se mantido com a ajuda que recebe do governo por não ter trabalho e por causa das filhas: 1.200 libras (4.465 reais) mensais.

Sinead e Melissa - Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
O conselho foi seguido. Melissa, a filha de Sinead, ficou grávida seis meses atrás. Ao tabloide londrino, a futura avó contou ter ficado "maravilhada" com a notícia.
Além da pensão do governo, Melissa receberá um apartamento de dois quartos do governo.

Sinead e Amie / Foto: Reprodução/Facebook(Sinead Clakson)
"Eu disse à Melissa que usasse o sistema e engravidasse para ganhar mais benefícios, ter a própria casa e uma vida melhor. Eu não quero que ela trabalhe para ganhar migalhas", afirmou Sinead.

A filha mais nova de Sinead, Amie, de 12 anos, já demonstra interesse em seguir os passos da irmã mais velha e também engravidar para não ter que trabalhar.

(QUALQUER SEMELHANÇA COM O BRASIL É MERA COINCIDÊNCIA.jnascimento)
Fonte: O Globo
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 13 de junho de 2014

QUAL É A MAIOR NECESSIDADE DO MUNDO

Se a necessidade fosse econômica, Deus teria enviado um Ministro da Economia. Se fosse segurança, Deus teria enviado um Chefe de Polícia. Se fosse um emprego melhor, Deus teria enviado um Ministro do Trabalho. Se fosse a saúde, Deus teria enviado um médico. No entanto, por entender que nossa maior necessidade seria a de ter um relacionamento pessoal com Deus, Ele nos enviou um SALVADOR divino.

A maior necessidade do ser humano é conhecer a Deus e desfrutar Sua companhia por toda a eternidade! A Bíblia afirma que o homem está separado de seu Criador por causa do pecado. Todavia, com a finalidade de proporcionar uma solução para isso, Deus enviou a Jesus Cristo para perdoar esse pecado. Estimado amigo e leitor: se Deus coloca alguma inquietação a esse respeito em seu coração, lhe peço que leia esse folheto até o fim, com um coração disposto a ser moldado pelos ensinamentos da Bíblia.
Seguem 4 verdades extraídas da Bíblia que nos guiarão para o suprimento de nossa maior necessidade: a de iniciar uma relação pessoal com o Deus vivo e verdadeiro.

1. O “coração” do problema é o problema do coração

A separação entre a Humanidade e o seu Criador é tão real quanto a distância que há entre o Sol e o nosso planeta. O que nos distanciou? Foi o pecado! A Santa Bíblia nos diz, em Romanos 3.23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus”. Provavelmente, você se considera uma boa pessoa, porém, comparando-se com quem? A Palavra de Deus nos coloca diante da santa glória de Deus e é por essa razão que estamos perdidos, não podendo entrar na Sua presença, no Céu. “ Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque” (Eclesiastes 7.20).

2. Frente a frente com Deus no maior Juízo da história humana

Se você morresse hoje, teria que enfrentar o Juízo Final com plena consciência de sua culpa. Estaria frente a frente com seu Criador, o único Deus verdadeiro, Santo, Justo, que odeia o pecado e que não inocentará o culpado. A conseqüência? A eterna separação de Deus, perdido por toda a eternidade. “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9.27), “...o salário do pecado é a morte...”(Romanos 6.23). “Estes sofrerão penalidade de eterna destruição, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2 Tessalonicenses 1.9). “E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Apocalipse 20.15). A Santa Bíblia é muito clara quanto ao destino eterno de todas as pessoas: é o Céu ou o inferno. Não há outras coisas ou outros lugares, como o purgatório ou a reencarnação. A Bíblia desconhece essas doutrinas.

3. Uma boa notícia para você: Deus o ama e deseja perdoá-lo

O desejo de Deus é que ninguém pereça no inferno. O inferno foi feito para o Diabo e seus demônios que serão condenados ali. Eles querem que você os siga em seu destino de perdição e o odeiam porque Deus ama você.
Deus enviou Seu próprio Filho ao mundo, em forma humana, para morrer e pagar pelos nossos pecados e, assim, poder salvar ao culpado sem comprometer a Sua justiça. Em João 3.16, lemos: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Romanos 5.8 diz: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores”. Em 2 Pedro 3.9, somos lembrados que o Senhor “é longânimo..., não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento”.

4. Entrar no Céu é um presente – não é merecimento nem se obtém por boas obras

Jesus Cristo é o único Ser humano sem pecado – porque Ele mesmo é Deus – e venceu a morte (apesar das religiões que O mostram preso à cruz, impotente) e ressuscitou novamente. Ele hoje está vivo e pode salvá-lo se você O convidar para ser seu Redentor.
A Bíblia diz que a salvação é um dom (presente) de Deus: “não de obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:9). No Céu, ninguém poderá se orgulhar de ter chegado lá por seus próprios méritos, senão pela obra perfeita de Cristo. Agora, Deus aguarda a sua resposta para esta mensagem do maior amor. Se você, nesse instante, quiser receber o perdão pelos seus pecados, o dom gratuito da entrada no Céu, então faça uma oração aceitando a Cristo como o seu Deus e Salvador. Fale com Deus sinceramente, usando a oração seguinte como exemplo: “Senhor Deus! Reconheço que estou perdido em meu pecado, porém, agora creio em Cristo. Peço que perdoes os meus pecados. Salva-me agora. Amém!”

Texto do folheto Qual é a Maior Necessidade do Mundo?

sexta-feira, 6 de junho de 2014

FELICIDADE!!!!!

Todos anseiam ser felizes. Ser feliz é o desejo mais profundo do coração humano. Por isso, na passagem do ano desejamos um Feliz Ano Novo uns aos outros. Quando alguém casa, desejamos felicidades para o futuro do casal. Alguém que se forma nos estudos também recebe os votos de felicidades para sua vida profissional.

Existem muitas coisas que "trazem felicidade" e que podem ter as mais diferentes formas: para o cavaleiro a felicidade deste mundo está no lombo de um cavalo. Se alguém escapou ileso de um acidente, costumamos dizer que ele "teve a felicidade de não se ferir". Quantos buscam sua felicidade no jogo, na loteria ou no esporte? Outros tentam alcançar a felicidade por meios artificiais. Recentemente lemos em uma revista:
A ânsia pela felicidade e por emoções fortes leva milhões de jovens a estenderem suas mãos para a droga Ecstasy. Mas depois da euforia vem a ressaca – física e emocional... A ânsia por felicidade, por sentimentos intensos e o contato com outras pessoas leva muitos jovens a consumirem a droga regularmente...
A busca da felicidade e da alegria de viver mostra com extrema clareza que o ser humano de modo geral é infeliz. Até as pessoas que parecem ter alcançado tudo o que este mundo pode oferecer em brilho e glória, muitas vezes dão provas de sua infelicidade. O mundo da música e do cinema fala de felicidade, amor e alegria, mas a vida de muitos artistas prova que eles próprios são tudo menos felizes. Todos falam de felicidade, mas tão poucos são felizes.

Onde reside a causa da infelicidade?

Onde reside a causa da infelicidade?

Sem Deus, seu Criador, o homem não consegue ser realmente feliz. Enquanto tentar viver longe de Deus, enquanto se esconder de Deus e tentar viver sua vida como se Deus não existisse, ele não conseguirá ser feliz de verdade. Lemos em Judas 16a: "Esses homens são exploradores constantes, eternos insatisfeitos..." (A Bíblia Viva). A causa de toda infelicidade está no pecado! Lemos na Bíblia: "...o pecado traz vergonha e desonra para uma nação" (Pv 14.34b, A Bíblia Viva).
Quanta infelicidade se origina em um caráter desconfiado ou infiel. Quanto sofrimento vem do egoísmo, porque cada um quer viver só para si. Mas quantos são infelizes por serem negligenciados, preteridos, desconsiderados pelos outros. E quantas pessoas vivem infelizes porque carregam uma culpa tão grande, um fardo tão pesado que os faz sucumbir. Davi reconheceu certa vez no Salmo 38: "Pois já se elevam acima da minha cabeça as minhas iniqüidades; como fardos pesados, excedem as minhas forças. Sinto-me encurvado e sobremodo abatido, ando de luto o dia todo. Estou aflito e mui quebrantado; dou gemidos por efeito do desassossego do meu coração. Bate-me excitado o coração, faltam-me as forças" (vv. 4,6,8 e 10a).
Não viver em comunhão com Deus, não ter perdão, ter de conviver com constante sentimento de culpa significa ser infeliz. O ser humano procura preencher esse vácuo se atirando nas aventuras mais extravagantes. Tenta fazer carreira, planeja sua vida até nos mínimos detalhes e busca segurança de todas as formas. Mas em seu coração continua infeliz. O príncipe Talleyrand, cujo patrimônio foi avaliado em 30 milhões de francos, escreveu na véspera de sua morte:
Eis que 83 anos se passaram! Quanta preocupação! Quanta inimizade! Quantas complicações! E tudo sem outro resultado a não ser uma grande inquietação quanto ao passado e uma profunda sensação de desânimo e desespero em relação ao futuro.

O que o ser humano precisa para a verdadeira felicidade?

O que o ser humano precisa para a verdadeira felicidade?
Ele precisa de um relacionamento com Deus através de Jesus Cristo. Por essa razão o salmista diz: "Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo."(Sl 16.2) Chamar a Jesus Cristo de meu Senhor, nisso reside a felicidade permanente. Por isso o salmista continua confessando: "Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente" (v. 11).
O caminho para uma vida plena de felicidade e alegria se chama Jesus Cristo e consiste naquilo que Ele realizou na cruz por nós, que é o perdão dos pecados. Outra passagem da Bíblia diz: "Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniqüidade" (Sl 32.1-2a). Exatamente para isto Jesus veio a este mundo, morreu na cruz, foi sepultado e ressuscitou dos mortos, para nos colocar outra vez em comunhão com Deus pelo perdão dos pecados. Existe um hino que exprime isso de maneira muito acertada: "Vivo feliz pois sou de Jesus..."
Um hindu muito rico buscava a paz:
Ele se banhava no rio sagrado, fazia peregrinações estafantes – seu coração continuava sem paz. Até que um missionário lhe mostrou a cruz. Aí ele exultou: "Sorvi a mensagem como mel. Agora cheguei ao alvo de todo o meu anseio." (W. B. em "Spuren um Kreuz").
Viver em comunhão com Deus significa ser feliz. Jesus Cristo diz a todos os que crêem nEle:"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração" (Jo 14.27b). O que Jesus conquistou na cruz para nós vai muito além daquilo que o mundo poderia nos oferecer. Ele nos trouxe a paz de Deus, perdão dos pecados e vida eterna. Quem vem a Ele e nEle crê recebe uma paz de espírito que não se acaba quando chegam dias difíceis, e que nos dá segurança para o futuro, porque o próprio Senhor é o nosso futuro.
A felicidade que Jesus nos dá não é um constante "andar nas nuvens", uma contínua sensação de bem-estar, livre de todos os desconfortos, mas é a certeza de estarmos abrigados nEle. Seguindo a Jesus, um filho de Deus não é poupado de todos os sofrimentos. Mas a felicidade não consiste exatamente em sabermos que, no meio de todo sofrimento, no meio de toda angústia estamos ancorados em Jesus Cristo? Que nEle temos uma esperança viva e que o sofrimento jamais é o fim, e sim, a vida com Jesus; vê-lO um dia e estar com Ele por toda a eternidade?! A Bíblia diz: "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor de todas o livra" (Sl 34.19). Todo aquele que se tornou propriedade de Jesus não precisa sucumbir quando vem o sofrimento. Todo filho de Deus tem uma esperança viva que o sustém. E no final, todo verdadeiro cristão estará livre do todo sofrimento e verá ao Senhor Jesus assim como Ele é.
Por isso o Salmo 1.1 diz sobre a verdadeira felicidade: "Como é feliz o homem que não vai atrás da opinião das pessoas desligadas de Deus" (A Bíblia Viva). E o Salmo 34.9 nos anima: "Se você pertence ao Senhor, ame e obedeça a Ele; para quem faz isso nada falta" (A Bíblia Viva). (Norbert Lieth - http://www.apaz.com.br)