segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

A COMPAIXÃO DE DEUS E A RESPOSTA DO HOMEM



2 Cr 36:15,16- E o  Senhor , Deus de seus pais, lhes enviou  a sua palavra  pelos seus mensageiros, madrugando e enviando- lhos,  porque se compadeceu do seu povo e da sua habitação.
Porém zombaram dos mensageiros de Deus, e desprezaram as suas palavras, e escarneceram dos seus profetas, até que o furor do  Senhor  subiu tanto, contra o seu povo, que  mais  nenhum remédio  houve.
1-A COMPAIXÃO DE DEUS.(V-15) Sentimento pesar, pena e simpatia para com o sofrimento de outrem, associado ao desejo de confortá-lo, ajudá-lo etc.; DÓ; PIEDADE
a)Deus compadeceu-se de seu povo.
b)Deus lembrou-se deles por causa dos patriarcas.
c)Lembrou-se do seu santuário.
d)Advertiu-os no tempo próprio.
e)Enviou-lhes seus mensageiros.
 Os mensageiros de Deus que bradam contra os pecados do povo crente, quando este se conforma com o mundo, assim o fazem, movidos pela compaixão de Deus. Pregam suas mensagens com a firme esperança de que ninguém venha a perecer. A diminuta compaixão de certos pregadores, cuja mensagem leva o povo de Deus a adaptar-se à sociedade ímpia a seu redor, não é de Deus, como tampouco são dEle esses mensageiros (2 Tm 4.3,4). No decurso da história da igreja sempre houve aqueles que não amam a sã doutrina. À medida que o fim se aproxima, a situação nesse sentido tornar-se-á pior (1 Tm 3.1-5; 1 Tm 4.1).
 (1) “Não sofrerão a sã doutrina” (v. 3). Muitos professarão ser cristãos, freqüentarão as igrejas e mostrarão que servem a Deus, mas não aceitarão a fé apostólica original do NT, nem as exigências bíblicas ordenando que o crente separe-se da injustiça (3.5; cf. Rm 1.16)
 (2) “Desviarão os ouvidos da verdade” (v. 4). A autêntica pregação bíblica de um homem de Deus não mais será aceita por muitas igrejas. Os desviados da verdade desejarão sermões que apresentem um evangelho menos exigente (cf. 2.18; 3.7,8; 1 Tm 6.5; Tt 1.14). Já não aceitarão trechos da Palavra de Deus que tratam de arrependimento, pecado, perdição, necessidade da santidade e de separação do mundo (cf. 3.15-17; Jr 5.31; Ez 33.32).
 (3) “Amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências” (v. 3). Esses falsos crentes não quererão pastores segundo os padrões da Palavra de Deus (cf. 1.13,14; 1 Tm 3.1-10), mas buscarão os que toleram seus desejos egoístas e mundanos. Escolherão pregadores com dons de oratória, com a habilidade de divertir o povo e com uma mensagem que lhes assegure que é possilvel ser crente e continuar vivendo segundo a carne (cf. Rm 8.4-13; 2 Pe 2).
 (4) O Espírito Santo adverte todos que permanecem fiéis a Deus e se submetem à sua Palavra, que lhes aguardam perseguição e sofrimento, por amor à justiça (3.10-12; Mt 5.10-12). Além disso, devem separar-se das pessoas, das igrejas e das instituições que negam o poder de Deus para a salvação, e que pregam um evangelho modificado (3.5; ver Gl 1.9; 1 Tm 4.1,2; 2 Pe 2.1; Jd 3; Ap 2.24). Devemos sempre ser leais ao evangelho do NT e aos fiéis ministros de Deus que o proclamam. Assim, poderemos ter certeza de estreita comunhão com Cristo (Ap 3.20-22) e de tempos de refrigério pela presença do Senhor (At 3.19,20).
2-A RESPOSTA DOS HOMENS À BONDADE DE DEUS. (V-16)
a)Zombaram dos mensageiros de Deus.  36.16  rejeitaram as suas mensagens  Lc 20.10-12 ;  At 7.52 .
  2Cr 36.13-21  A cidade de Jerusalém começou a ser cercada em janeiro de 587 a.C., e o cerco durou dezoito meses ( 2Rs 25.1-21 ;  Jr 52.3 b-30). Com a queda da cidade e a destruição do Templo, os judeus perderam a sua independência e foram levados como prisioneiros para a Babilônia. Ali, ficaram até 538 a.C., quando Ciro, o rei persa, conquistou Babilônia e deixou que os judeus voltassem para a sua terra.
b)Despresaram a advertência divina.
c)Injuriaram os profetas de Deus.
d)Desafiaram a ira de Deus. Rm 1:18 A IRA DE DEUS.  A ira (gr. orge) de Deus é uma expressão da sua justiça e do seu amor. É a indignação pessoal de Deus e sua reação imutável diante de todo o pecado (Ez 7.8,9; Ef 5.6; Ap 19.15) causada pelo comportamento iníquo do ser humano (Êx 4.14; Nm 12.1-9; 2 Sm 6.6,7) e nações (Is 10.5; 13.3; Jr 50.13; Ez 30.15), e pela apostasia e infidelidade do seu povo (Nm 25.3; 32.10-13; Dt 29.24-28).
 (1) No passado, a ira de Deus e seu ódio ao pecado revelou-se através do dilúvio (Gn 6–8), da fome e da peste (Ez 6.11ss), do abrasamento da terra (Dt 29.22,23), da dispersão do seu povo (Lm 4.16) e de incêndio através da terra (Is 9.18,19).
 (2) No presente, a ira de Deus é vista quando Ele entrega os ímpios à imundícia e às vis paixões (ver v. 24 nota) e leva à ruína e à morte todos quantos persistem em lhe desobedecer (1.18—3.18; 6.23; Ez 18.4; Ef 2.3).
 (3) No futuro, a ira de Deus incluirá a Grande Tribulação para os ímpios deste mundo (Mt 24.21; Ap 6–19) e um dia vindouro de juízo para todos os povos e nações (Ez 7.19; Dn 8.19) — “dia de alvoroço e de desolação, dia de trevas e de escuridão” (Sf 1.15), um dia de prestação de contas para os iníquos (2.5; Mt 3.7; Lc 3.17; Ef 5.6; Cl 3.6; Ap 11.18; 14.8-10; 19.15). Por fim, Deus manifestará sua ira mediante o castigo eterno sobre os que não se arrependerem (ver Mt 10.28).
 (4) A ira de Deus não é a sua última palavra aos seres humanos, pois Ele proveu um meio de escape ou salvação da sua ira. O pecador pode arrepender-se do seu pecado e voltar-se a Jesus Cristo por fé (5.8; Jo 3.36; 1 Ts 1.10; 5.9).
 (5) Os crentes unidos a Cristo devem compartilhar da ira de Deus contra o pecado, não no sentido de vingança, mas por amor sincero à justiça e aversão ao mal (ver Hb 1.9). O NT reconhece uma ira santa que aborrece aquilo que Deus odeia; ira esta evidenciada principalmente no próprio Jesus (Mc 3.5; Jo 2.12-17; Hb 1.9; ver Lc 19.45), em Paulo (At 17.16) e outras pessoas justas (2 Pe 2.7,8; Ap 2.6 ).
e)Não encontraram mais salvação.
FONTE: B.E.P;M.E.B 489
ELABORADO POR: Ev. Jorge Gonçalves 
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