sexta-feira, 19 de março de 2010

VOCÊ SE EMPORTA?




NÓS VIVEMOS MUITAS DAS VEZES RECLAMANDO DOS NOSSOS LOCAIS DE CULTO PARA UNS É MUITO QUENTE PORQUE É QUE O PASTOR NÃO COMPRA UMA CENTRAL DE AR CONDICIONADO? PARA OUTROS O PISO É MUITO RUIM NÃO DÁ PRA AJOELHAR  PARA OUTROS É MUITO APERTADO PARA OUTROS A BANCADA NÃO É BOA O PASTOR PRECISA COMPRAR UMA BANCADA NOVA DE PREFERÊNCIA ALCOCHOADA PARA OUTROS O EQUIPAMENTO DE SOM NÃO PRESTA TEMOS QUE COMPRAR OUTRO DA MELHOR QUALIDADE E POR AI VAI MAS MUITAS DAS VEZES ESQUECEMOS DA VERDADEIRA ADORAÇÃO QUE NÃO DEPENDE DE NADA DISSO QUE ESCREVI POR ISSO QUANDO VEJO UMA IGREJA COMO A DA FOTO ABAIXO QUE MESMO PERSEGUIDA ESTÁ EM ADORAÇÃO MESMO QUE SUA VIDA FÍSICA ESTEJA EM RISCO EU COMEÇO A REPENSAR QUE CRISTIANISMO ESTAMOS VIVENDO HOJE? MUITA DAS VEZES NOSSOS CULTOS SE TORNAM SEM PROPÓSITO PORQUE VAMOS AO TEMPLO E NOS PREOCUPAMOS COM DEMASIA COM AS COISAS SECUNDÁRIAS E ESQUECEMOS DAS PRINCIPAIS NÃO ESTOU SENDO CONTRA AQUI A CONSTRUÇÃO OU REFORMAS DOS NOSSOS TEMPLOS, ESTOU REFLETINDO A RESPEITO DO QUE É PRIMÁRIO E DO QUE É SECUNDÁRIO E TAMBÉM DÁ AS MÃOS AOS NOSSOS IRMÃO DA IGREJA PERSEGUIDA QUE MUITA DAS VEZES ESTÁ ESQUECIDA PELA IGREJA LIVRE QUE NA MAIORIA DOS CASOS SÓ PENSA EM GANHAR DINHEIRO E ESQUECE DOS ENSINAMENTOS DE JESUS NA SUA PALAVRA CONVIDO VOCÊ PARA ESTE DESAFIO DA FOTO ABAIXO.
MAIORES INFORMAÇÕES NO SITE ABAIXO
http://www.domingodaigrejaperseguida.org.br/







sexta-feira, 12 de março de 2010

A SILENCIOSA INVESTIDA DA REDE GLOBO

A rede Globo, com todo esse poder de penetração na sociedade e dentro de nossas casas, vem introduzindo, silenciosamente, uma cultura de libertinagem, traição, adultério e rompimento com a célula familiar de forma sútil.
Com o advento do BBB10 a Globo conseguiu o que ela vinha tentando há muito tempo, o beijo gay ao vivo. Em duas cenas do BBB 10 aconteceram 2 beijos Gay e quando um deles foi “lider” a produção do programa teve o cuidado de colocar sobre uma estante a foto do beijo, com isso a Globo faz com que seus fiéis telespectadores veja o beijo gay como algo comum e engraçado, ou seja, aceitável.
Agora, nas novelas globais o beijo gay vai acontecer, induzindo esse comportamento aos jovens e adolescentes, induzindo legisladores a criarem leis que abonem tal comportamento.


No mesmo BBB 10 uma das participantes declarou-se lésbica e com essa declaração todas as demais mulheres do programa se aproximaram dela sendo protagonizado o selinho lésbico no programa e todos os demais a apoiaram sob o manto sagrado do não preconceito.


Na novela Viver a Vida o tema principal mostrado de forma engraçada e aceitável é a da traição e do adultério.
A Globo leva ao telespectador ao absurdo de torcer para que um irmão traia o outro ficando com sua namorada.
A traição nessa novela é a mola mestra da máquina, todos os personagens se traem, e isso é mostrado de forma comum, simples, corriqueiro.


Mas talvez, a investida mais evidente e absurda esta na novela das 6h, Cama de Gato.
A Globo superou todos os limites nessa novela ao colocar como tema uma música do grupo Titãs.
Na música, nenhuma linha de sua letra se consegue tirar algo de poético, de aconselhavél pra vida ou de apoio.
A letra da música faz menção discarada do Inimigo de nossas almas que deseja entrar em nossa casa (coração) e destruir tudo, tirar tudo do lugar (destruir a célula familiar e nossa fé).


A música chega ao absurdo de dizer que devemos voltar à mesma prisão, a mesma vida de morte que viviamos.


Fica o alerta, as vezes nem nos damos conta do real proprósito de uma novela, de um programa, de uma música, e como Jesus esta às portas, as coisas do mal estão cada vez mais evidentes e claras. Até os incrédulos estão percebendo que algo esta errado.


Leia a letra dessa música, cuidadosamente escolhida pela Globo para servir de tema da dita novela; música de abertura da novela.




“Vamos deixar que entrem Que invadam o seu lar
Pedir que quebrem Que acabem com seu bem-estar
Vamos pedir que quebrem O que eu construi pra mim
Que joguem lixo Que destruam o meu jardim


Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro


Vamos deixar que entrem Que invadam o meu quintal
Que sujem a casa E rasguem as roupas no varal
Vamos pedir que quebrem Sua sala de jantar
Que quebrem os móveis E queimem tudo o que restar


Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro


Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro O mesmo desespero


Vamos deixar que entrem Como uma interrogação
Até os inocentes Aqui já não tem perdão
Vamos pedir que quebrem Destruir qualquer certeza
Até o que é mesmo belo Aqui já não tem beleza


Vamos deixar que entrem E fiquem com o que você tem
Até o que é de todos Já não é de ninguém
Pedir que quebrem Mendigar pelas esquinas
Até o que é novo Já esta em ruinas
Vamos deixar que entrem Nada é como você pensa
Pedir que sentem Aos que entraram sem licença
Pedir que quebrem Que derrubem o meu muro
Atrás de tantas cercas Quem é que pode estar seguro?


Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro
Eu quero a mesma humilhação – a falta de futuro. Eu quero o mesmo inferno A mesma cela de prisão – a falta de futuro O mesmo desespero”


Imagine nossas crianças cantando isso? Trazendo isso pra dentro do coração?


Tente imaginar de onde o compositor dessa pérola tirou inspiração para compôr tamanha afronta?




A palavra de Deus é clara quando diz; “quem está de pé, veja que não caia”.


Pense nisso, livre sua família e se possível mais alguns, dessa humilhação, dessa falta de futuro e dessa prisão.


Jesus esta ás portas, e você está preparado?




Roberto Carlos G. Souza

quinta-feira, 11 de março de 2010

A REDENÇÃO BÍBLICA II



Dave Hunt
Antes de ser criado o homem, Satanás já se havia rebelado, carregando com ele inúmeros anjos. Quantos anjos foram e há quanto tempo não sabemos. Tragicamente essa insurreição se espalhou do céu para a terra. Incitado por satã o primeiro homem  e a primeira mulher desafiaram o seu Criador, trazendo destruição e morte sobre toda a nova raça criada por Deus à Sua imagem.
Esse motim não pegou Deus de surpresa, mas aconteceu conforme Ele havia antes conhecido. Ele ainda estava no trono do universo. Como pôde o homem rebelar-se contra a absoluta autoridade de Deus? Claro que, soberanamente, Deus havia dado ao homem a capacidade de submeter-se voluntariamente a Ele em amor. Contudo a capacidade de dizer sim é insignificante sem a equivalente habilidade de dizer não.
Desse modo, a porta que Deus abriu à submissão por amor poderia ser fragorosamente fechada em voluntária revolta - como o fizeram Adão e Eva.
Alguns cristãos sugerem que Deus queria que Adão e Eva quebrassem o seu mandamento de não provar do fruto da árvore do conhecimento. Embora qualquer tipo de pecado contrarie a vontade de Deus, mesmo assim Ele deve ter permitido que o pecado entrasse no mundo, a fim de alcançar o seu propósito maior para a humanidade, a qual Ele ama com infinito amor - o único tipo de amor que Deus, que é amor, pode dedicar.
A anarquia que foi desencadeada através de um aparentemente pequeno ato de desobediência levou Caim a cometer o primeiro assassinato contra o seu irmão Abel, tendo chegado a monstruosas proporções, conforme Gênesis 6:5:  "E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente".
Que Deus não havia decretado nem causado o pecado está claro, conforme Gênesis 6:5-8.
Será que Deus não poderia simplesmente ter perdoado Adão e Eva, dando-lhes uma nova chance? Não. Isso não deveria ser feito por várias razões. Antes de tudo, para fazê-lo, Deus teria de voltar atrás em sua palavra. Ele havia jurado que o castigo da desobediência  seria a morte, isto é, a eterna separação dele, a fonte da vida. A perfeita justiça de Deus exigia o pagamento da penalidade. Pois se Deus tivesse posto de lado essa penalidade, ele estaria minando a sua integridade e colocando tudo o mais que Ele havia dito em questão, transformando-se em parceiro do pecado do homem. Não importa o quanto Deus amasse o homem e desejasse perdoá-lo, o seu amor infinito não poderia anular sua justiça igualmente infinita.
Logo no 1º capítulo da Bíblia, somos confrontados com os itens chaves que têm sido debatidos  pelos filósofos e teólogos, durante milhares de anos. Porque Deus iria criar criaturas as quais Ele sabia que iriam rebelar-se contra Ele e que então seriam condenadas pela sua santidade ao castigo eterno? Não havia outra maneira e porque os rebeldes seriam pais, filhos, tios, tias, etc. dos bilhões de redimidos que abençoadamante iriam habitar para sempre na amorosa presença de Deus. Estes não poderiam existir sem os primeiros e a todos deveria ser dada igual  oportunidade de crer no evangelho.
Mas sendo Deus todo poderoso, por que não poderia Ele ter evitado que Adão, Eva e os seus descendentes pecassem? Os ateus argumentam "se Deus é tão fraco para fazer cessar o mal e o sofrimento, então Ele não é Deus. E se Ele é tão poderoso para fazê-los cessar e, contudo não o faz, então Ele é um monstro. Nesse caso, o mal e o sofrimento negam a existência de Deus".
Esse argumento é uma tolice diante do óbvio fato demonstrado na experiência diária: o Criador do homem deu-lhe inteligência para chegar às suas próprias conclusões e a prerrogativa de fazer suas próprias escolhas. Sem essas habilidades os homens nem poderiam amar a Deus nem ao próximo. Para Deus fazer cessar todo o mal Ele teria de dirigir toda a vontade que deu à humanidade. Isso transformaria o homem num robô programado para viver uma vida insignificante. Esses bonecos "bem comportados" não seriam para a glória de Deus. Somente criaturas com vontade própria poderiam verdadeiramente glorificar a Deus com adoração voluntária, obediência e amor oriundo do seu coração.
O "Poder" não poderia abolir o pecado e o sofrimento que ele produz sem destruir o pecador, visto como o coração não pode ser mudado pela força. Nem à vontade nem o amor podem ser coagidos.
Se Deus induzisse o homem a fazer o bem ou o mal, então a "escolha" para fazê-lo não seria do homem, mas de Deus. É axiomático que, apesar do seu infinito poder Deus não poderia induzir o homem evitar o mal, mas procurar persuadi-lo em amor e misericórdia. Contudo, existe uma ampla escola de cristianismo, a qual declara que Deus poderia fazer cessar todo o mal e sofrimento e, contudo, Ele se agrada em não fazê-lo. Como podem eles atribuir a Deus essa grave falta de amor e compaixão pelos que Ele poderia resgatar, mas em vez disso os predestina à condenação? Eles argumentam que: 1 – Ele é soberano e pode fazer o que lhe aprouver. 2 – Ele não é obrigado a salvar pessoa alguma. 3 – Não podemos julgá-lo pelos nossos padrões.
Nenhum desses argumentos diz respeito ao assunto. Um soberano "pode fazer o que quiser", em alguns aspectos, porém não no sentido moral. De fato, quanto mais absoluto é o poder do soberano, maior é a sua responsabilidade de mostrar compaixão por aqueles cujos destinos ele controla. A soberania não pode desculpar a falta de amor – nem poderia ou deveria,  Deus que é amor, esconder-se atrás de sua soberania para esse fim. Cristo nos ordena em Mateus 5: 44, 45: "Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos".
Ninguém ama, abençoa ou faz o bem quando deixa sofrer aqueles que poderia livrar do sofrimento e muito menos os predestina ao tormento eterno. Esse comportamento num homem seria condenável, então certamente não poderia ser atribuído ao "nosso Pai que está nos céus", o qual devemos imitar.
A misericórdia também não deve ser motivada pela obrigação, mas pela compaixão, isto é, "Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo"  (Tito, 3: 5). Deus disse a Moisés: "... e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia, e me compadecerei de quem eu me compadecer."  (Êxodo 33:19). Longe de delimitar Suas misericórdias, que  "são sobre todas as suas obras" (Salmos 145:9), Deus está simplesmente dizendo que ninguém pode exigir Sua misericórdia, pois ela flui livremente do seu amor.
Quanto a julgá-lo pelos nossos padrões, os exatos padrões de amor e bondade aos quais nos apegamos estão escrito a em cada consciência humana por um Deus que é muito mais amoroso do que jamais poderíamos ser. A 1 Coríntios 13, o "capítulo do amor" apresenta um amor tão distante da capacidade humana que só poderia ser o amor de Deus. E é denegrir esse amor perfeito e infinito sugerir que Deus agiria em relação a qualquer pessoa com menos bondade, compaixão e amor do que Ele espera de nós, suas criaturas.
Se o médico possuísse a cura exata para uma epidemia que estivesse devastando a raça humana e, contudo, a suprisse apenas a um grupo selecionado, deixando multidões morrer sem necessidade, ele seria condenado com justiça. Jesus disse: "Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso" (Lucas 6:36).
Certamente Deus não é menos misericordioso do que nos ordena ser. Desse modo é falso qualquer sistema teológico que apresenta um Deus menos amoroso, gentil e compadecido do que a consciência dada por Ele ao homem e os seus mandamentos bíblicos lhe dizem que Ele deveria ser.
Já vimos na TBC de fevereiro/2002 muito do que um Deus soberano não pode fazer e não apesar do que Ele é, mas por causa de quem Ele é. Ele não pode mentir, voltar atrás em sua palavra, negar-se a si mesmo, pecar, cometer erros, faltar com a graça, falhar na misericórdia ou no amor. Nem também pode ser injusto. Então, Ele não pode perdoar os pecadores sem o pagamento da total penalidade exigida pela Sua justiça. E é aí que entram a redenção e a reparação.
Perdoar simplesmente Adão e Eva por causa de sua rebelião não teria sido apenas injusto como também não teria resolvido o problema básico. Dar ao homem uma nova oportunidade não iria mudar coisa alguma. A rebelião simplesmente iria acontecer outra vez e, novamente, sempre que Deus fosse perdoando-a.
A desobediência voluntária de Adão e Eva contaminou toda a raça humana. Deus teria de recomeçar tudo de novo. Mas criar outro Adão e outra Eva só iria resultar na repetição do mesmo fracasso anterior. A raça humana já existente deveria ser resgatada. Mas como?
Deus deveria tornar-se homem – o Deus infinito, perfeito, homem sem pecado em uma pessoa – e Ele mesmo pagaria, por toda humanidade, a infinita penalidade do pecado exigida pela sua justiça. E Deus se tornar homem e morrer em nosso lugar só foi possível porque Deus é um ser trino: "E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo" (1 João 4:14) o Filho, não o Pai nem o Espírito Santo morreria em nosso lugar.
O Messias - Redentor - não poderia nascer na terra antes que chegasse a plenitude do tempo
(Gálatas 4:4). O seu miraculoso nascimento virginal só poderia acontecer após um longo período de preparação. Essa preparação envolveria a revelação do horror do pecado, estabelecendo um sistema de sacrifícios, os quais apontariam para a redenção que o Messias iria realizar e pela provisão de muitas profecias com respeito ao Messias e ao Seu ministério, o qual o identificaria além de qualquer dúvida, quando, finalmente, Ele viesse.

A primeira profecia sobre Aquele que iria redimir a humanidade foi pronunciada como condenação à serpente enganadora, com a qual Adão e Eva concordaram, o que resultou no seu pecado (Gênesis 3:15).
A primeira descrição da redenção foi dada quando Deus matou animais, derramando o  sangue destes, a fim de que suas peles pudessem cobrir a nudez de Adão e Eva. A penalidade da morte tinha de ser executada, pois "E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão" (Hebreus 9:22) E porque "Porque a vida da carne está no sangue; pelo que vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pelas vossas almas; porquanto é o sangue que fará expiação pela alma" (Levítico 17:11).
A ingestão de sangue iria perpetuar a vida de negligência, negando tanto a penalidade como a  solução do problema, de ter sido proibida aos judeus conforme Levítico 17:14: "Porquanto a vida de toda a carne é o seu sangue; por isso tenho dito aos filhos de Israel: Não comereis o sangue de nenhuma carne, porque a vida de toda a carne é o seu sangue; qualquer que o comer será extirpado". E aos cristãos, segundo Atos 15:20. Essa proibição é desobedecida pela declaração do Catolicismo de que os seus sacerdotes mudam a hóstia e o vinho, na eucaristia, no corpo e sangue de Cristo, para serem ingeridos pelos fiéis. O sangue de Cristo foi derramado em Sua morte no calvário, para jamais ser recuperado. O seu corpo ressurreto é de "carne e ossos" Lucas 24:39), sem sangue.
Os sacrifícios e exemplos do Velho Testamento tipificavam o futuro sacrifício do Messias. Cristo explicou que até mesmo a serpente de bronze erguida no deserto (Números 21:6-9) tipificava a Sua morte na cruz (João 3:14).
Do primeiro altar primitivo Deus ordenou: "Um altar de terra me farás, e sobre ele sacrificarás os teus holocaustos, e as tuas ofertas pacíficas, as tuas ovelhas, e as tuas vacas; em todo o lugar, onde eu fizer celebrar a memória do meu nome, virei a ti e te abençoarei. E se me fizeres um altar de pedras, não o farás de pedras lavradas; se sobre ele levantares o teu buril, profaná-lo-ás. Também não subirás ao meu altar por degraus, para que a tua nudez não seja descoberta diante deles" (Êxodo 20:24-26).
Nenhum esforço humano era aceitável e o sangue do sacrifício só podia cobrir temporariamente o pecado, antes da cruz. Babel foi a última rejeição do plano de redenção divino: em vez de um sacrifício de sangue passos humanos foram dados na trila rumo ao céu. Só podemos mencionar algumas das ofertas principais no VT que tipificavam a vinda do Messias. Mas freqüentemente, o animal sacrificado era um cordeiro o qual sempre tipificou o Messias (João 1: 29). Em Gênesis 22:8-13 vemos o cordeiro preso pelos chifres provido por Deus a Abrão, a fim de substituir Isaque. Houve o cordeiro pascal sacrificado para libertar Israel do Egito (Ex. 12:5) tipificando a perfeição e impecabilidade de Cristo. Esse cordeiro deveria ser comido, após passado no fogo, tipificando a ira de Deus sobre o pecado a qual recairia sobre Cristo em nosso lugar.
Todo o livro de Levítico é voltado às instruções relativas aos vários sacrifícios que, temporariamente, cobririam o pecado, até que viesse o Messias. Tudo falava do sacrifício que seria feito, de uma vez para sempre, por Cristo, o único que poderia resgatar a humanidade. O tabernáculo (e mais tarde o templo) no qual esses sacrifícios eram oferecidos eram "uma alegoria para o tempo presente, em que se oferecem dons e sacrifícios que, quanto à consciência, não podem aperfeiçoar aquele que faz o serviço; consistindo somente em comidas, e bebidas, e várias abluções e justificações da carne, impostas até ao tempo da correção" (Hebreus 9:9, 10), isto é, o advento e o sacrifício de Cristo. O fundamento do ensino bíblico concernente à redenção e reparação  está estabelecido no Velho Testamento. A palavra "redentor" é encontrada cada uma das dezoito vezes em que aparece na Bíblia; a reparação é encontrada oitenta vezes das oitenta e uma vezes em que aparece na Bíblia; "redimido" é encontrada cinqüenta e cinco das sessenta e duas vezes. Nem sequer uma das figuras do VT de redenção ou reparação foi declarada efetiva para apenas um grupo seleto. Todo dia de sacrifício e festa figurando Cristo sob a antiga aliança foi para todo o Israel (embora a maioria deste tenha rejeitado a provisão). Ainda permanece um remanescente. Isso é verdadeiro a partir da observância do sábado "Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus" (Hebreus 4:9). ("Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós até o dia da reparação" (1 Coríntios 5:7). "Porque toda a alma, que naquele mesmo dia se não afligir, será extirpada do seu povo" (Levítico 23:27), incluindo cada sacrifício no tabernáculo e no templo. Este pano de fundo nos ajuda a ver que exatamente como no Velho Testamento, os sacrifícios que aguardavam o sacrifício na cruz, também o sacrifício de Cristo no calvário não se limita a um grupo seleto, mas foi eficaz para aqueles que viessem a crer.

 

"Biblical Redemption/Atonement - Part II".
Artigo de Dave Hunt.
Traduzido por Mary Schultze
"... Todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus"  Romanos 8:28
  

terça-feira, 2 de março de 2010

A REDENÇÃO BÍBLICA I


    


 
(Criação ou Evolução?)
A primeira lei da termodinâmica declara que a energia, substância  da qual é feito o universo, não pode ser criada nem destruída. Por essa lei pode-se chegar a duas conclusões:
1. - Toda a energia do universo permanece constante. 
2. - a energia deve ser auto-existente e eterna - exatamente o que a Bíblia diz, referindo-se a Deus. Quem sabe a ciência está promovendo a energia para ela  se tornar "Deus".
A segunda lei da termodinâmica declara que, conquanto toda a energia permaneça constante, a energia disponível e a ordem diminuem continuamente, à medida em que cresce a entropia.  O senso comum nos diz que todo fogo eventualmente se extingue. Nem o sol nem as demais estrelas poderiam queimar eternamente. Deve ter havido um tempo em que nem as estrelas nem a  energia da qual elas são constituídas existiram.  Está claro que o universo teve um princípio, conforme diz a Bíblia: "No princípio..." (Gênesis 1:1).
O conflito entre as duas leis da termodinâmica conduz a uma sério problema diante da ciência.  A energia não poderia ter existido aqui, eternamente, conforme declara a primeira lei, ou então, conforme a segunda lei,  anos atrás ela teria alcançado o estado de máxima entropia, o que não aconteceu. Essa contradição pode ser resolvida somente de uma maneira: visto como a energia não poderia ter sido criada por processo algum conhecido pela ciência, ela só poderia ter sido criada por Deus.
A matéria, a vida e a inteligência jamais poderiam ter brotado do nada. Nesse caso, tudo que agora existe foi criado pela energia auto-existente, ou então por uma Pessoa auto-existente e eterna. A primeira hipótese fica eliminada pela segunda lei da termodinâmica, visto como toda energia e tudo o que ela produz se deteriora. Além disso, se a energia é física, existe uma evidente  dimensão não física para a existência humana.  De modo nenhum poderia a energia, sendo ela impessoal, criar seres pessoais como o homem.
Chegamos à conclusão de que ALGUÉM sempre existiu, uma Pessoa infinita, sem princípio e sem fim, capaz de criar do nada  um universo inteiro e todas as criaturas do mesmo, inclusive o homem. Nossas mentes finitas não conseguem entender que Deus sempre existiu. Contudo, sabemos que Ele deve ter existido eternamente, caso contrário nada existiria. Ele deve ser além do tempo, por uma série de razões, inclusive a liberdade humana de escolha (o livre arbítrio), apesar do Seu conhecimento antecipado de tudo, conforme temos demonstrado no passado.
A ciência afirma que o universo começou com um "Big Bang". Mas qual foi a fonte da energia? Ela não poderia ter existido para sempre ou, conforme a segunda lei da termodinâmica, poderia ter atingido o máximo da entropia, antes de "explodir".  Obviamente, a energia da qual é feito o universo veio à existência há um número de anos atrás, ao mesmo tempo em que veio o universo. Ele jamais poderia ter surgido do nada por nenhum processo natural e, desse modo, a sua origem tem de ser sobrenatural. A Bíblia diz claramente: "E disse Deus: Haja..."(Gênesis 1:3,6,9,11,14,20,24,26). Hebreus 11:3-a declara: "...os mundos pela palavra de Deus foram criados". A ciência levou milhares de anos para alcançar a Bíblia [Como disse o escritor Werner Keller: "E a Bíblia tinha razão!"]
Teria Deus criado o universo numa súbita explosão de energia? Não sabemos.  Sabemos, contudo, que um "Big Bang" jamais poderia  produzir os dados básicos, digitalmente organizados, impressos numa única célula (do tamanho do ponto final nesta sentença), com a qual se inicia toda vida humana. Este imenso armazém de informações auto-copiadoras (com enzimas que checam os erros de cópia e os corrigem) dirige a construção, operação e diferenciação de dezenas de trilhões de células, tão diversas entre si, como as do coração e do cabelo - um fato inacreditável que nem mesmo a ciência poderia destrinçar.
As instruções escritas são codificadas de modo que somente a própria proteína (da qual existem dezenas de milhares de tipos) possa decifrá-las.
Darwin nada entendia de DNA, da estrutura e operação da célula, cujo conhecimento hoje tem relegado a sua Teoria da Evolução ao lixo dos absurdos, a partir de onde ela começou.  Se a mais simples das células fosse desmembrada em componentes químicos, a possibilidade de que ela viesse a ser reorganizada seria de uma em cem bilhões de zeros, sem falar em que o corpo humano possui trilhões de células.
Como uma retina, que soluciona, em questão de segundos, complicadas equações, as quais ocupariam um supercomputador  pelo espaço de cem anos, os cem milhões de células do olho, sensíveis à luz, enviam informações através de um milhão de fibras do nervo ótico para o cérebro. Não podemos fabricar instrumentos óticos que possam nem de leve aproximar-se do olho humano. Um peixe estrela recém descoberto possui mais de 1.000 olhos, cada um deles com uma lente pelo menos dez vezes melhor do que qualquer instrumento que a ciência possa ter criado - todos eles envolvidos independente e, ao mesmo tempo,  simultaneamente, por um acaso? Ora!!! O cérebro humano com os seus cem bilhões  de células nervosas, ligado por 240 milhas de fibras nervosas e cem trilhões de conexões, pode armazenar uma capacidade mil vezes maior do que um supercomputador Cray-2, operando a mil trilhões de computações por segundo, é ainda mais inacreditável do que o olho, cujos impulsos ele traduz em imagens tridimensionais, levando numerosas partes do corpo a reagir instantaneamente. E tudo isso produzido por um "Big Bang", mais o acaso e uma infinidade de tempo e sobrevivência dos mais aptos? Ora, até que eles funcionassem, os olhos e o cérebro não poderiam ajudar na sobrevivência e, desse modo,  a evolução pela qual ele supostamente teria passado, a fim de criar este inacreditável sistema de ótica e inteligência, produziu milhões de estágios intermediários, na exata sucessão, por mero acaso, sem qualquer "sobrevivência do mais apto".
Contudo, apesar de toda a evidência ao contrário, a Teoria da Evolução  continua a ser promovida como um fato científico  pela mídia e ensinada como um fato consumado em nossas escolas.
Em vez de um espontâneo "Big Bang" da energia previamente não existente, a qual previamente teria criado a si mesma, a Bíblia nos apresenta o Criador, um Deus pessoal, que sempre existiu e foi capaz de criar o universo a partir do nada, através de Sua palavra. A ciência e a razão buscam exatamente esse  Deus que a Bíblia nos apresenta.
Em contraste com os míseros deuses  apresentados pelas religiões do mundo, os quais mantêm os seus seguidores nas trevas, na superstição e no medo, a Bíblia descreve Deus exatamente  como Ele deve ser: auto-existente  - EU SOU O QUE SOU (Êxodo 3:14); O Deus eterno (Deuteronômio 33:27); De eternidade a eternidade, tu és Deus (Salmos 90:2). Ele é um Ser pessoal com vontade própria: Pela vontade de Deus (Efésios 1:1;Colosenses 1:1, etc.). Ele é um Deus que  pensa: Os meus pensamentos não são os vossos pensamentos (Isaías 55:8). Ele tem emoções e se ira  com a maldade de cada um de nós (Salmos 7:11). Nós o amamos ... porque Ele nos amou primeiro (1 João 4:19); Ele se indignou contra a geração, cujo coração fora endurecido (Hebreus 3:10).A expressão "Diz o Senhor" é encontrada 144 vezes na Bíblia. A expressão "A palavra do Senhor" é encontrada 258 vezes.
A não ser pelas exclusivas qualidades de Deus (auto-existência, onipotência, onisciência, onipresença, perfeição e impecabilidade, etc.)  o homem reflete, embora de modo imperfeito, as características divinas supracitadas. A Bíblia diz que "Criou Deus o homem à sua imagem"  (Gênesis 1:27). Contudo não fisicamente, porque "Deus é Espírito" (João 4:24). Então, o homem deve ser um espírito vivente habitando um corpo físico. Não existe qualquer outra explicação para as habilidades intelectuais do homem (no sentido de formar idéias conceituais e expressá-las através de palavras, etc.). Além disso, a inteligência, os pensamentos, os desejos, as emoções, etc. não são físicos, mas espirituais.
Este fato tão facilmente comprovado (do qual trataremos em nosso próximo "Q & A" (Perguntas e Respostas) envolve sérias conseqüências, a partir das quais a morte física não oferece escape: "E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo... E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado..."  (Hebreus 9:27; Lucas 16:22,23).
Já provamos, anteriormente, que o homem é uma alma não física. É um espírito vivente habitando num corpo físico: E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo... (1 Tessalonicenses 5:23). Sendo os corpos materiais, eles estão sujeitos à segunda lei da termodinâmica, começando a morrer quando nascem, deteriorando-se e, eventualmente, voltando ao pó: ... porquanto és pó e em pó te tornarás" (Gênesis 3:19).  
Contudo, a parte espiritual do homem, a qual pensa e decide o que escolher, a alma e o espírito do homem,  invisíveis ao olho humano, devem continuar a existir eternamente. Conforme Paulo declarou: Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas (2 Coríntios 4:18).
O fato de que a morte não é o fim da existência humana acarreta espantosas conseqüências  eternas. Deus é perfeitamente Santo e em razão de Sua exata natureza, Ele deve castigar o pecado, expulsando o pecador de Sua presença.,
O pecado é definido como uma destituição da glória de Deus (Romanos 3:23). Após terem Adão e Eva pecado, logo descobriram que estavam nus  (Gênesis 3:7-a). Não que eles tenham imediatamente verificado que nunca haviam usado roupa. Eles foram desnudados da glória de Deus que os vestia, por terem sido criados à Sua imagem.  O seu senso de nudez foi uma nova e assustadora constatação da santidade de Deus, em contraste com eles mesmos, pecadores rebeldes: E não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar (Hebreus 4:13). Adão e Eva  coseram folhas de figueira  para se vestir (Gênesis 3:7-b). Não podendo encobrir a sua nudez espiritual, eles "esconderam-se da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim" (verso 8), onde Ele amorosamente os havia instalado.  O Espírito do Senhor havia se retirado dos seus espíritos desobedientes, trazendo-lhes imediatamente a morte espiritual, a qual também iria afetar os seus corpos físicos, trazendo-lhes, eventualmente,  a morte física.  Esse castigo severo não veio pelo fato de terem eles "roubado algum fruto", mas por terem se rebelado contra Deus.
Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden, para evitar que tomassem também da árvore da vida e  comessem e vivessem eternamente (Gênesis 3:22). Conquanto os frutos daquela árvore especial fizessem com que os seus corpos vivessem eternamente, eles jamais poderiam restaurar-lhes a vida espiritual, trazendo de volta aos seus espíritos o Espírito de Deus. Deus não perpetuará o homem na sua condição pecaminosa. Quão piores seriam os homens maus, caso soubessem que jamais iriam morrer!
Apesar do pecado do homem, Deus o ama. Ele é longânimo para conosco, não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se (2 Pedro 3:9). Em seu infinito amor, Ele quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade (1 Timóteo 2:4).
Ele deseja que toda a humanidade tenha uma completa e eterna restauração à glória  na qual Adão foi criado - em um novo universo, no qual o pecado jamais exista.
Mas, como isso é possível? Deus "... ao culpado não tem por inocente" (Êxodo 34:7).
Será que Ele não pode? O que é que Deus não pode fazer?
Ele é onipotente, sim, mas também é perfeitamente justo. O seu amor, compaixão e misericórdia não podem prevalecer sobre a Sua justiça, o que impede que o pecado seja injustamente perdoado. Sua integridade não permite que Ele se volte contra a Sua palavra que diz: "o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). O perdão e a restauração do homem envolvem a perfeita natureza de Deus e a exata natureza do homem. Não se trata de uma figura de linguagem dizer que o homem foi criado à imagem de Deus. Temos sempre usado a analogia de um espelho, o qual existe exclusivamente para refletir a imagem do outro. Notem a tolice da ilusão popular - até mesmo entre os evangélicos - de se desenvolver "uma auto-imagem positiva" . Que vaidade e orgulho a de um espelho que se preocupa com a sua "auto-imagem".  O que ele precisa fazer é exibir uma fiel semelhança de quem é designado a refletir!
 "The Berean Call Letter", agosto 2002.
"Biblical Redemption/Atonement - Part I".
Artigo de Dave Hunt.
Traduzido por Mary Schultze