quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A EXCLUSIVIDADE DE JESUS CRISTO


 Os cristãos ortodoxos acreditam que Jesus é o Unigênito Filho de Deus em carne humana. Mas, os incrédulos, alguns dos  quais nem acreditam que Ele tenha existido,  não acham que Jesus tenha sido, realmente, um homem sábio ou, principalmente, um homem bom. Outros, como os muçulmanos, acham que Jesus foi um profeta entre outros profetas. O Hinduísmo retrata Jesus como um entre os muitos grandes gurus. Os cristãos liberais e muitos outros consideram Cristo como um homem bom e um grande exemplo moral.
            Em seu ensaio “Why I Am Not a Christian”  (Por que Eu Não Sou um Cristão), o agnóstico Bertrand Russell escreveu: “Historicamente, é muito duvidoso que Cristo tenha existido e nada sabemos sobre ele”. Quanto ao caráter de Cristo, ele disse: “Não consigo achar, quer seja na sabedoria ou na virtude, que Cristo esteja no mesmo patamar de outras pessoas conhecidas na história. Acho que devo colocar Buda e Sócrates acima dele, nestes aspectos.”  (Livro supracitado).

Divindade e Humanidade

            O Cristianismo é único entre as religiões mundiais e a verdadeira exclusividade de Cristo é o coração do Cristianismo. Esta verdade está embasada, principalmente, nos documentos do Novo Testamento, os quais têm comprovado ser autênticos em todos os sentidos. Os registros do Novo Testamento, principalmente os Evangelhos, são os mais confiáveis do mundo antigo. Nestes documentos, aprendemos que numerosos fatos relacionados a Cristo são absolutamente únicos.
            Jesus foi único no sentido de que somente Ele, entre todos os que viveram, foi tanto Deus como Homem. O Credo de Nicéia (325) declara a crença uniforme de todo o Cristianismo ortodoxo de que Jesus Cristo foi verdadeiramente  Deus e verdadeiramente Homem numa só Pessoa. Todas as heresias relativas a Cristo negam uma destas duas proposições. Esta afirmação simplesmente O torna único e O coloca acima de todos os outros líderes religiosos e pessoas que já existiram,  podendo ser comprovada com evidências factuais. Algumas dessas evidências são vistas em outros aspectos da exclusividade de Cristo.

A Natureza Sobrenatural de Cristo

Exclusivo nas Profecias Messiânicas - Jesus viveu uma existência repleta de milagres e sobrenaturalmente poderosa, desde a Sua concepção até a Sua ascensão. Séculos antes do Seu nascimento, Ele foi anunciado pela profecia sobrenatural.
            O Velho Testamento, o qual até mesmo o céptico mais acerbo reconhece ter existido antes de Cristo, prediz onde  (Daniel 9:26 e Miquéias 5:2) e como (Isaías 7:14) Jesus chegaria ao mundo.
            Ele nasceria de uma mulher (Gênesis 3:15); da linhagem de Sete, filho de Adão (Gênesis 4:26); através de Sem, filho de Noé (Gênesis 9:26-27) e de Abraão (Gênesis 12:3; 15:5); da tribo deJudá (Gênesis 49:10); seria Filho de Davi (2 Samuel 7:12-s). O Velho Testamento predisse ainda que Cristo iria morrer pelos nossos pecados (Salmo 22; Isaías 53; Daniel 9:26; Zacarias 12:10) e que Ele ressuscitaria dos mortos (Salmos 2:7; 16:10).
            Todas estas profecias sobrenaturais foram cumpridas exclusivamente em Jesus Cristo. Isto não aconteceu com nenhum outro líder religioso nem com outras pessoas que tenham existido, inclusive Maomé.

Exclusivo na Concepção - Cristo não apenas foi sobrenatural e antecipadamente anunciado; Ele foi também miraculosamente concebido. Quando anuncia Sua concepção virginal, Mateus 1:22-23 aponta a profecia de Isaías (Isaías 7:14); Lucas, um médico, registra esta miraculosa concepção da vida humana (Lucas 1:26-s); Paulo se refere à mesma em Gálatas 4:4. De todas as concepções humanas, a de Jesus permanece exclusiva e miraculosa.

Exclusivo na Vida - Desde o Seu primeiro milagre em Caná da Galiléia  (João 2:11), o ministério de Jesus foi marcado por Seus milagres (João 3:2; Atos 2:22. Não foram casos de moléstias ilusórias nem de casos explicáveis no campo natural. Foram curas exclusivas, sendo imediatas e sempre bem sucedidas, sem recaídas conhecidas e curas de doenças incuráveis, conforme a Medicina, tais como a do cego de nascença (João 9). Jesus ressuscitou da morte algumas pessoas, inclusive Lázaro, cujo corpo já se encontrava em estado de decomposição (João 11:39).
            Jesus transformou água em vinho (João 2:7-11); andou sobre as águas (Mateus 14:25); multiplicou os pães (João 6:11), expeliu demônios (Marcos 3:10); curou toda sorte de enfermidades (Mateus 9:35), inclusive a lepra (Marcos 1:40-42); e até mesmo levantou mortos para a vida, em várias ocasiões (Marcos 5:35-42; Lucas 7:11-15; João 11:43-44). Quando Lhe indagaram se era o Messias, Ele usou os Seus milagres como evidência, a fim de apoiar Sua afirmação: “... Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho”. (Mateus 11:4-5). Este derramamento de milagres fora profetizado séculos antes pelos profetas, como um sinal da vida do Messias (Isaías 35:5-6).  Tanto que Nicodemos disse: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele” (João 3:2).

Exclusivo na Morte - Os eventos que se referem à morte de Cristo foram miraculosos. Isto inclui as trevas entre o meio-dia e 3 horas da tarde (Marcos 15:33) e o terremoto que abriu os túmulos e rasgou o véu do Templo (Mateus 27:51-54). A maneira pela qual Ele sofreu a extenuante tortura da crucificação foi miraculosa. A atitude que Ele manteve em relação aos que Dele escarneciam, e aos que O executavam, foi miraculosa, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34).  A maneira pela qual Ele entregou Sua vida foi miraculosa, pois Ele havia dito: “Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai”. No momento de Sua partida, Ele não foi vencido pela morte, mas voluntariamente entregou o Seu espírito, quando disse: “Está consumado! (João 19:30).

Exclusivo na Ressurreição - O milagre que coroou a missão de Jesus na Terra foi o da Sua Ressurreição. Esta não apenas havia sido predita no Velho Testamento (Salmos 2 e 16), como pelo próprio Jesus, desde o início do Seu ministério. Ele disse: “Derribai este templo, e em três dias o levantarei”. (João 2:19-21) (Ver Mateus 12:40-42; 17:9). Jesus demonstrou a veracidade de Sua Ressurreição em doze aparições, durante mais de 40 dias, a mais de 500 pessoas.

Exclusivo na Ascensão - Exatamente como a Sua entrada neste mundo, Sua  partida também foi miraculosa, após ter comissionado os Seus discípulos (Atos 1:10). Ao contrário da visão de alguns, não se trata de uma parábola, mas de uma Ascensão literal ao céu, de onde Ele voltará, no mesmo corpo literal, a fim de reinar neste mundo (Atos 1:11; Apocalipse 1:7; 19:20). Os grandes credos cristãos enfatizam claramente a miraculosa Ascensão corporal de Cristo.

Exclusivo na Impecabilidade - Alguns dos inimigos de Jesus apresentaram falsas acusações contra Ele, mas nada puderam comprovar e o veredicto de Pilatos foi: “Não acho culpa alguma neste homem”(Lucas 23:4). Um dos soldados na cruz disse: “... este nenhum mal fez”. (Lucas 23:41).
            Sobre o que os mais íntimos de Jesus pensavam a respeito do Seu caráter, Hebreus diz: “... Em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hebreus 4:15). E em João 8:46, Jesus indaga: “Quem dentre vós me convence de pecado?” Mas ninguém foi capaz de achá-Lo culpado de coisa alguma. Desse modo, o impecável caráter de Cristo dá um duplo testemunho à veracidade de Sua afirmação. Sua impecabilidade foi exclusiva.

O Caráter de Jesus é Único - O caráter de Cristo foi único em todas as maneiras. Ele manifestou as maiores virtudes a um grau perfeito. Isto combina com a maneira  pela qual Ele Se opôs aos atributos contrários.

Exemplificando as Virtudes - Bertrand Russell, que achava ter encontrado brechas no caráter de Cristo, confessou: “Do que o mundo carece é de amor, de amor cristão e de compaixão”. Pois a crença que a maioria reconhece é a de que Cristo foi a perfeita manifestação da virtude do amor.
            Sua submissão voluntária ao ignominioso sofrimento e morte pela crucificação, enquanto mantinha amor e perdão aos que O matavam, é a prova desta virtude (Lucas 23:34, 43). Somente Ele viveu perfeitamente o que havia ensinado no Sermão do Monte (Mateus 5:7). Ele jamais Se voltava contra os  Seus inimigos mas, em vez disso, perdoava-os. Ele censurou os discípulos pelo mau uso da espada (Mateus 20:52) e curou, miraculosamente, a orelha amputada de um dos que foram prendê-lo, a fim de conduzi-Lo à morte (Lucas 22:50).
            Jesus foi o exemplo perfeito de paciência, bondade e compaixão. Ele Se compadeceu das multidões (Mateus 9:36), ao ponto de ter chorado sobre Jerusalém (Mateus 23:37). Mesmo tendo condenado (em termos claros) os fariseus (Mateus 23),  Ele não Se negou a receber um dos que demonstraram interesse (João 3).

Combinando Qualidades Aparentemente Opostas - Uma das exclusividades de Cristo é que Ele combinava qualidades pessoais que em ninguém mais poderiam ser encontradas. Ele foi  perfeito na humildade, ao ponto de lavar os pés dos Seus discípulos (João 15). Mas, ao mesmo tempo, afirmou Sua Divindade, conforme João 10:30: “Eu e o Pai somos um”. Em João 8:58, Ele diz: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”, confirmando Êxodo 3:14: “Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”. Sua afirmação: “... Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração”(Mateus 11:29) parece arrogante; contudo, Ele a confirmou entre as criancinhas (Mateus 18). Ele era tão severo ao ponto de virar as mesas dos cambistas, no pátio do Templo, empunhando um azorrague de cordas, a fim de expulsar os animais (João 2). Ele era conhecido pela virtude da bondade, mesmo sendo severo com os hipócritas, que desviavam os inocentes (Mateus 23).

Vida e Ensino - Conforme o  próprio Jesus declarou, a substância dos Seus ensinos estava no Velho Testamento (Mateus 15:17-18). Ele condenou as tradições inúteis, bem como as interpretações errôneas do Velho Testamento (Mateus 5:21-s; 15:3-5). Mesmo que a essência dos Seus ensinos não fosse nova, a maneira pela qual Ele ensinava era única. No Sermão do Monte, Ele empregou um novo método de ensino.
            As vívidas parábolas, tais como “O Bom Samaritano” (Lucas 10); “O Filho Pródigo” (Lucas 15) e “A Ovelha Perdida” (Lucas 15:4-f) são obras primas da comunicação. As parábolas permanecem no âmago do ensino de Jesus. Quando aplicava o estilo de vida das pessoas, a fim de ilustrar as verdades que Ele  queria transmitir, Jesus comunicava essas verdades, refutando o erro. Além disso, falando em parábolas,  Ele evitava “atirar pérolas  aos porcos”, ao mesmo tempo esclarecendo os que queriam aprender (os de casa). Mesmo que o uso de alegorias e parábolas não fosse uma exclusividade, a maneira pela qual Ele as empregava o era. Ele usou uma nova atitude, quando trouxe a arte de ensinar o eterno mistério em termos de experiências do dia-a-dia. As leis do ensino identificadas pelos pedagogos modernos (Shafer, Seven Laws) foram perfeitamente praticadas nos ensinos de Jesus. A maneira  pela qual Jesus ensinava era única. Os intelectuais judeus admitiam: “Nunca homem algum falou assim como este homem” (João 7:46). Quando Ele ensinava em parábolas, era rodeado pelas multidões (Mateus 13:34). Quando era um garoto, impressionou até mesmo os rabinos, no Templo (Lucas 2:47). Mais tarde, Ele confundiu os que tentavam apanhá-Lo numa armadilha (Mateus 22:46).

Cristo é Superior - Jesus Cristo foi exclusivo de todas as maneiras. Desde Sua completa divindade até Sua completa humanidade; desde Sua miraculosa concepção até Sua sobrenatural ressurreição; desde o Seu impecável caráter até o Seu incomparável ensino, Jesus permanece acima de todos os líderes religiosos e morais.

Cristo é Superior a Moisés - Como um perfeito judeu, Jesus não tinha argumentação contra Moisés, o profeta que entregou a lei judaica e libertou os israelitas da escravidão no Egito para a liberdade, numa nação  independente. Moisés e Jesus foram profetas do mesmo Deus e Jesus afirmou que não viera para abolir a lei (encontrada nos escritos de Moisés), mas para cumpri-la (Mateus 5:17). Jesus quis dizer que as palavras de Moisés são as palavras de Deus (Mateus 19:4-5; Lucas 24:25-27); contudo, em muitos aspectos, Ele foi superior a Moisés.

Cristo foi um profeta superior a Moisés - Em Deuteronômio 18:15-19, Moisés predisse que Deus levantaria um profeta judeu com uma mensagem especial e qualquer pessoa que não acreditasse nesse profeta seria julgado por Deus. Esta passagem tem sido interpretada como se referindo ao Messias. Gênesis 3:15 também é entendido  por muitos como se referindo a Jesus, como a semente da mulher, que esmagaria a cabeça da serpente.

A Revelação de Cristo é superior à de Moisés - “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (João 1:17). Conquanto Moisés tivesse estabelecido as estruturas morais e sociais para guiar a nação, a lei não podia salvar pessoa alguma da penalidade do pecado, que é a morte (Romanos 6:23). Conforme Paulo diz: “... Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:20), os pecados que a lei tornou conhecidos seriam “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24). A revelação de Cristo é construída sobre o fundamento de Moisés, no sentido de que Ele veio solucionar os problemas dos quais a lei nos tornou conscientes.

A posição de Cristo é Superior à de Moisés - Moisés foi o maior entre os profetas do Velho Testamento. Conforme diz a Epístola aos Hebreus: “... toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus. E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (Hebreus 3:5-6). Enquanto Moisés serviu a Deus, Cristo foi declarado Filho de Deus, com o direito de governar sobre os servos.

Os Milagres de Cristo São Superiores aos de Moisés - Moisés realizou grandes milagres, porém os milagres de Cristo foram superiores. Moisés levantou a serpente de bronze para curar os que foram mordidos pelas serpentes e olharam para ela, mas aqui ele apenas seguia instruções divinas. Ele jamais fez os cegos enxergarem nem os surdos ouvirem. Também nada existe no ministério de Moisés que possa se comparar à ressurreição de Lázaro e à de Cristo.

As afirmações de Cristo são superiores às de Moisés -  Moisés nunca afirmou que era Deus e nada fez, além de cumprir o seu ofício de profeta. Jesus afirmou ser Deus e predisse a Sua própria ressurreição para comprová-lo.

Cristo é Superior a Maomé - Maomé, o fundador do Islã, estava de acordo com Moisés e com Jesus ao dizer que existe um só Deus, o qual criou o universo e existe à parte do universo. Existe uma considerável concordância  a respeito dos eventos dos primeiros 16 capítulos de Gênesis, sobre o fato de Agar ter sido expulsa da casa de Abraão. Depois disso, a Bíblia focaliza Isaque, enquanto o Islã focaliza o que aconteceu a Ismael, seu antepassado. Os ensinos de Maomé podem ser resumidos em cinco doutrinas:
1. -  Alá é o único Deus.
2. - Alá enviou muitos profetas, inclusive Moisés e Jesus, porém Maomé, o último deles, é o maior.
3. - O Corão é o supremo livro religioso, tendo prioridade sobre a Lei, os Salmos e os Injil (Evangelhos) de Jesus.
4. - Existem muitos seres intermediários (anjos) entre Deus e nós, alguns deles sendo bons e outros maus.
5. - As obras de cada ser humano serão pesadas, a fim de se determinar quem irá para o céu ou para o inferno, na ressurreição.
            Os meios de salvação incluem: recitar várias vezes ao dia a Shahadah (“Não existe outro Deus além de Alá; e Maomé é o seu profeta”); orar cinco vezes ao dia; jejuar durante o mês [do Ramadã], dar esmolas e fazer pelo menos uma peregrinação a Meca.

Cristo ofereceu uma mensagem superior - Jesus fez afirmações superiores às de Maomé. Jesus afirmou ser Deus. Enquanto isso, Maomé disse que era apenas um homem e um profeta. Ora, se Jesus não é Deus, certamente Ele também não foi um profeta de Deus [mas um mentiroso, um megalomaníaco]. Contudo, Jesus ofereceu uma autenticação superior às Suas afirmações. Ele realizou muitos milagres, enquanto Maomé não realizou milagre algum. Maomé admitiu - no Corão - que Jesus realizou muitos milagres. Somente Jesus morreu e ressurgiu dos mortos.

Cristo oferece um melhor meio de salvação - Ao contrário do deus do Islã, o Deus da Bíblia chegou até nós, tendo enviado o Seu Filho à Terra, para morrer pelos nossos pecados. Maomé não ofereceu qualquer garantia de salvação eterna; ele apenas direcionou os seus seguidores a que trabalhassem, a fim de conseguirem o favor de Alá. Cristo nos proveu tudo que necessitamos para nossa chegada ao céu, através de Sua morte e ressurreição: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito”(1 Pedro 3:18).

Cristo ofereceu um superior modelo de vida - Maomé gastou os últimos dez anos de sua vida em guerras. Sendo um polígamo, ele excedeu até mesmo ao número de esposas por ele prescrito em sua religião (quatro). Ele violou sua própria lei, quando atacou as caravanas que se dirigiam a Meca, algumas delas em peregrinação. Ele se preocupou em retaliações e vingança, contrariando seu próprio ensino.

Jesus é superior aos gurus indianos - No Hinduísmo, o guru é um mestre.
As escrituras hinduístas não podem ser entendidas pela simples leitura. Elas devem ser  interpretadas e aprendidas de um guru. Esses homens “santos” são adorados, até mesmo depois de sua morte, como sendo supostas encarnações dos deuses.
            O que eles ensinam é que os humanos precisam de libertação, através de intermináveis ciclos da reencarnação (sansara), a qual é trazida pelo carma, ou seja, as obras de todas as palavras, as ações no presente  e de todas as vidas passadas. A libertação (moksha) é conseguida quando o indivíduo expande o seu ser e consciência até um nível infinito e descobre que sua atman (alma) é a mesma com Brama (o ser absoluto, do qual provém toda a multiplicidade). Em outras palavras, todo hindu precisa praticar a bondade pessoal. Esta realização pode ser alcançada através da Janna Yoga - a salvação pelo conhecimento dos escritos antigos e da meditação interior; da Bhakti Yoga, a salvação através da adoração a um entre os milhões de divindades; a Karma Yoga - a salvação pelas obras, como cerimônias, sacrifícios, jejuns e peregrinações, os quais devem ser feitos sem visar recompensa alguma. Cada um destes métodos, até certo ponto, inclui a Raja Yoga, uma técnica de meditação envolvendo o controle sobre o corpo, a respiração e os pensamentos. O Hinduísmo, conforme é realmente praticado, consiste amplamente de superstição, de lendas sobre os deuses, de práticas ocultistas e adoração aos demônios.

Cristo ensina uma visão superior do mundo - Jesus ensinou uma visão teísta do mundo. Mas, o Panteísmo, a realização da divindade, é o âmago do Hinduísmo.

O ensino de Cristo é moralmente superior - O Hinduísmo  ortodoxo insiste em que se deve deixar que as pessoas sofram, porque este é o seu destino determinado pela carma. Jesus disse que devemos “amar ao próximo como a nós mesmos” e na 1 João 3:17, lemos: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?”  Também muitos, senão a maioria dos gurus, usam sua privilegiada posição com o objetivo de explorar os seguidores financeira e sexualmente.  O Bagwan Sri Rajneesh acumulou dúzias de Rolls Royces à custa da ingenuidade dos seus seguidores. Já os Beatles se decepcionaram com o Maharish Mahesh Yogi, quando descobriram, em uma de suas festas,  que ele estava mais interessado no corpo das mulheres, do que em seus espíritos. Foi então que eles admitiram: “Cometemos um erro!” Até mesmo o respeitado guru Mahatma Gandhi costumava dormir com mulheres jovens, além de sua esposa.

Jesus oferece um superior caminho de iluminação - Enquanto os gurus são necessários para se entenderem os sagrados escritos hinduístas do Bhagava Gita, e dos Upanishads, não existe qualquer verdade esotérica ou oculta na Bíblia, além da compreensão normal, a qual precise ser explicada. A meditação cristã não exige esforço algum no sentido de esvaziar a mente, mas, em vez disso, ela provê a mente com a verdade dos princípios bíblicos (Salmo 1). A meditação interior equivale a descascar uma cebola;  vai-se retirando capa a capa e, quando se chega ao miolo, descobre-se que ali nada existe. A meditação cristã começa com substância e esclarece o significado, até chegar ao âmago da alma.

Cristo ensina um melhor caminho de salvação - O hindu se extravia no ciclo cármico da reencarnação, até chegar ao moksha, sendo obrigado a construir o caminho somente através desse labirinto. Jesus disse que seríamos salvos pela fé Nele (Efésios 2:8-9 e Tito 3:5-7) e que podemos saber que a salvação é garantida (Efésios 1:13-14 e 1 João 5:13).

Cristo é superior a Buda - Siddharta Gautama (ou Buda, que significa Iluminado) é inferior a Cristo. O Budismo começou como uma reforma dentro do Hinduísmo,  o qual havia se transformado num sistema de especulação e superstição. Para corrigir tal coisa, Gautama rejeitou os rituais e o ocultismo, desenvolvendo uma religião essencialmente ateísta (embora as formas posteriores do Budismo tenham retornado aos deuses hinduístas). Suas crenças básicas são resumidas nas Quatro Verdades Nobres:
1. - A vida é sofrimento.
2. - O sofrimento é causado pelo desejo de poder e prosperidade.
3. - O sofrimento pode ser eliminado pela eliminação dos desejos.
4. - O desejo pode ser eliminado pelo caminho dos Oito Passos.
O caminho óctuplo é tanto um sistema de educação como de preceitos morais do Budismo. Ele inclui: 1) conhecimento correto; 2) instruções corretas; 3) linguagem correta; 4) conduta correta (ou seja, não matar, não beber, não roubar, não mentir, não adulterar); 5) ocupação correta; 6) esforço correto; 7) mente correta (negação do ego); 8) meditação correta (Raja Yoga).
O objetivo de todos os budistas não é o céu, nem estar com Deus, visto como não existe um Deus no ensino de Gautama. Em vez disso, os budistas buscam o Nirvana, a eliminação de todo sofrimento, dos desejos e ilusão da existência individual. Conquanto um ramo liberal do Budismo (Mahayana Budhism) tenha desafiado Gautama como um salvador, o Theravada
Bhudism continua próximo dos ensinos de Gautama, dizendo que ele jamais afirmou sua divindade. Quanto a ser salvador, dizem que as últimas palavras de Buda foram: “Buda apenas apontou o caminho; opere você mesmo sua salvação com diligência”.  Como variante do Hinduísmo, o Budismo está sujeito a todas as críticas acima, o que demonstra que o ensino de Jesus é superior. Além disso...

Cristo preenche a vida com mais esperança -  O ensino de Jesus é superior ao de Buda, pois Jesus ensinou esperança nesta vida, enquanto o Budismo só enxerga sofrimento, dizendo que a existência individual precisa ser erradicada. Jesus  ensinou que a vida é um dom de Deus, o qual deve ser usado (João 10:10); que o indivíduo deve ser respeitado (Mateus 5:22) e ainda ofereceu esperança para a vida futura (João 14:1-6).

Cristo oferece um melhor caminho de salvação - O Budismo ensina a reencarnação como meio de salvação. Contudo, nesta forma, o ego (ou individualidade da alma) será erradicado no final da vida. Nesse caso, mesmo vivendo nela, você não é você como indivíduo, mas alguém, cuja esperança é o Nirvana. Jesus trouxe esperança a todo homem e mulher, como indivíduo. (João 14:3) e disse ao ladrão da cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43).

Jesus é um Cristo melhor - Jesus afirmou e comprovou que era Deus em carne humana. Enquanto isso, Buda foi apenas um homem, o qual morreu e jamais ressuscitou. Jesus ressurgiu dos mortos, levantando-Se do túmulo que aprisionava o Seu corpo. Gautama apenas quis trazer “iluminação” aos outros, a fim de que pudessem chegar ao Nirvana, onde toda existência individual é anulada.

Jesus é superior a Sócrates -  Embora Sócrates jamais tenha fundado uma religião, ele conseguiu atrair muitos seguidores. Sócrates jamais escreveu coisa alguma, mas Platão, seu discípulo, escreveu muito sobre ele, embora tais idéias sejam apenas de Platão, apresentadas como pensamento de Sócrates. Platão apresenta Sócrates como um homem convencido de que Deus o havia nomeado para a tarefa de promover a verdade e a bondade. O vício, em sua opinião, era apenas ignorância, enquanto o conhecimento conduzia à virtude. Ele merece o crédito de ter sido a primeira pessoa a reconhecer a necessidade de uma proposta sistemática para descobrir a verdade, embora o próprio sistema fosse, finalmente, formulado por Aristóteles, discípulo de Platão.
            Como Cristo, Sócrates foi condenado à morte com base em falsas acusações das autoridades, que se sentiram ameaçadas com os seus ensinos. Ele poderia ter sido perdoado, se não tivesse insistido em levar os seus acusadores e juízes a examinarem suas declarações e vidas, o que eles não queriam fazer. Sócrates estava contente ao morrer, sabendo que havia cumprido sua missão até o final e que a morte, quer fosse um sono sem sonhos ou a maravilhosa companhia de um grande homem, seria uma coisa boa...

Cristo tem uma base superior para a verdade - Como Sócrates, Cristo costumava usar perguntas para levar os ouvintes a se examinarem; porém, Sua base para conhecer a verdade sobre os seres humanos e Deus estava no fato de que Ele mesmo era o  Deus Onisciente.  Ele disse, conforme João 14:6: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.”  Ele era, em Seu próprio Ser, a fonte da qual fluía toda a verdade. Do mesmo modo, como Deus, Ele era a bondade absoluta, pela qual todas as outras bondades são medidas. Certa vez, Ele mandou que um jovem examinasse suas palavras, ao dizer: “Por que me chamas bom?” Jesus era a própria verdade e a bondade, virtudes que Sócrates desejava entender.

Cristo oferece um conhecimento mais correto - Conquanto Sócrates tenha ensinado alguns princípios verdadeiros, muitas vezes ele foi levado a especular sobre itens importantes, tais como o que acontece depois da morte. Jesus deu respostas exatas a tais perguntas, porque Ele tinha o exato conhecimento sobre o destino humano (Ver João 5:19-29; 11:25-26). Onde a razão (Sócrates) tinha suficiente evidência para chegar a uma conclusão definitiva, a revelação (Cristo) dá as respostas que jamais poderiam ser antecipadas.

A morte de Cristo foi mais nobre - Sócrates morreu por uma causa e o fez com coragem,  o que, certamente, merece louvor. Contudo, Jesus morreu como substituto pelos outros (Marcos 10:45), a fim de pagar a penalidade por eles merecida. Ele não morreu apenas pelos Seus amigos, mas também pelos que eram e continuam sendo Seus inimigos. (Romanos 5:6-7). Esta demonstração de amor jamais foi igualada por qualquer filósofo ou filantropo.

A prova de Cristo de Sua mensagem é superior - Provas racionais são boas, quando existe sã evidência para suas conclusões. Sócrates não pôde comprovar sua afirmação de ter sido enviado por Deus com algo que se compare aos milagres de Cristo e à Sua ressurreição. Os profetas e profetisas pagãos, tal como o Oráculo de Delfi, não se comparam com a exata predição e os milagres bíblicos. Nestes atos, existe uma prova superior de que a mensagem de Jesus foi realmente autenticada por Deus.

Cristo é superior a Lao Tse  (Taoísmo) - O Taoísmo moderno é uma religião de bruxaria, superstição e politeísmo, embora fosse, originalmente, um sistema de filosofia, conforme tem sido apresentado, hoje em dia, à cultura ocidental. Lao Tse construiu este sistema sobre um princípio que explicava tudo no universo e a tudo conduzia. Este princípio é chamado Tao e não existe uma maneira simples de explicá-lo. O mundo está repleto de opostos conflitantes: bem e mal; macho e fêmea; luz e trevas; sim e não. Todas as oposições são manifestações do conflito ente o Yin e o Yang. Mas, na realidade final, Yin e Yang são completamente interligadas e perfeitamente equilibradas. Este equilíbrio é o mistério chamado Tao. Entender o Tao é verificar que todos os opostos são um e que a verdade jaz na contradição, não na resolução.
            O Taoísmo supera isto, no sentido de apressar que se viva em harmonia com o Tao. Alguém deveria entrar  numa vida de completa passividade e reflexão sobre questões como: “Qual o som de uma mão batendo palmas?” ou “Se uma árvore cai na floresta  e alguém ali não se encontra para escutar, ela produz algum som?” ; “A pessoa deve estar em paz com a natureza, a fim de evitar todas as formas de violência e de mal”. Este sistema filosófico muito se assemelha ao Zen-Budismo.

Cristo traz superior liberdade - Jesus permite que os seres humanos usem a razão. De fato, Ele ordena: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento”(Mateus 22:37). O apóstolo Pedro completa: “Antes, santificai ao SENHOR Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15). O Taoísmo não faz isto, pelo menos em nível elevado. Ele se engaja na afirmação de que “a razão não se aplica à realidade”.

            Esta declaração é por si mesma derrotista, uma racional declaração sobre a realidade.  Ela é ou verdadeira ou falsa, sobre a maneira como as coisas realmente são, e não contraditória, mesmo afirmando que, no final, a verdade jaz em contradição. Jesus ordenou: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mateus 22:37). Este é o grande e maior mandamento. Em Isaías 1:18, o Senhor nos convida: “Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”. E Pedro nos exorta a dar uma explicação sobre a nossa fé: “Antes, santificai ao SENHOR Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.”
                Jesus encorajou o uso da nossa liberdade de escolha, nunca obrigando os que não queriam segui-Lo. O Taoísmo exige que cada seguidor renuncie à própria vontade, desistindo do poder de mudar as coisas, enquanto Jesus ensina que a escolha faz a diferença. Cada pessoa pode escolher entre crer ou não (João 3:18); obedecer ou desobedecer (João 15:14); mudar  o mundo ou ser por ele mudado (Mateus 5:13-16).
Jesus permite a cada pessoa a liberdade de ser salva. O Taoísmo oferece apenas um caminho, que é o de resignar-se à maneira como as coisas são. Cristo oferece um meio de mudança, tanto de quem somos como o que somos, de modo que possamos conhecer as alegrias da vida.  Em vez de aceitarmos a morte como um fim inevitável, Cristo provê um modo de conquistá-la através da ressurreição. Lao não pôde fazer tal afirmação.

Conclusão - Cristo é absolutamente Único entre todos os que já viveram.  Ele é Único em Sua natureza sobrenatural; em Seu caráter superior e em Sua vida e ensino.  Nenhum outro mestre mundial afirmou ser Deus. Mesmo quando os seguidores de algum profeta divinizavam o seu mestre, não existe prova alguma para autenticar tal afirmação que possa se comparar ao cumprimento da profecia, à vida impecável e à miraculosa ressurreição de Cristo. Nenhum outro mestre ofereceu a salvação pela fé, independente das obras, no sentido de redimir a culpa pelo pecado humano. Nenhum outro líder religioso, ou filósofo, demonstrou amor pelas pessoas como Jesus Cristo fez, morrendo pelos pecados do mundo (João 15:13; Romanos 5:6-7). Jesus Cristo é absolutamente Inigualável entre todos os seres humanos que já existiram.

Notas de rodapé
J. N. D. Anderson, The World?s Religions
H. Bushnell,
 The Supernaturalness of Christ
N. L. Geisler,
 The Battle for the Resurrection and R. Brooks, When Skeptics Ask
M. J. Harris,
 From Grave to Glory
C. S. Lewis,
 Mere Christianity
B. Russell,
 Why I Am Not a Christian
C. Shafer, The Seven Laws of Teaching

Tradução de Mary Schultze, em 15 e 16/06/2009

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O NATAL NOS DIAS EM QUE VIVEMOS

“Ela dará à luz um filho e lhe porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos pecados deles” (Mateus 1:21). “E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.”(João 1:14) ,(1 João 1:1-4) 

1º. De acordo com o relato acima do Evangelho de Mateus, o nome de Jesus Cristo foi dado pelo anjo Gabriel quando anunciou seu nascimento a José, desposado com a virgem Maria.
 2º. Gabriel não somente disse que Maria estava grávida pelo Espírito Santo de Deus como orientou José a chamar o filho de “Jesus”. 
3º. A razão para este nome, cuja raiz em hebraico significa “salvar,” é que aquele menino, filho de Maria e Filho de Deus, haveria de salvar o seu povo dos seus pecados, conforme anunciou o anjo.
 4º. Não precisamos ir mais longe do que isso para entender o significado do Natal.
 5º. Está tudo no nome do Menino. No nome dele, Jesus, temos a razão para seu nascimento, a sua identidade e a missão de sua vida. Em outras palavras, aquilo que o Natal realmente representa.
 6º. A razão do seu nascimento é simplesmente esta, que somos pecadores, estamos perdidos, não podemos resolver este problema por nós mesmos e precisamos desesperadamente de um Salvador, alguém que nos livre das conseqüências passadas, presentes e futuras dos nossos erros. 
7º. Deus atendeu nossa necessidade escolhendo um homem como nós para ser nosso representante e Salvador, alguém que partilhasse da nossa humanidade e fosse um de nós. 
8º. Esse homem nasceu há dois mil anos naquela manjedoura da cidade de Belém, num pais remoto, lá no Antigo Oriente. E ganhou o nome de Jesus por este motivo. 
9º. Sua missão era assumir nosso lugar como nosso representante diante de Deus e sofrer todas as conseqüências de nossos pecados, erros, iniqüidade, desvios e desobediências. Em vez de castigar-nos com a morte eterna, como merecemos, Deus faria com que ele a experimentasse em nosso lugar, que ele experimentasse toda dor e sofrimento conseqüentes dos nossos pecados. Essa missão foi revelada logo ao nascer pelo anjo Gabriel ao recitar seu nome a José: Jesus. 
10º. Para nos salvar de nossos pecados, ele teria de sofrer e morrer, ser sepultado, ficar sob o domínio da morte e desta forma pagar inteiramente nossa dívida para com Deus. 
11º. Somente assim poderíamos ser salvos das conseqüências eternas de nossa desobediência. 
12º. Mas, para que os benefícios de seu sofrimento e de sua morte pudessem ser transferidos a outros seres humanos, ele não poderia ter pecado ou culpa, pois, senão, ao morrer, estaria simplesmente recebendo o salário do seu próprio pecado. 
13º. Mas, se ele fosse inocente, sem pecado e perfeito, sua morte teria valor para os pecadores. Por este motivo, ele foi gerado pelo Espírito Santo no ventre de Maria, ainda virgem, Filho de Deus, sem pecado. O Salvador tinha que ser Deus e homem ao mesmo tempo.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A ÁGUA DA VIDA




        Como criação especial de Deus, vivemos em corpos físicos, num universo material, o qual vai deixar de existir: “Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas (2 Coríntios 4:18). Deus quer nos revelar o mundo eterno, o mundo não visto pelos olhos  físicos. Conquanto ainda ligados à terra, devemos buscar “as coisas que são de cima, onde Cristo está assentado à destra de Deus. [E pensar] nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra” (Col. 3:1-2).
         Mas como Deus pode trazer a verdade espiritual à nossa mente carnal de habitantes da terra, nós que, por causa do pecado, dEle estamos separados e nada conhecemos nem desejamos a não ser o mundo material? Ele deve, com termos físicos que nos são familiares, trazer-nos o claro entendimento de um ardente anseio pela verdade e realidade espiritual. Ele se comunica através de palavras, muitas vezes em linguagem figurada.
        O reino físico tem sido consistentemente usado por Deus, exatamente desde o princípio (tendo começado com a árvore no Jardim do Éden), para nos conduzir à verdade espiritual. Paulo nos mostra como interpretar as lições objetivas de Deus:
        “Não atarás a boca ao boi que trilha o grão. Porventura tem Deus cuidado dos bois? Ou não o diz certamente por nós? Certamente que por nós está escrito... Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as carnais? Assim ordenou também o Senhor aos que anunciam o evangelho, que vivam do evangelho”.  (1 Coríntios 9:9, 10, 11,14).
         Em Suas parábolas Jesus falou de árvores e frutos, de vinhas e uvas, de pastores e ovelhas, de semeadores e sementes,  de pão, do vento e do tempo, de nascimento e de morte, de fogo e de tormenta, etc. Mas não existe uma descrição mais forte em toda a Escritura do que a da água e da sede. Sem água não existe vida. A necessidade de água para manter a vida é assinalada pela sede, a qual pode ser tormentosa, e até mesmo fatal, quando não satisfeita.
         Ao contrário do que parecia, a mulher samaritana (por que teria Ele mudado o Seu caminho a fim de encontrá-la?), a qual Cristo, pelo Seu próprio desígnio encontrou no poço, obviamente estava muito sedenta por um desfecho que não conseguia encontrar. Como a maior parte da humanidade, ela não compreendia que a sua sede era espiritual e nada que fosse físico poderia aplacá-la. Contudo, nosso Senhor conhecia o seu coração.
        Ele lhe falou a respeito da água e da sede:
        “Qualquer que beber desta água tornará a ter sede; mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede, porque a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que salte para a vida eterna” (João 4:13-14).
Havia uma autoridade naquele estrangeiro, que a levou a acreditar no que Ele dizia. Ela pensava que Ele estava se referindo a uma água especial que iria mitigar definitivamente a sua sede, por isso falou: “SENHOR, dá-me dessa água, para que não mais tenha sede, e não venha aqui tirá-la” (verso 15). Na verdade, Ele iria expor sua vida de decepções e lamentações, quando lhe disse: “Vai, chama o teu marido, e vem cá” (verso 16). A resposta foi: “Não tenho marido” (verso 17). O que Cristo lhe disse em seguida deve ter-lhe chocado e cortado o coração: “Disseste bem: Não tenho marido; porque tiveste cinco maridos, e o que agora tens não é teu marido; isto disseste com verdade” (versos 17 e 18). Ela titubeou e disse: “Senhor, vejo que és profeta” (verso 19). Como é que Ele sabia dos detalhes íntimos de sua vida?
         A conversa a seguir expõe a sua sede espiritual. Cristo lhe revelou que era o Messias por ela esperado. Aquela revelação conquistou-lhe o coração. Ela acreditou nEle e depressa correu até a cidade para contar as boas novas de que o Messias estava, naquele momento, no poço de Jacó. Em sua pressa de dar testemunho do ÚNICO que a ela havia se revelado, aplacando-lhe a sede espiritual, “deixou a mulher o seu cântaro” (verso 28), com o conteúdo que não satisfazia.
        Quando a Bíblia diz que em nosso estado natural herdado de Adão estamos “mortos em ofensas e pecados(Efésios 2:1), sabemos, instintivamente, que essa referência não diz respeito à morte física. Recebemos a vida física ao nascer neste mundo, porém, tragicamente, nascemos mortos pela herança de Adão. Adultos responsáveis precisam nascer de novo na família de Deus, antes que chegue a morte física. Esse novo nascimento é obra do Espírito Santo através do Evangelho. Quando isso não acontece, esses adultos continuam espiritualmente mortos, no tormento da eterna separação de Deus.
        Cristo oferece um lampejo dessa insuportável sede espiritual gerada pela separação de Deus,  em linguagem física (na história do rico que foi para o inverno). Diz o homem rico: “estou atormentado nesta chama” (Lucas 16:24). O tormento dessa eterna separação foi sofrido de modo total, em lugar de todos nós, quando Cristo, na cruz, suportou as agonias do inferno. Ele gritou: “Tenho sede!” (João 19:28) ... “Deus meu, Deus meu, porque me desamparaste!” (Mateus 27:46). O tormento espiritual de um homem condenado é de fato mais crucial do que poderia ser a dor física.
         A maioria dos habitantes da terra não compreende  que os homens são seres não físicos, mortos para Deus ao nascer, embora temporariamente ocupando corpos físicos. Desesperadamente sedentos de vida espiritual, a qual poderá ser recebida de Deus e em Seus termos, os homens buscam, sem sucesso algum, satisfazer a sua sede espiritual através de riquezas e prazeres terrenos.
         Depois que Paulo se converteu e colocou a sua fé em Cristo, ele se regozijava apenas naquilo que um cristão pode conhecer: “... mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia” (2 Coríntios 4:16). O homem interior vive pelo alimento espiritual que a Palavra de Deus lhe oferece.
        A maioria das pessoas não entende que a sua morte física não será o fim da existência da alma e do espírito que têm habitado o seu corpo físico. A morte encerra toda oportunidade de nos rendermos voluntariamente a Deus, pois  “... aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27).
         A paixão materialista por popularidade, prazer, riqueza e poder tem sido o objertivo do Ocidente, desde os escritórios da Wall Street, passando pelas academias, até os atletas. O mundo propagandista de Holywood manipula essa paixão, usando uma avassaladora atração dirigida à juventude, no sentido de tornar a geração visada cada vez mais filiada a Satanás do que a geração anterior.
         Mais e mais a Palavra de Deus tem comprovado ser verdadeira:
“Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre” (1 João 2:15-17).
Satanás engana bilhões de almas com as falsas religiões que parecem oferecer um livramento das paixões carnais, mas que, na verdade, conduzem ao inferno. Os muçulmanos dão as costas ao materialismo ocidental e querem morrer na jihad (guerra santa), com exceção de quem vem para o Ocidente, conquanto tentando permanecer fiel ao Islamismo, e com exceção, é claro, dos governantes déspotas ricos e auto-indulgentes dos países muçulmanos, os quais jamais oferecem seus filhos para serem mortos na jihad. E o que os homens-bomba suicidas esperam como recompensa do seu sacrifício? Um “paraíso” repleto de tudo que eles condenam no Ocidente: sexo ilimitado, abundância de todos os deleites que os apetites carnais possam oferecer, rios de vinho (proibido aos muçulmanos nesta vida) e a capacidade super-humana de mergulhar na “concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida”.
Outros milhões têm sido capturados na ilusão do misticismo oriental do Hinduísmo, o qual parece rejeitar as paixões mundanas, porém se apóia exatamente no principal orgulho egoísta que capturou o coração de Eva - o desejo de se tornarem deuses. Gurus do Oriente têm se tornado ricos, vendendo a divinização através da auto-realização a milhões no Ocidente, com uma religião disfarçada de Ioga e Meditação Transcendental  - um tipo de engodo que agora está assolando até mesmo as igrejas [emergentes]. Contudo, como já documentamos em nosso livro “Yoga and the Body of Christ”  (Ioga e o Corpo de Cristo), esses gurus têm sido vítimas de sua própria “concupiscência da carne, ... dos olhos e da soberba da vida”, da qual têm prometido livramento aos seus seguidores.
Esses “homens-deuses” comprovam a veracidade da Escritura: “Prometendo-lhes liberdade, sendo eles mesmos servos da corrupção. Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo”  : (2 Pedro 2:19).
Esses agentes de Satanás prometem o cumprimento da paixão herdada de Eva, de alguém tornar-se o seu próprio deus e satisfazer todo o seu desejo carnal. O Movimento Nova Era, prometendo a própria divinização do poder da mente no sentido de se conseguir alcançar qualquer ambição carnal, prossegue do ponto  onde terminou a revolução hippie, tendo recondicionado o misticismo oriental como “potencial humano”, conseguindo agrilhoar muitos milhões de almas com a “soberba da vida”. Ele desencadeou um breve tumulto de interesse na dimensão “espiritual” e logo deixou almas pulverizadas e fechadas para Deus. O seu mantra permanece: “Sou espiritual, mas não religioso!”. Isso quer dizer: “Não imponha suas regras religiosas sobre mim!”.
O movimento mais recente é o dos “Novos Ateus” liderado pelo famoso evolucionista Richard Dawkins e seu pupilo Sam Harris. Eles afirmam que crer em Deus não é somente uma grande ilusão, mas um mal, do qual o mundo precisa ser libertado, estando determinados a fazer isso. Seus livros lideram a lista de bestsellers do New York Times. Eles ridicularizam os que acreditam em Deus, usando argumentos como os seguintes, de Sam Harris:
Sem dúvida, as pessoas de fé garantam entre si que Deus não é responsável pelo sofrimento humano. Mas como podemos entender de outro modo e afirmar que Deus é tanto Onisciente como Onipotente...? Se Deus existe, ou Ele não pode fazer coisa alguma para deter as grandes calamidades, ou então não se importa com elas. Portanto, Deus é impotente ou é mau. Leitores piedosos executam agora a seguinte pirueta: Deus não pode ser julgado meramente pelos padrões humanos de moralidade. Mas, sem dúvida, os padrões humanos de moralidade são exatamente os que os fiéis usam para estabelecer a bondade de Deus em primeiro lugar... Se Ele existe, esse Deus de Abraão é não somente indigno da imensidão da criação, como é também indigno do homem. Existe outra possibilidade, é claro, de que esse Deus bíblico seja uma mera ficção” (Excerto do Manifesto Ateísta - www.truthdig.com).
Pelo visto, aparentemente Deus é responsável pela recusa de cada filho Seu de comer sua refeição ou de negligenciar o trabalho de casa, e por toda briga de namorados ou ação egoísta. Deveria Ele fazer todo mundo agir como santos perfeitos? Se Ele tivesse criado uma humanidade de robôs programados para fazer tudo que Ele ordenasse, então poderia ser censurado por não deter o mal, o sofrimento e a morte - mas também não haveria amor algum. Todo mundo sabe que tem o poder da escolha (livre arbítrio), o qual é usado continuamente, até mesmo a ponto de levantar o punho contra Deus, amaldiçoá-Lo e viver em completa rebelião contra as Suas leis escritas em cada consciência, sem desculpa alguma.
Mas como poderia o poder de escolha, que nos torna possível nos amarmos uns aos outros, ser responsabilizado pelo sofrimento de tantas crianças inocentes, pela doença, inanição e abuso? E os “desastres naturais”, como tornados, furacões, terremotos, tsunamis, serpentes venenosas, animais predadores, devorando-se uns aos outros e devorando os homens, etc.? Será que estes podem ser atribuídos à rejeição humana de Deus? A Bíblia deixa claro que todo o universo foi afetado pelo pecado de Adão e aderiu a Satanás em sua rebelião contra Deus: “Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora (Romanos 8:22). A libertação disso vai acontecer em parte durante o Reinado Milenar de Cristo na Terra (Isaías 11:7; 65:25) e totalmente, com os novos céus e a nova terra: “E VI um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe... E ali nunca mais haverá maldição contra alguém; e nela estará o trono de Deus e do Cordeiro, e os seus servos o servirão”.  (Apocalipse 21:1 e 22:3).
         Mas como poderia um Deus amoroso ser tão vingativo a ponto de mandar atormentar nas chamas eternas do Lago de Fogo os que rejeitaram Cristo? Não foi essa a escolha de Deus para a humanidade. Ele tanto nos ama que fez desse amor o ingrediente essencial de nossa própria existência. Então, estar na totalidade do Seu amor seria o êxtase; estar finalmente separado dEle, sem possibilidade alguma de recuperação seria uma tortura. Esta é a razão pela qual o inferno será tão tormentoso, do mesmo modo como o céu será tão deleitoso em prazer e alegria. A melhor maneira de descrever a realidade espiritual em termos compreensíveis é usando a água e a sede. A água tem um gosto tão bom por ser essencial à nossa vida. a sede machuca tanto pela mesma razão. Deus não nos criou para vivermos sedentos, mas para bebermos do Seu amor. Não é mais razoável culpar Deus pelas nossas tolices, fracassos e tristezas do que dizer: “O Diabo me levou a fazer isso”  [como os pentecostais].
         Uma escola de peixes está nadando alegremente em um lago. Um dos alunos vê um homem sentado numa cadeira, com uma vara de pescar na mão, fumando um cigarro. “Esse ali é que sabe viver realmente”, exclama o peixe. Movido pela inveja, ele pula para o chão. Exausto, tentando desesperadamente apanhar a vara de pesca e sentar na cadeira, o “peixe fora d’água” dá o seu último suspiro.
         Richard Dawkins e Sam Harris estão em marcha, liderando um grupo de ateus, numa excursão de “vandalismo contra Deus”. Referindo-se ao caso do peixe debatendo-se na sujeira e na lama, com as guelras abrindo e fechando em desespero, Dawkins declara em triunfo: “Que espécie de ‘deus’  iria criar um peixe para sofrer daquele modo?”
         Os ateus continuam discutindo com grande entusiasmo como a evolução, a seleção natural e sobrevivência do mais apto (teoria ineficaz e cruel ao extremo) têm produzido maravilhosas criaturas como eles mesmos, com tal sabedoria, a ponto de analisarem as forças cósmicas que os produziram e condenar um Deus que afirmam não existir [Esses homens são uma réplica perfeita do orgulhoso Lúcifer, querendo desafiar Deus].
         Deus não fez o peixe sofrer “daquele modo”. Ele o criou para nadar no lago, o seu habitat dado por Deus. Mas o peixe não se contentou com aquilo para o que Deus o havia criado e tentou fazer a sua própria vontade. Nada pode ser mais razoável do que o fato de que o Criador está a cargo do Seu universo - só que o homem se rebelou!
         Exatamente como Deus criou o peixe para nadar na água, Ele criou o homem para nadar eternamente no oceano do Seu amor! Ele tanto nos fez assim que o nosso maior prazer - aliás, toda a nossa vida - seria estar recebendo o Seu amor e retribuindo-Lhe esse amor. Contudo, rejeitamos o Seu amor, cuspimos em Sua face e desafiadoramente seguimos o nosso próprio caminho.
         Somente Deus conhecia o tormento infinito que iríamos sofrer como resultado de nossa rebelião e por isso entregou o Seu Filho para pagar a penalidade devida por todo pecador. Jesus descreveu o Lago de Fogo (Apocalipse 20:15) como o destino final dos rebeldes, um lugar de insuportável sede. Ele não pretendia que pessoa alguma fosse para lá. O Lago de Fogo não foi feito para o homem, mas  “para o diabo e seus anjos” (Mateus 25:41). Do princípio ao fim da Bíblia, Deus continua implorando: “Vem. E quem ouve, diga: Vem. E quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida” (Apocalipse 22:17).
         O céu é para os que aceitam a oferta de beber continuamente da água da vida: “E mostrou-me o rio puro da água da vida, claro como cristal, que procedia do trono de Deus e do Cordeiro” (Apocalipse 22:1), ao contrário do “pranto e ranger de dentes”  (Mateus 8:12;13:42, 50;22:13;24:51;25:30) e “choro e ranger de dentes” (Lucas 13:28) para os que estão no Lago de Fogo. Para os que estão no céu, diz Apocalipse 7:16-17: “Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem calma alguma cairá sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará, e lhes servirá de guia para as fontes das águas da vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima”.
            Vivamos os dias que nos restam na alegria desta promessa, levando as boas novas a todos os que desejarem ouvi-las.

TBC, janeiro 2007 - Dave Hunt
Traduzido por Mary Schultze