segunda-feira, 30 de novembro de 2009

A Loucura do Evangelho ou as Loucuras dos Evangélicos?

O apóstolo Paulo escreveu aos coríntios que a palavra da cruz é loucura para a mente carnal e natural, para aqueles que estão perecendo (1Co 1:18, 21, 23; 2.14; 3.19). Ele mesmo foi chamado de louco por Festo quando lhe anunciava esta palavra (Atos 26.24). Pouco antes, ao passar por Atenas, havia sido motivo de escárnio dos filósofos epicureus e estóicos por lhes anunciar a cruz e a ressurreição (Atos 17:18-32). O Evangelho sempre parecerá loucura para o homem não regenerado. Todavia, não há de que nos envergonharmos se formos considerados loucos por anunciar a cruz e a ressurreição. Como Pedro escreveu, se formos sofrer, que seja por sermos cristãos e não como assassino, ou ladrão, ou malfeitor, ou como quem se intromete em negócios de outros (1Pedro 4.15-16).

Nesta mesma linha, na carta que escreveu aos coríntios, o apóstolo Paulo, a certa altura, pede que eles evitem parecer loucos: "Se, pois, toda a igreja se reunir no mesmo lugar, e todos se puserem a falar em outras línguas, no caso de entrarem indoutos ou incrédulos, não dirão, porventura, que estais loucos?" (1Co 14:23). Ou seja, o apóstolo não queria que os cristãos dessem ao mundo motivos para que nos chamem de loucos a não ser a pregação da cruz.



Infelizmente os evangélicos - ou uma parte deles - não deu ouvidos às palavras de Paulo, de que é válido tentarmos não parecer loucos. Existe no meio evangélico tanta insensatez, falta de sabedoria, superstição, coisas ridículas, que acabamos dando aos inimigos de Cristo um pau para nos baterem. Somos ridicularizados, desprezados, nos tornamos motivo de escárnio, não por que pregamos a Cristo, e este, crucificado, mas pelas sandices, tolices, bobagens, todas feitas em nome de Jesus Cristo.



O que vocês acham que o mundo pensa de uma visão onde galinhas falam em línguas e um galo interpreta falando em nome de Deus, trazendo uma revelação profética a um pastor? Podemos dizer que o ridículo que isto provoca é resultado da pregação da cruz? Ou ainda, o pastor pião, que depois de falar línguas e profetizar rodopia como resultado da unção de Deus?Ou ainda, a "unção do leão" supostamente recebida da parte de Deus durante show gospel, que faz a pessoa andar de quatro como um animal no palco?



Eu sei que vão argumentar que Deus falou através da burra de Balaão, e que pode falar através de galináceos ungidos. Mas, a diferença é que a burra falou mesmo. Ninguém teve uma visão em que ela falava. E deve ter falado na língua de Balaão, e não em línguas estranhas. Naquela época faltavam profetas - Deus só tinha uma burra para repreender o mercenário Balaão. Eu não teria problemas se um galinheiro inteiro falasse português na falta de homens e mulheres de Deus nesta nação. Mas não me parece que este é o caso.



Sei que Deus mandou profetas andarem nus e profetizarem e fazerem coisas estranhas como esconder cintos de couro para apodrecerem. E ainda mandou outros comerem mel silvestre e gafanhotos e se vestirem de peles de animais. Tudo isto fazia sentido naquela época, onde a revelação escrita, a Bíblia, não estava pronta, e onde estes profetas eram os instrumentos de Deus para sua revelação especial e infalível. Não vejo qualquer semelhança entre o pastor pião, a pastora leoa e o profeta Isaías, que andou nu e descalço por três anos como símbolo do que Deus haveria de fazer ao Egito e à Etiópia (Is 20:2-4).



Eu sei que o mundo sempre vai zombar dos crentes, mas que esta zombaria, como queria Paulo, seja o resultado da pregação da cruz, da proclamação das verdades do Evangelho, e não o fruto de nossa própria insensatez.



Eu não me envergonho da loucura do Evangelho, mas das loucuras de alguns que se chamam de evangélicos.

Augustus Nicodemus Lopes

FONTE:VINACC






quinta-feira, 26 de novembro de 2009

UM RECADO AOS FALSOS PROFETAS!!


(Mateus 7:13-23)- Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; E porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem. Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas, interiormente, são lobos devoradores. Por seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus. Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons.Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo. Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade.



Os falsos profetas todos eles  de todos os tempos estarão no futuro se não se arrependerem na situação que o personagem da charge se encontra(sabendo que a cena da charge nem se compara com o que vai acontecer no tribunal de Cristo)



Arrependam-se porque a realidade do texto bíblico acima se cumprirá na íntegra!

terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Pastores evangélicos" homossexuais irão se "casar" no Rio?!

Vejam a notícia no link abaixo:
http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=225949
Pastores homossexuais irão se casar no Rio « Revista Nuance

Em resumo, trata-se do "casamento" nesta sexta-feira, 20 de novembro, feriado do Dia da Consciência Negra, de dois homossexuais que a revista chama de pastores evangélicos, e que são fundadores da chamada Igreja Contemporânea no Rio de Janeiro.

Não tenho dificuldade com a liberdade destes dois indivíduos de escolherem o estilo de vida que escolheram. É uma decisão deles e, como em todas as decisões que tomamos, eles são responsáveis por ela, aqui e na eternidade. Não me considero homofóbico. Convivo com pessoas que são homossexuais e as respeito. Isto não quer dizer que concordo com as idéias, valores e práticas delas.

Meu desconforto, portanto, não é com este filme que já vimos bastante nos últimos anos, de dois indivíduos homoeróticos que resolvem tentar legalizar sua relação simulando um casamento. Meu desconforto é com estas expressões de natureza cristã que aparecem na notícia: "pastores evangélicos", "igreja contemporânea", "Bíblia não condena homossexualidade", etc.

Eu acho que o jornalista ou redator da notícia cometeu alguns equívocos.

Primeiro, a notícia diz que são "pastores evangélicos". Deve haver algum engano. Evangélicos são seguidores de Jesus, e este disse "Não tendes lido que o Criador, desde o princípio, os fez homem e mulher e que disse: Por esta causa deixará o homem pai e mãe e se unirá a sua mulher, tornando-se os dois uma só carne?" (Mt 19:4-5). A visão de Jesus sobre o casamento - e conseqüentemente dos evangélicos - é que o mesmo se realiza entre um homem e uma mulher.
Segundo, é um equívoco aparente da notícia considerá-los "pastores". Um dos requerimentos para que alguém seja um pastor evangélico, de acordo com a Bíblia, é que ele, se for casado, "seja marido de uma só mulher" (1Tm 3:2 e 12), que "governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito" (1Tm 3:4). A razão apresentada é "se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?" (1Tm 3:5). Logo, deve ter sido engano do repórter chamá-los de "pastores evangélicos".
Terceiro, a notícia diz que eles são fundadores da "Igreja Contemporânea". Acho que é outro engano da notícia. Igrejas são compostas de pecadores arrependidos, que encontraram em Cristo perdão para seus pecados e que seguem o que Jesus disse à mulher adúltera, "vai e não peques mais" (Jo 8:11). Por exemplo, a igreja de Corinto era composta de pessoas que tinham sido sodomitas e efeminados, mas que tinham abandonado esta conduta (1Co 6:9-11). Não existe isto de uma igreja composta de pessoas que não se arrependem de seus pecados, erros, desvios, quaisquer que sejam eles. O repórter errou na designação.

Quarto, ele errou também ao dizer que esta "igreja" é "Contemporânea." É um erro histórico, pois o homossexualismo é tão antigo quanto Sodoma e Gomorra. Na verdade, retrocede historicamente às culturas pagãs anteriores a estas cidades. Não há nada de moderno, contemporâneo, novo e avançado em "igrejas homossexuais". Nas religiões do antigo paganismo há uma associação entre os sacerdotes e a homossexualidade. Nada novo, portanto.

Quinto, a notícia diz que um dos nubentes "... lançou um livro chamado A Bíblia sem preconceitos, onde mostra que a Bíblia não condena a homossexualidade". Deve ser outra Bíblia, diferente daquela que protestantes e católicos usam. Pois nesta, existem dezenas de passagens, já bastante conhecidas, que dizem, em resumo:

•É abominação um homem abusar de outro homem, Gn 19.5; Jz 19.22.

•Também, deitar-se com homem como se fosse mulher, Lv 18.22.

•Condena-se homem deitar-se com homem, Lv 20.13.

•Proibe-se um filho de Israel prostituir-se no serviço do templo, Dt 23.17

•Homem não pode parecer-se com mulher e vice-versa, Dt 22.5.

•Denunciados prostitutos-cultuais ou sodomitas, 1Re 14.24; 15.12; 22.46; Jó 36.14.

•Paixões homoeróticas chamadas de paixões infames, Rm 1.26.

•Lesbianismo visto como mudar o modo natural das relações íntimas, Rm 1.26.

•Relações homoeróticas são consideradas como um modo contrário à natureza, Rm 1.26.

•São consideradas uma inflamação mútua na sensualidade, Rm 1.27.

•Também, torpeza e erro, Rm 1.27.

•Sodomitas estão na lista de pecados, 1Tm 1.10, 1Co 6.9 (arsenokoites)

•Efeminados da mesma forma, 1Co 6.9 (malakoi).

Não estou entrando no mérito das passagens, se a Bíblia está certa ou errada. Estou apenas dizendo que a Bíblia condena claramente as relações homoafetivas e que a notícia está equivocada ao sugerir que o livro do autor mostra o contrário.

É evidente que a notícia foi escrita por quem não tem conhecimento do que é o Cristianismo, do que é igreja, do que é um pastor, do que é um evangélico, do que é o casamento e o que a Bíblia diz. A única coisa que o jornalista corrigiu na notícia é que os dois indivíduos de orientação homoerótica (estou tentando seguir a linguagem politicamente correta, para ir me acostumando quando isto se tornar obrigatório no Brasil), que os dois, repito, iriam "se casar". A correção é feita em seguida: não vão casar porque no Brasil (ainda) não tem casamento de homossexual. Eles vão somente assinar um "contrato de união homoafetiva".

É óbvio que eu sei que a notícia reflete exatamente o que os dois "noivos" acreditam, declaram e vivem, e que o coitado do articulista apenas registrou isto. Mas é que eu estou fazendo experiências de como poderei manifestar minhas opiniões contrárias às idéias e práticas homoafetivas sem ir em cana, quando aprovarem a lei da homofobia.

Por Augustus Nicodemus Lopes

FONTE: VINACC










































terça-feira, 17 de novembro de 2009

RELIGIÃO NÃO SE DISCUTE?


"Ora, Paulo, segundo o seu costume, foi ter com eles; e por três sábados discutiu com eles as Escrituras...Ele discutia todos os sábados na sinagoga, e persuadia a judeus e gregos." [Atos 17: 2 - 18:4]



Quem de nós nunca ouviu aquele velho jargão: "Futebol, política e religião não se discute...". Esta frase tem sido durante muito tempo, um verdadeiro dogma para muitos. Mas qual será a realidade dela afinal? Ultimamente temos visto inúmeros debates no campo dos esportes, nas populares mesas redondas de domingo à noite.



No campo da política nem se fala! Aliás, nas ultimas eleições para presidente o debate ao vivo tem sido encarado como um grande passo na democracia brasileira. Mas a religião continua presa ao cordão umbilical desta filosofia.



Por que? Será que questões doutrinárias religiosas não se discutem mesmo? Devemos calar por amor ou falar por causa da verdade? O que na verdade está por detrás de quem defende essa filosofia? Relativismo, ecumenismo ou indiferentismo? Veja neste artigo o justificativa bíblica e o lado positivo do "pôrque" defendermos a discussão religiosa.



A defesa da fé cristã envolve conhecer pelo que se batalha [Judas 3]. Aquilo que envolve a subversão do Evangelho, especialmente das doutrinas principais relacionadas com a salvação, exige nossa séria preocupação e atenção.



O livro de Gálatas é um bom exemplo. Os judaizantes estavam coagindo os crentes a aceitar um falso evangelho, isto é, adicionando certas obras da lei como necessárias para a salvação. Paulo os repreendeu duramente, como também instruiu Tito a fazê-lo (Tt 1.10-11,13).



No mesmo espírito, argumentamos com os que promovem ou aceitam um falso evangelho para a salvação (mórmons, adeptos da Ciência Cristã, Testemunhas de Jeová, católicos, espíritas entre outros).



Enquanto certas questões podem parecer não estar relacionadas com o Evangelho, elas podem subverter indiretamente a Palavra de Deus, afastando os crentes da verdade e inibindo dessa forma a graça necessária para uma vida agradável ao Senhor. A psicoterapia, por exemplo, é um dos veículos mais populares para levar os cristãos a buscar as soluções ímpias dos homens (e, portanto, destituídas da graça).



O capítulo 14 de Romanos trata de assuntos em que a argumentação se transforma em contenda. Paulo fala de situações em que crentes imaturos criavam polêmicas em torno de coisas que não tinham importância.



Alguns estavam provocando divisões por discutirem quais alimentos podiam ser comidos ou não, ou quais dias deviam ser guardados ou não. Nesses casos, o conselho da Escritura é: há certas coisas que não devemos julgar, pois se trata de questões sem importância, que não negam a fé, e são assuntos a serem decididos pela própria consciência (v. 5). Somente o Senhor pode julgar o coração e a mente de alguém no que se refere a tais assuntos.



Quando Jesus discutiu os sinais dos últimos tempos com Seus discípulos no Monte das Oliveiras (Mt 24), o primeiro sinal que Ele citou foi o engano religioso. Sua extensão atual não tem precedentes na História.



Somente esse fato deveria tornar nosso interesse em batalhar diligentemente pela fé uma das maiores preocupações. Isso também significa que há tantos desvios da fé (1 Tm 4.1) a serem considerados, que poderá ser necessário estabelecer prioridades pelo que e quando vamos batalhar.



No que se refere ao nosso próprio andar com o Senhor, devemos examinar qualquer coisa em desacordo com as Escrituras, fazendo as necessárias correções. Entretanto, quando se trata de ensinos e práticas biblicamente questionáveis, sendo aceitas e promovidas por outros, o discernimento pode também incluir a necessidade de decidir quando e como tratar deles.



Atualmente, não é incomum ser erradamente considerado (ou, de fato, merecer a reputação) como alguém que "acha erros em tudo"; de modo que a busca da sabedoria e orientação do Senhor é sempre essencial para que nosso batalhar seja recebido de forma frutífera.



Doutrinas, simplesmente, são ensinamentos. Elas podem ser verdadeiras ou falsas. Uma doutrina verdadeira não pode ser divisiva de maneira prejudicial; esta característica se aplica somente a ensinos falsos.



"Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles" (Rm 16.17; veja também Rm 2.8-9). Jesus, que é a Verdade, só pode ser conhecido em verdade e somente por aqueles que buscam a verdade (Jo 14.6; 18.37; 2 Ts 2.13; Dt 4.29). O próprio Cristo causou divisão (Mt 10.35; Jo 7.35; 9.16; 10.19), divisão entre a verdade e o erro (Lc 12.51).



Por isso, quem se cala diante do pecado, da injustiça e de falsas doutrinas não ama de verdade. A Bíblia diz que o amor "...não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade" (1 Co 13.6). Deveríamos orar muito por sabedoria e, com amor ainda maior, chamar a atenção para a verdade e não tolerar a injustiça.



Estevão dá exemplo disso ao argumentar com seus patrícios, mas sempre em amor e com temor diante da verdade em Cristo. O apóstolo Paulo estava disposto a ser considerado maldito por amor ao seu povo, mas não cedia um milímetro quando se tratava da verdade em Cristo.



Jesus amou como nenhum outro sobre a terra, mas assim mesmo pronunciou duras palavras de ameaça contra o povo incrédulo, que seguia mais as tradições e as próprias leis do que a Palavra de Deus.



Certo pastor disse com muita propriedade: "Já é extremamente difícil vencer o diabo, o mundo e a carne sem ainda enfrentar conflitos internos no próprio arraial. Mas pior do que discutir é tolerar falsas doutrinas sem protesto e sem contestação.



A Reforma Protestante só foi vitoriosa porque houve discussões. Se fosse correta a opinião de certas pessoas que amam a paz acima de tudo, nunca teríamos tido a Reforma. Por amor à paz deveríamos adorar a virgem Maria e nos curvar diante de imagens e relíquias até o dia de hoje.



O apóstolo Paulo foi a personalidade mais agitadora em todo o livro de Atos, e por isso foi espancado com varas, apedrejado e deixado como morto, acorrentado e lançado na prisão, arrastado diante das autoridades, e só por pouco escapou de uma tentativa de assassinato.



Suas convicções eram tão decididas que os judeus incrédulos de Tessalônica se queixaram: "Estes que têm transtornado o mundo chegaram também aqui" (At 17.6). Deus tenha misericórdia dos pastores cujo alvo principal é o crescimento das suas organizações e a manutenção da paz e da harmonia. Eles até poderão fugir das polêmicas, mas não escaparão do tribunal de Cristo."



Alguns enxergam este meu questionamento como algo não amoroso – como uma prova do sectarismo que a discussão doutrinária produz. Eu o vejo como uma tentativa de clarear o caminho para que muitos tenham um relacionamento genuíno com o único Salvador verdadeiro, o nosso Senhor Jesus Cristo – não com alguém que ele ou outros homens, intencionalmente ou não, têm imaginado ou inventado.



Por exemplo, muitos dizem arbitrariamente é que é necessário apenas crer em Jesus ou amá-LO. Mas uma pergunta emerge desta questão: qual "Jesus"? Indubitavelmente esta é uma pergunta importantíssima para todo cristão.



Nós deveríamos primeiro nos questionar, testar nossas próprias crenças sobre Jesus (2 Co 13.5; 1 Ts 5.21). Incompreensões sobre o Senhor inevitavelmente se tornam obstáculos em nosso relacionamento com Ele. A avaliação também pode ser vital com respeito à nossa comunhão com aqueles que se dizem "cristãos".



Com muita freqüência, frases parecidas com "nós teremos comunhão com qualquer um que confessar o nome de Cristo", estão sensivelmente impregnadas de camuflagens ecumênicas.



O medo de destruir a unidade domina os que levam a sério este tipo de propaganda antibíblica, até mesmo ao ponto de desencorajar qualquer menor interesse na área apologética, na luta pela fé. Surpreendentemente, "a unidade cristã" agora inclui a colaboração para o bem moral da sociedade com qualquer seita "que confessa o nome de Jesus".



Entretanto, nunca nos foi ordenado estabelecer a unidade, mas "preservar a unidade do Espírito" (Ef 4.3), que já temos em Cristo. Nossas vidas e a doutrina sobre a qual estão fundamentadas devem revelar a Palavra de Deus e a Sua verdade.



Qualquer desvio disso nega a unidade que é nossa em Cristo. Aqueles que não são membros do corpo de Cristo por não crerem no Evangelho não podem fazer parte dessa família, e não há "unidade" que os crentes possam fabricar para conseguir tal coisa.



Sim! A Bíblia nos manda "batalhar arduamente pela fé que de uma vez por todas foi entregue aos santos" (Judas 3). Para batalhar arduamente pela fé, é necessário às vezes corrigir e repreender (2 Timóteo 4:2); é preciso ocasionalmente repreender os homens severamente (Tito 1:13); às vezes é necessário se opor a um companheiro cristão (Gálatas 2:11); é preciso também debater e poderosamente contradizer falsos professores em público (Atos 9:29; 18:28).



O diabo, é claro, prefere que os homens religiosos mantenham suas bocas fechadas enquanto ele se veste de cordeiro (Mateus 7:15), disfarçando-se como um anjo de luz (2 Coríntios 11:13-15) e infiltrando-se despercebido (Judas 4), introduzindo dissimuladamente heresias destruidoras (2 Pedro 2:1) para destruir a fé do homem (Efésios 6:10-17; 2 Coríntios 10:3-5). A batalha nunca pode estar ganha por entregarmos nossas armas ou por comprometermo-nos com os erro.



O diabo é audacioso ele raramente aparece com dois chifres e um rabo. Ele meramente distorce o evangelho (Gálatas 1:6-9; 2 Pedro 3:15-16) e se mascara como um verdadeiro cristão.



Então, quando os homens tomarem a espada do Espírito (Efésios 6:17) e começarem a se opor contra o erro, ele chora: "Nós precisamos de mais amor e paciência; nós apenas vemos as coisas de maneira diferente, mas todos nós servimos ao mesmo Deus e estamos indo para o mesmo lugar."



Não devemos batalhar ou sermos briguentos sobre caprichos pessoais ou opiniões. Mas quando a pureza da doutrina de Deus é envolvida, nós devemos não somente discordar, mas batalhar arduamente pela verdade do evangelho!



Matéria compilada pela equipe do CACP



www.cacp.org.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

PROFANAÇÃO!!!!!!!!!!!

(Ezequiel 44:23) - E a meu povo ensinarão a distinguir entre o santo e o profano, e o farão discernir entre o impuro e o puro.

Este texto foi extraído do livro do profeta Ezequiel onde ele foi usado pelo Espírito de Deus pra falar a respeito de como os sacerdotes deveriam proceder com os seus deveres para com o povo
e um deles era justamente ensinar o povo a não praticar coisa que profanariam a imagem de Deus.

E todos sabem que quando havia desobediência por parte do povo e também dos sacerdotes o preço pago era muito grande.

Neste vídeo abaixo vocês verão um exemplo de profanação, de falta de discernimento e conivência de pastores que permitem que isto aconteça dentro dos templos.

É lamentável que isto aconteça, mas também é um sinal da volta de JESUS CRISTO para buscar a sua igreja portanto queridos pastores não permitam que coisas com estas aconteçam em suas igrejas é tempo de pregar a PALAVRA do jeito que ele é doa a quem doer para que o povo aprenda qual a boa e perfeita vontade do nosso Deus e não através de práticas profanas!!!!

Que Deus tenha misericórdia de nós!!!!








LAMENTÁVEL !!!!!!!!!!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Dia a dia tome a sua cruz e siga-me

Lucas 9.23
Clodoaldo Machado


Na época em que Jesus proferiu estas palavras, cruz era sinônimo de morte. Ela marcava o fim da vida de uma pessoa. Era o conhecido método de execução da pena de morte dos romanos. Quando alguém era condenado à morte, era na cruz que a pena era executada. Os romanos ordenavam que a pessoa tomasse a própria cruz e a carregasse até o local da execução.


Os discípulos que estavam ouvindo estas palavras entenderam claramente que Jesus falava sobre morte. Eles compreenderam que Ele estava dizendo que quem quisesse segui-lo deveria ter disposição de morrer. Quanto a isso certamente não houve dúvida.


O fator intrigante nas palavras de Jesus é que a pessoa que tomava sua cruz no método romano fazia isso somente uma vez. Ela tomava sua cruz, caminhava até o local da crucificação, ali ela era pregada e deixada exposta até a morte. Quando a pessoa demorava a morrer, soldados romanos lhe quebravam as pernas, afim de que morresse mais rápido.


Jesus, porém falou de tomar a cruz dia a dia. Ele não estava falando sobre morrer uma vez só, como acontecia na prática romana. Aqui ele está falando de morrer mais de uma vez.


Como pode ser isso? Como alguém pode morrer dia a dia? A morte não é de uma vez por todas?


A resposta é que no método romano a morte era física e Jesus está falando aqui da morte espiritual da natureza pecaminosa. Jesus está dizendo que segui-lo significa estar disposto a levar à morte a natureza pecaminosa todo dia.


No contexto Jesus fala sobre negar a si mesmo, fala sobre perder a vida por causa dele. Tomar a cruz dia a dia significa que nossa natureza pecaminosa tenta viver todo dia e nós devemos pregá-la todo dia numa cruz. Significa que quando estamos seguindo a Cristo, estamos morrendo para a velha natureza e vivendo a nova para Cristo.


Na prática significa que dia a dia temos que dizer não para nós mesmos. Nossos desejos pessoais que desagradam a Deus deverão ser pregados numa cruz. Nossos impulsos de ira, de vingança, de nervosismo deverão ser pregados numa cruz dia a dia. Os pedidos que nossa natureza nos faz deverão ser crucificados. Vontades muitas vezes que aparentemente não são maléficas, Deus pede que sejam pregadas na cruz. Aqueles momentos em que ficamos chateados porque as coisas não aconteceram como queríamos, devem ser pregados na cruz.


O fato é que ao contrário de abrir mão de nossos desejos, nós tentamos nos convencer de que eles não são maus e que eles não nos afastarão de Deus. Tentamos nos convencer de que Deus não se importa com eles.


Aqui vemos claramente a essência de seguir a Jesus. Por isso ele adverte seus discípulos. Não se pode seguir a Jesus e ao mesmo tempo ter satisfeito os desejos da natureza pecaminosa. Corremos o risco de seguir a Jesus e tentar manter viva nossa velha natureza. Por isso muitos erram, pois não entendem que a cada novo dia Jesus está nos convidando a viver para ele, e viver para ele significa pregar na cruz nossos desejos pessoais. Significa que serão apresentadas a nós oportunidades de tomar a cruz e morrer para o “eu”. O apóstolo Paulo entendeu isso muito bem, por isso ele escreveu aos gálatas: estou crucificado com Cristo (Gl 2.19). E aos romanos ele escreveu: “por amor de ti somos entregues à morte o dia todo” (Rm 8.36).


Jesus está então dizendo a seus discípulos: “Querem me seguir? Então estejam dispostos a abrir mão de seus desejos pessoais”. O caminho da vida significa a crucificação diária da natureza pecaminosa. Dia a dia tome a sua cruz e siga-me.

Fonte: Blog Fiel

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

É possível ser íntegro vivendo em uma sociedade corrupta?


 

Rev. Hernandes Dias Lopes

A fidelidade é um apanágio do cristão, uma marca distintiva do crente. Num mundo regido pela ética flácida e situacional, somos chamados a viver com integridade inegociável, como luzeiros do mundo, andando de forma justa, sensata e piedosa. Vamos examinar esse momentoso tema da integridade inegociável à luz da vida do profeta Daniel.
1. Daniel, um homem íntegro a despeito de um passado de dor - Muitas pessoas abrem a guarda, deixam brechas no escudo da fé e transigem com os absolutos de Deus quando cruzam os vales sombrios da dor. Nem todos permanecem fiéis quando são pressionados, provados e acuados pelas circunstâncias adversas. Daniel constitui-se num monumento da graça de Deus a mostrar-nos que é possível manter-se íntegro e fiel a despeito das provas mais amargas, do sofrimento mais atroz. Daniel foi arrancado de sua pátria, da sua cidade, da sua família e levado cativo para uma nação estrangeira. Ele viu sua cidade ser saqueada e destruída por essa nação amarga e impetuosa. Ele perdeu sua liberdade, sua família e seu nome. Os caldeus só não puderam conquistar sua consciência nem assaltar a cidadela da sua alma. Ele manteve-se íntegro no cativeiro. Ele não se entregou à amargura nem se capitulou à idolatria babilônica. Mesmo sendo um adolescente, conservou uma ética granítica; mesmo submetido a provas extremas, conservou sua integridade inegociável.
2. Daniel, um homem íntegro a despeito de um presente de oportunidades e riscos - Nabucodonosor, rei da Babilônia, investiu em Daniel e seus amigos, matriculando-os na maior e mais conceituada Universidade daquele tempo, dando-lhes bolsa integral, comida de graça da mesa real e ainda garantia de emprego no primeiro escalão do governo mais poderoso do mundo. Aos olhos desatentos seria essa uma oportunidade de ouro, uma bênção singular. Mas, Daniel percebeu que para alcançar tão generosos favores precisaria negociar a verdade, transigir com sua consciência e negar o seu Deus. Esse era um preço alto demais e Daniel, com sabedoria, humildade e determinação recusou-se a contaminar-se com as finas iguarias da mesa real. Ele percorreu com desenvoltura os corredores da Universidade Babilônica, sem vender sua alma ao diabo. Trocaram seu nome, mas não o seu coração. Daniel permaneceu íntegro a despeito do meio corrupto. Não é o ambiente que faz o homem, mas este aquele. O homem não é um produto do meio. Aqueles que são transformados por Deus e vivem para a glória de Deus podem brilhar na escuridão e manterem-se íntegros no meio da corrupção.
3. Daniel, um homem íntegro a despeito de um futuro de glória - Depois de três anos intensivos, na Universidade da Babilônia, Daniel foi submetido a exames meticulosos pelo próprio rei. Ele foi encontrado dez vezes mais sábio do que seus pares. Imediatamente foi guindado à uma posição de honra no reinado de Nabucodonosor. Agora, novos perigos estavam diante dele: não mais a pobreza e a escravidão, mas a riqueza, o poder e a influência. Vivendo como uma ilha de integridade e cercado por um mar revolto de corrupção Daniel não abriu mão dos princípios de Deus que haviam regido a sua vida desde a infância. Há muitos que pensam que o poder corrompe, mas o poder apenas revela os corrompidos. A corrupção não está no poder, mas no coração corrupto. É possível ser íntegro, mesmo cruzando os corredores do poder, mesmo galgando as posições mais elevadas no campo religioso, político e econômico. Daniel foi um homem fiel a Deus na escravidão e na liberdade. Ele foi fiel a Deus na pobreza e na riqueza. Foi fiel a Deus na juventude e na velhice. A Babilônia caiu e um novo reino se levantou; o reino Medo-persa. Mas, Daniel continuou incorruptível e impoluto no meio de uma geração degenerada. A vida e o exemplo desse profeta, intercessor, político e estadista nos prova que é possível ser um crente íntegro no meio de uma geração corrompida e má. Que Deus nos ajude a viver à altura desse insigne exemplo.
___________________________
Rev. Hernandes Dias Lopes é palestrante do Encontro Para a Consciência Cristã, que acontece durante o carnaval em Campina Grande-PB

domingo, 1 de novembro de 2009

A EXCLUSIVIDADE DE JESUS CRISTO.

UM BELO ARTIGO DE NORMAN GLEISER

Os cristãos ortodoxos acreditam que Jesus é o Unigênito Filho de Deus em carne humana. Mas, os incrédulos, alguns dos quais nem acreditam que Ele tenha existido, não acham que Jesus tenha sido, realmente, um homem sábio ou, principalmente, um homem bom. Outros, como os muçulmanos, acham que Jesus foi um profeta entre outros profetas. O Hinduísmo retrata Jesus como um entre os muitos grandes gurus. Os cristãos liberais e muitos outros consideram Cristo como um homem bom e um grande exemplo moral.
Em seu ensaio “Why I Am Not a Christian” (Por que Eu Não Sou um Cristão), o agnóstico Bertrand Russell escreveu: “Historicamente, é muito duvidoso que Cristo tenha existido e nada sabemos sobre ele”. Quanto ao caráter de Cristo, ele disse: “Não consigo achar, quer seja na sabedoria ou na virtude, que Cristo esteja no mesmo patamar de outras pessoas conhecidas na história. Acho que devo colocar Buda e Sócrates acima dele, nestes aspectos.” (Livro supracitado).

Divindade e Humanidade

O Cristianismo é único entre as religiões mundiais e a verdadeira exclusividade de Cristo é o coração do Cristianismo. Esta verdade está embasada, principalmente, nos documentos do Novo Testamento, os quais têm comprovado ser autênticos em todos os sentidos. Os registros do Novo Testamento, principalmente os Evangelhos, são os mais confiáveis do mundo antigo. Nestes documentos, aprendemos que numerosos fatos relacionados a Cristo são absolutamente únicos.
Jesus foi único no sentido de que somente Ele, entre todos os que viveram, foi tanto Deus como Homem. O Credo de Nicéia (325) declara a crença uniforme de todo o Cristianismo ortodoxo de que Jesus Cristo foi verdadeiramente Deus e verdadeiramente Homem numa só Pessoa. Todas as heresias relativas a Cristo negam uma destas duas proposições. Esta afirmação simplesmente O torna único e O coloca acima de todos os outros líderes religiosos e pessoas que já existiram, podendo ser comprovada com evidências factuais. Algumas dessas evidências são vistas em outros aspectos da exclusividade de Cristo.

A Natureza Sobrenatural de Cristo

Exclusivo nas Profecias Messiânicas - Jesus viveu uma existência repleta de milagres e sobrenaturalmente poderosa, desde a Sua concepção até a Sua ascensão. Séculos antes do Seu nascimento, Ele foi anunciado pela profecia sobrenatural.
O Velho Testamento, o qual até mesmo o céptico mais acerbo reconhece ter existido antes de Cristo, prediz onde (Daniel 9:26 e Miquéias 5:2) e como (Isaías 7:14) Jesus chegaria ao mundo.
Ele nasceria de uma mulher (Gênesis 3:15); da linhagem de Sete, filho de Adão (Gênesis 4:26); através de Sem, filho de Noé (Gênesis 9:26-27) e de Abraão (Gênesis 12:3; 15:5); da tribo de Judá (Gênesis 49:10); seria Filho de Davi (2 Samuel 7:12-s). O Velho Testamento predisse ainda que Cristo iria morrer pelos nossos pecados (Salmo 22; Isaías 53; Daniel 9:26; Zacarias 12:10) e que Ele ressuscitaria dos mortos (Salmos 2:7; 16:10).
Todas estas profecias sobrenaturais foram cumpridas exclusivamente em Jesus Cristo. Isto não aconteceu com nenhum outro líder religioso nem com outras pessoas que tenham existido, inclusive Maomé.

Exclusivo na Concepção - Cristo não apenas foi sobrenatural e antecipadamente anunciado; Ele foi também miraculosamente concebido. Quando anuncia Sua concepção virginal, Mateus 1:22-23 aponta a profecia de Isaías (Isaías 7:14); Lucas, um médico, registra esta miraculosa concepção da vida humana (Lucas 1:26-s); Paulo se refere à mesma em Gálatas 4:4. De todas as concepções humanas, a de Jesus permanece exclusiva e miraculosa.

Exclusivo na Vida - Desde o Seu primeiro milagre em Caná da Galiléia (João 2:11), o ministério de Jesus foi marcado por Seus milagres (João 3:2; Atos 2:22. Não foram casos de moléstias ilusórias nem de casos explicáveis no campo natural. Foram curas exclusivas, sendo imediatas e sempre bem sucedidas, sem recaídas conhecidas e curas de doenças incuráveis, conforme a Medicina, tais como a do cego de nascença (João 9). Jesus ressuscitou da morte algumas pessoas, inclusive Lázaro, cujo corpo já se encontrava em estado de decomposição (João 11:39).
Jesus transformou água em vinho (João 2:7-11); andou sobre as águas (Mateus 14:25); multiplicou os pães (João 6:11), expeliu demônios (Marcos 3:10); curou toda sorte de enfermidades (Mateus 9:35), inclusive a lepra (Marcos 1:40-42); e até mesmo levantou mortos para a vida, em várias ocasiões (Marcos 5:35-42; Lucas 7:11-15; João 11:43-44). Quando Lhe indagaram se era o Messias, Ele usou os Seus milagres como evidência, a fim de apoiar Sua afirmação: “... Ide, e anunciai a João as coisas que ouvis e vedes: os cegos vêem, e os coxos andam; os leprosos são limpos, e os surdos ouvem; os mortos são ressuscitados, e aos pobres é anunciado o evangelho”. (Mateus 11:4-5). Este derramamento de milagres fora profetizado séculos antes pelos profetas, como um sinal da vida do Messias (Isaías 35:5-6). Tanto que Nicodemos disse: “Rabi, bem sabemos que és Mestre, vindo de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele” (João 3:2).

Exclusivo na Morte - Os eventos que se referem à morte de Cristo foram miraculosos. Isto inclui as trevas entre o meio-dia e 3 horas da tarde (Marcos 15:33) e o terremoto que abriu os túmulos e rasgou o véu do Templo (Mateus 27:51-54). A maneira pela qual Ele sofreu a extenuante tortura da crucificação foi miraculosa. A atitude que Ele manteve em relação aos que Dele escarneciam, e aos que O executavam, foi miraculosa, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). A maneira pela qual Ele entregou Sua vida foi miraculosa, pois Ele havia dito: “Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu Pai”. No momento de Sua partida, Ele não foi vencido pela morte, mas voluntariamente entregou o Seu espírito, quando disse: “Está consumado! (João 19:30).

Exclusivo na Ressurreição - O milagre que coroou a missão de Jesus na Terra foi o da Sua Ressurreição. Esta não apenas havia sido predita no Velho Testamento (Salmos 2 e 16), como pelo próprio Jesus, desde o início do Seu ministério. Ele disse: “Derribai este templo, e em três dias o levantarei”. (João 2:19-21) (Ver Mateus 12:40-42; 17:9). Jesus demonstrou a veracidade de Sua Ressurreição em doze aparições, durante mais de 40 dias, a mais de 500 pessoas.

Exclusivo na Ascensão - Exatamente como a Sua entrada neste mundo, Sua partida também foi miraculosa, após ter comissionado os Seus discípulos (Atos 1:10). Ao contrário da visão de alguns, não se trata de uma parábola, mas de uma Ascensão literal ao céu, de onde Ele voltará, no mesmo corpo literal, a fim de reinar neste mundo (Atos 1:11; Apocalipse 1:7; 19:20). Os grandes credos cristãos enfatizam claramente a miraculosa Ascensão corporal de Cristo.

Exclusivo na Impecabilidade - Alguns dos inimigos de Jesus apresentaram falsas acusações contra Ele, mas nada puderam comprovar e o veredicto de Pilatos foi: “Não acho culpa alguma neste homem” (Lucas 23:4). Um dos soldados na cruz disse: “... este nenhum mal fez”. (Lucas 23:41).
Sobre o que os mais íntimos de Jesus pensavam a respeito do Seu caráter, Hebreus diz: “... Em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hebreus 4:15). E em João 8:46, Jesus indaga: “Quem dentre vós me convence de pecado?” Mas ninguém foi capaz de achá-Lo culpado de coisa alguma. Desse modo, o impecável caráter de Cristo dá um duplo testemunho à veracidade de Sua afirmação. Sua impecabilidade foi exclusiva.

O Caráter de Jesus é Único - O caráter de Cristo foi único em todas as maneiras. Ele manifestou as maiores virtudes a um grau perfeito. Isto combina com a maneira pela qual Ele Se opôs aos atributos contrários.

Exemplificando as Virtudes - Bertrand Russell, que achava ter encontrado brechas no caráter de Cristo, confessou: “Do que o mundo carece é de amor, de amor cristão e de compaixão”. Pois a crença que a maioria reconhece é a de que Cristo foi a perfeita manifestação da virtude do amor.
Sua submissão voluntária ao ignominioso sofrimento e morte pela crucificação, enquanto mantinha amor e perdão aos que O matavam, é a prova desta virtude (Lucas 23:34, 43). Somente Ele viveu perfeitamente o que havia ensinado no Sermão do Monte (Mateus 5:7). Ele jamais Se voltava contra os Seus inimigos mas, em vez disso, perdoava-os. Ele censurou os discípulos pelo mau uso da espada (Mateus 20:52) e curou, miraculosamente, a orelha amputada de um dos que foram prendê-lo, a fim de conduzi-Lo à morte (Lucas 22:50).
Jesus foi o exemplo perfeito de paciência, bondade e compaixão. Ele Se compadeceu das multidões (Mateus 9:36), ao ponto de ter chorado sobre Jerusalém (Mateus 23:37). Mesmo tendo condenado (em termos claros) os fariseus (Mateus 23), Ele não Se negou a receber um dos que demonstraram interesse (João 3).

Combinando Qualidades Aparentemente Opostas - Uma das exclusividades de Cristo é que Ele combinava qualidades pessoais que em ninguém mais poderiam ser encontradas. Ele foi perfeito na humildade, ao ponto de lavar os pés dos Seus discípulos (João 15). Mas, ao mesmo tempo, afirmou Sua Divindade, conforme João 10:30: “Eu e o Pai somos um”. Em João 8:58, Ele diz: “Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou”, confirmando Êxodo 3:14: “Assim dirás aos filhos de Israel: EU SOU me enviou a vós”. Sua afirmação: “... Aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração” (Mateus 11:29) parece arrogante; contudo, Ele a confirmou entre as criancinhas (Mateus 18). Ele era tão severo ao ponto de virar as mesas dos cambistas, no pátio do Templo, empunhando um azorrague de cordas, a fim de expulsar os animais (João 2). Ele era conhecido pela virtude da bondade, mesmo sendo severo com os hipócritas, que desviavam os inocentes (Mateus 23).

Vida e Ensino - Conforme o próprio Jesus declarou, a substância dos Seus ensinos estava no Velho Testamento (Mateus 15:17-18). Ele condenou as tradições inúteis, bem como as interpretações errôneas do Velho Testamento (Mateus 5:21-s; 15:3-5). Mesmo que a essência dos Seus ensinos não fosse nova, a maneira pela qual Ele ensinava era única. No Sermão do Monte, Ele empregou um novo método de ensino.
As vívidas parábolas, tais como “O Bom Samaritano” (Lucas 10); “O Filho Pródigo” (Lucas 15) e “A Ovelha Perdida” (Lucas 15:4-f) são obras primas da comunicação. As parábolas permanecem no âmago do ensino de Jesus. Quando aplicava o estilo de vida das pessoas, a fim de ilustrar as verdades que Ele queria transmitir, Jesus comunicava essas verdades, refutando o erro. Além disso, falando em parábolas, Ele evitava “atirar pérolas aos porcos”, ao mesmo tempo esclarecendo os que queriam aprender (os de casa). Mesmo que o uso de alegorias e parábolas não fosse uma exclusividade, a maneira pela qual Ele as empregava o era. Ele usou uma nova atitude, quando trouxe a arte de ensinar o eterno mistério em termos de experiências do dia-a-dia. As leis do ensino identificadas pelos pedagogos modernos (Shafer, Seven Laws) foram perfeitamente praticadas nos ensinos de Jesus. A maneira pela qual Jesus ensinava era única. Os intelectuais judeus admitiam: “Nunca homem algum falou assim como este homem” (João 7:46). Quando Ele ensinava em parábolas, era rodeado pelas multidões (Mateus 13:34). Quando era um garoto, impressionou até mesmo os rabinos, no Templo (Lucas 2:47). Mais tarde, Ele confundiu os que tentavam apanhá-Lo numa armadilha (Mateus 22:46).

Cristo é Superior - Jesus Cristo foi exclusivo de todas as maneiras. Desde Sua completa divindade até Sua completa humanidade; desde Sua miraculosa concepção até Sua sobrenatural ressurreição; desde o Seu impecável caráter até o Seu incomparável ensino, Jesus permanece acima de todos os líderes religiosos e morais.

Cristo é Superior a Moisés - Como um perfeito judeu, Jesus não tinha argumentação contra Moisés, o profeta que entregou a lei judaica e libertou os israelitas da escravidão no Egito para a liberdade, numa nação independente. Moisés e Jesus foram profetas do mesmo Deus e Jesus afirmou que não viera para abolir a lei (encontrada nos escritos de Moisés), mas para cumpri-la (Mateus 5:17). Jesus quis dizer que as palavras de Moisés são as palavras de Deus (Mateus 19:4-5; Lucas 24:25-27); contudo, em muitos aspectos, Ele foi superior a Moisés.

Cristo foi um profeta superior a Moisés - Em Deuteronômio 18:15-19, Moisés predisse que Deus levantaria um profeta judeu com uma mensagem especial e qualquer pessoa que não acreditasse nesse profeta seria julgado por Deus. Esta passagem tem sido interpretada como se referindo ao Messias. Gênesis 3:15 também é entendido por muitos como se referindo a Jesus, como a semente da mulher, que esmagaria a cabeça da serpente.

A Revelação de Cristo é superior à de Moisés - “Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo” (João 1:17). Conquanto Moisés tivesse estabelecido as estruturas morais e sociais para guiar a nação, a lei não podia salvar pessoa alguma da penalidade do pecado, que é a morte (Romanos 6:23). Conforme Paulo diz: “... Nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado” (Romanos 3:20), os pecados que a lei tornou conhecidos seriam “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24). A revelação de Cristo é construída sobre o fundamento de Moisés, no sentido de que Ele veio solucionar os problemas dos quais a lei nos tornou conscientes.

A posição de Cristo é Superior à de Moisés - Moisés foi o maior entre os profetas do Velho Testamento. Conforme diz a Epístola aos Hebreus: “... toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus. E, na verdade, Moisés foi fiel em toda a sua casa, como servo, para testemunho das coisas que se haviam de anunciar; mas Cristo, como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim” (Hebreus 3:5-6). Enquanto Moisés serviu a Deus, Cristo foi declarado Filho de Deus, com o direito de governar sobre os servos.

Os Milagres de Cristo São Superiores aos de Moisés - Moisés realizou grandes milagres, porém os milagres de Cristo foram superiores. Moisés levantou a serpente de bronze para curar os que foram mordidos pelas serpentes e olharam para ela, mas aqui ele apenas seguia instruções divinas. Ele jamais fez os cegos enxergarem nem os surdos ouvirem. Também nada existe no ministério de Moisés que possa se comparar à ressurreição de Lázaro e à de Cristo.

As afirmações de Cristo são superiores às de Moisés - Moisés nunca afirmou que era Deus e nada fez, além de cumprir o seu ofício de profeta. Jesus afirmou ser Deus e predisse a Sua própria ressurreição para comprová-lo.

Cristo é Superior a Maomé - Maomé, o fundador do Islã, estava de acordo com Moisés e com Jesus ao dizer que existe um só Deus, o qual criou o universo e existe à parte do universo. Existe uma considerável concordância a respeito dos eventos dos primeiros 16 capítulos de Gênesis, sobre o fato de Agar ter sido expulsa da casa de Abraão. Depois disso, a Bíblia focaliza Isaque, enquanto o Islã focaliza o que aconteceu a Ismael, seu antepassado. Os ensinos de Maomé podem ser resumidos em cinco doutrinas:
1. - Alá é o único Deus.
2. - Alá enviou muitos profetas, inclusive Moisés e Jesus, porém Maomé, o último deles, é o maior.
3. - O Corão é o supremo livro religioso, tendo prioridade sobre a Lei, os Salmos e os Injil (Evangelhos) de Jesus.
4. - Existem muitos seres intermediários (anjos) entre Deus e nós, alguns deles sendo bons e outros maus.
5. - As obras de cada ser humano serão pesadas, a fim de se determinar quem irá para o céu ou para o inferno, na ressurreição.
Os meios de salvação incluem: recitar várias vezes ao dia a Shahadah (“Não existe outro Deus além de Alá; e Maomé é o seu profeta”); orar cinco vezes ao dia; jejuar durante o mês [do Ramadã], dar esmolas e fazer pelo menos uma peregrinação a Meca.

Cristo ofereceu uma mensagem superior - Jesus fez afirmações superiores às de Maomé. Jesus afirmou ser Deus. Enquanto isso, Maomé disse que era apenas um homem e um profeta. Ora, se Jesus não é Deus, certamente Ele também não foi um profeta de Deus [mas um mentiroso, um megalomaníaco]. Contudo, Jesus ofereceu uma autenticação superior às Suas afirmações. Ele realizou muitos milagres, enquanto Maomé não realizou milagre algum. Maomé admitiu - no Corão - que Jesus realizou muitos milagres. Somente Jesus morreu e ressurgiu dos mortos.

Cristo oferece um melhor meio de salvação - Ao contrário do deus do Islã, o Deus da Bíblia chegou até nós, tendo enviado o Seu Filho à Terra, para morrer pelos nossos pecados. Maomé não ofereceu qualquer garantia de salvação eterna; ele apenas direcionou os seus seguidores a que trabalhassem, a fim de conseguirem o favor de Alá. Cristo nos proveu tudo que necessitamos para nossa chegada ao céu, através de Sua morte e ressurreição: “Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito” (1 Pedro 3:18).

Cristo ofereceu um superior modelo de vida - Maomé gastou os últimos dez anos de sua vida em guerras. Sendo um polígamo, ele excedeu até mesmo ao número de esposas por ele prescrito em sua religião (quatro). Ele violou sua própria lei, quando atacou as caravanas que se dirigiam a Meca, algumas delas em peregrinação. Ele se preocupou em retaliações e vingança, contrariando seu próprio ensino.

Jesus é superior aos gurus indianos - No Hinduísmo, o guru é um mestre. As escrituras hinduístas não podem ser entendidas pela simples leitura. Elas devem ser interpretadas e aprendidas de um guru. Esses homens “santos” são adorados, até mesmo depois de sua morte, como sendo supostas encarnações dos deuses.
O que eles ensinam é que os humanos precisam de libertação, através de intermináveis ciclos da reencarnação (sansara), a qual é trazida pelo carma, ou seja, as obras de todas as palavras, as ações no presente e de todas as vidas passadas. A libertação (moksha) é conseguida quando o indivíduo expande o seu ser e consciência até um nível infinito e descobre que sua atman (alma) é a mesma com Brama (o ser absoluto, do qual provém toda a multiplicidade). Em outras palavras, todo hindu precisa praticar a bondade pessoal. Esta realização pode ser alcançada através da Janna Yoga - a salvação pelo conhecimento dos escritos antigos e da meditação interior; da Bhakti Yoga, a salvação através da adoração a um entre os milhões de divindades; a Karma Yoga - a salvação pelas obras, como cerimônias, sacrifícios, jejuns e peregrinações, os quais devem ser feitos sem visar recompensa alguma. Cada um destes métodos, até certo ponto, inclui a Raja Yoga, uma técnica de meditação envolvendo o controle sobre o corpo, a respiração e os pensamentos. O Hinduísmo, conforme é realmente praticado, consiste amplamente de superstição, de lendas sobre os deuses, de práticas ocultistas e adoração aos demônios.

Cristo ensina uma visão superior do mundo - Jesus ensinou uma visão teísta do mundo. Mas, o Panteísmo, a realização da divindade, é o âmago do Hinduísmo.

O ensino de Cristo é moralmente superior - O Hinduísmo ortodoxo insiste em que se deve deixar que as pessoas sofram, porque este é o seu destino determinado pela carma. Jesus disse que devemos “amar ao próximo como a nós mesmos” e na 1 João 3:17, lemos: “Quem, pois, tiver bens do mundo, e, vendo o seu irmão necessitado, lhe cerrar as suas entranhas, como estará nele o amor de Deus?” Também muitos, senão a maioria dos gurus, usam sua privilegiada posição com o objetivo de explorar os seguidores financeira e sexualmente. O Bagwan Sri Rajneesh acumulou dúzias de Rolls Royces à custa da ingenuidade dos seus seguidores. Já os Beatles se decepcionaram com o Maharish Mahesh Yogi, quando descobriram, em uma de suas festas, que ele estava mais interessado no corpo das mulheres, do que em seus espíritos. Foi então que eles admitiram: “Cometemos um erro!” Até mesmo o respeitado guru Mahatma Gandhi costumava dormir com mulheres jovens, além de sua esposa.

Jesus oferece um superior caminho de iluminação - Enquanto os gurus são necessários para se entenderem os sagrados escritos hinduístas do Bhagava Gita, e dos Upanishads, não existe qualquer verdade esotérica ou oculta na Bíblia, além da compreensão normal, a qual precise ser explicada. A meditação cristã não exige esforço algum no sentido de esvaziar a mente, mas, em vez disso, ela provê a mente com a verdade dos princípios bíblicos (Salmo 1). A meditação interior equivale a descascar uma cebola; vai-se retirando capa a capa e, quando se chega ao miolo, descobre-se que ali nada existe. A meditação cristã começa com substância e esclarece o significado, até chegar ao âmago da alma.

Cristo ensina um melhor caminho de salvação - O hindu se extravia no ciclo cármico da reencarnação, até chegar ao moksha, sendo obrigado a construir o caminho somente através desse labirinto. Jesus disse que seríamos salvos pela fé Nele (Efésios 2:8-9 e Tito 3:5-7) e que podemos saber que a salvação é garantida (Efésios 1:13-14 e 1 João 5:13).

Cristo é superior a Buda - Siddharta Gautama (ou Buda, que significa Iluminado) é inferior a Cristo. O Budismo começou como uma reforma dentro do Hinduísmo, o qual havia se transformado num sistema de especulação e superstição. Para corrigir tal coisa, Gautama rejeitou os rituais e o ocultismo, desenvolvendo uma religião essencialmente ateísta (embora as formas posteriores do Budismo tenham retornado aos deuses hinduístas). Suas crenças básicas são resumidas nas Quatro Verdades Nobres:
1. - A vida é sofrimento.
2. - O sofrimento é causado pelo desejo de poder e prosperidade.
3. - O sofrimento pode ser eliminado pela eliminação dos desejos.
4. - O desejo pode ser eliminado pelo caminho dos Oito Passos.
O caminho óctuplo é tanto um sistema de educação como de preceitos morais do Budismo. Ele inclui: 1) conhecimento correto; 2) instruções corretas; 3) linguagem correta; 4) conduta correta (ou seja, não matar, não beber, não roubar, não mentir, não adulterar); 5) ocupação correta; 6) esforço correto; 7) mente correta (negação do ego); 8) meditação correta (Raja Yoga).
O objetivo de todos os budistas não é o céu, nem estar com Deus, visto como não existe um Deus no ensino de Gautama. Em vez disso, os budistas buscam o Nirvana, a eliminação de todo sofrimento, dos desejos e ilusão da existência individual. Conquanto um ramo liberal do Budismo (Mahayana Budhism) tenha desafiado Gautama como um salvador, o Theravada Bhudism continua próximo dos ensinos de Gautama, dizendo que ele jamais afirmou sua divindade. Quanto a ser salvador, dizem que as últimas palavras de Buda foram: “Buda apenas apontou o caminho; opere você mesmo sua salvação com diligência”. Como variante do Hinduísmo, o Budismo está sujeito a todas as críticas acima, o que demonstra que o ensino de Jesus é superior. Além disso...

Cristo preenche a vida com mais esperança - O ensino de Jesus é superior ao de Buda, pois Jesus ensinou esperança nesta vida, enquanto o Budismo só enxerga sofrimento, dizendo que a existência individual precisa ser erradicada. Jesus ensinou que a vida é um dom de Deus, o qual deve ser usado (João 10:10); que o indivíduo deve ser respeitado (Mateus 5:22) e ainda ofereceu esperança para a vida futura (João 14:1-6).

Cristo oferece um melhor caminho de salvação - O Budismo ensina a reencarnação como meio de salvação. Contudo, nesta forma, o ego (ou individualidade da alma) será erradicado no final da vida. Nesse caso, mesmo vivendo nela, você não é você como indivíduo, mas alguém, cuja esperança é o Nirvana. Jesus trouxe esperança a todo homem e mulher, como indivíduo. (João 14:3) e disse ao ladrão da cruz: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43).

Jesus é um Cristo melhor - Jesus afirmou e comprovou que era Deus em carne humana. Enquanto isso, Buda foi apenas um homem, o qual morreu e jamais ressuscitou. Jesus ressurgiu dos mortos, levantando-Se do túmulo que aprisionava o Seu corpo. Gautama apenas quis trazer “iluminação” aos outros, a fim de que pudessem chegar ao Nirvana, onde toda existência individual é anulada.

Jesus é superior a Sócrates - Embora Sócrates jamais tenha fundado uma religião, ele conseguiu atrair muitos seguidores. Sócrates jamais escreveu coisa alguma, mas Platão, seu discípulo, escreveu muito sobre ele, embora tais idéias sejam apenas de Platão, apresentadas como pensamento de Sócrates. Platão apresenta Sócrates como um homem convencido de que Deus o havia nomeado para a tarefa de promover a verdade e a bondade. O vício, em sua opinião, era apenas ignorância, enquanto o conhecimento conduzia à virtude. Ele merece o crédito de ter sido a primeira pessoa a reconhecer a necessidade de uma proposta sistemática para descobrir a verdade, embora o próprio sistema fosse, finalmente, formulado por Aristóteles, discípulo de Platão.
Como Cristo, Sócrates foi condenado à morte com base em falsas acusações das autoridades, que se sentiram ameaçadas com os seus ensinos. Ele poderia ter sido perdoado, se não tivesse insistido em levar os seus acusadores e juízes a examinarem suas declarações e vidas, o que eles não queriam fazer. Sócrates estava contente ao morrer, sabendo que havia cumprido sua missão até o final e que a morte, quer fosse um sono sem sonhos ou a maravilhosa companhia de um grande homem, seria uma coisa boa...

Cristo tem uma base superior para a verdade - Como Sócrates, Cristo costumava usar perguntas para levar os ouvintes a se examinarem; porém, Sua base para conhecer a verdade sobre os seres humanos e Deus estava no fato de que Ele mesmo era o Deus Onisciente. Ele disse, conforme João 14:6: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Ele era, em Seu próprio Ser, a fonte da qual fluía toda a verdade. Do mesmo modo, como Deus, Ele era a bondade absoluta, pela qual todas as outras bondades são medidas. Certa vez, Ele mandou que um jovem examinasse suas palavras, ao dizer: “Por que me chamas bom?” Jesus era a própria verdade e a bondade, virtudes que Sócrates desejava entender.

Cristo oferece um conhecimento mais correto - Conquanto Sócrates tenha ensinado alguns princípios verdadeiros, muitas vezes ele foi levado a especular sobre itens importantes, tais como o que acontece depois da morte. Jesus deu respostas exatas a tais perguntas, porque Ele tinha o exato conhecimento sobre o destino humano (Ver João 5:19-29; 11:25-26). Onde a razão (Sócrates) tinha suficiente evidência para chegar a uma conclusão definitiva, a revelação (Cristo) dá as respostas que jamais poderiam ser antecipadas.

A morte de Cristo foi mais nobre - Sócrates morreu por uma causa e o fez com coragem, o que, certamente, merece louvor. Contudo, Jesus morreu como substituto pelos outros (Marcos 10:45), a fim de pagar a penalidade por eles merecida. Ele não morreu apenas pelos Seus amigos, mas também pelos que eram e continuam sendo Seus inimigos. (Romanos 5:6-7). Esta demonstração de amor jamais foi igualada por qualquer filósofo ou filantropo.

A prova de Cristo de Sua mensagem é superior - Provas racionais são boas, quando existe sã evidência para suas conclusões. Sócrates não pôde comprovar sua afirmação de ter sido enviado por Deus com algo que se compare aos milagres de Cristo e à Sua ressurreição. Os profetas e profetisas pagãos, tal como o Oráculo de Delfi, não se comparam com a exata predição e os milagres bíblicos. Nestes atos, existe uma prova superior de que a mensagem de Jesus foi realmente autenticada por Deus.

Cristo é superior a Lao Tse (Taoísmo) - O Taoísmo moderno é uma religião de bruxaria, superstição e politeísmo, embora fosse, originalmente, um sistema de filosofia, conforme tem sido apresentado, hoje em dia, à cultura ocidental. Lao Tse construiu este sistema sobre um princípio que explicava tudo no universo e a tudo conduzia. Este princípio é chamado Tao e não existe uma maneira simples de explicá-lo. O mundo está repleto de opostos conflitantes: bem e mal; macho e fêmea; luz e trevas; sim e não. Todas as oposições são manifestações do conflito ente o Yin e o Yang. Mas, na realidade final, Yin e Yang são completamente interligadas e perfeitamente equilibradas. Este equilíbrio é o mistério chamado Tao. Entender o Tao é verificar que todos os opostos são um e que a verdade jaz na contradição, não na resolução.
O Taoísmo supera isto, no sentido de apressar que se viva em harmonia com o Tao. Alguém deveria entrar numa vida de completa passividade e reflexão sobre questões como: “Qual o som de uma mão batendo palmas?” ou “Se uma árvore cai na floresta e alguém ali não se encontra para escutar, ela produz algum som?” ; “A pessoa deve estar em paz com a natureza, a fim de evitar todas as formas de violência e de mal”. Este sistema filosófico muito se assemelha ao Zen-Budismo.

Cristo traz superior liberdade - Jesus permite que os seres humanos usem a razão. De fato, Ele ordena: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mateus 22:37). O apóstolo Pedro completa: “Antes, santificai ao SENHOR Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós” (1 Pedro 3:15). O Taoísmo não faz isto, pelo menos em nível elevado. Ele se engaja na afirmação de que “a razão não se aplica à realidade”.

Esta declaração é por si mesma derrotista, uma racional declaração sobre a realidade. Ela é ou verdadeira ou falsa, sobre a maneira como as coisas realmente são, e não contraditória, mesmo afirmando que, no final, a verdade jaz em contradição. Jesus ordenou: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento” (Mateus 22:37). Este é o grande e maior mandamento. Em Isaías 1:18, o Senhor nos convida: “Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã”. E Pedro nos exorta a dar uma explicação sobre a nossa fé: “Antes, santificai ao SENHOR Deus em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.”
Jesus encorajou o uso da nossa liberdade de escolha, nunca obrigando os que não queriam segui-Lo. O Taoísmo exige que cada seguidor renuncie à própria vontade, desistindo do poder de mudar as coisas, enquanto Jesus ensina que a escolha faz a diferença. Cada pessoa pode escolher entre crer ou não (João 3:18); obedecer ou desobedecer (João 15:14); mudar o mundo ou ser por ele mudado (Mateus 5:13-16).
Jesus permite a cada pessoa a liberdade de ser salva. O Taoísmo oferece apenas um caminho, que é o de resignar-se à maneira como as coisas são. Cristo oferece um meio de mudança, tanto de quem somos como o que somos, de modo que possamos conhecer as alegrias da vida. Em vez de aceitarmos a morte como um fim inevitável, Cristo provê um modo de conquistá-la através da ressurreição. Lao não pôde fazer tal afirmação.

Conclusão - Cristo é absolutamente Único entre todos os que já viveram. Ele é Único em Sua natureza sobrenatural; em Seu caráter superior e em Sua vida e ensino. Nenhum outro mestre mundial afirmou ser Deus. Mesmo quando os seguidores de algum profeta divinizavam o seu mestre, não existe prova alguma para autenticar tal afirmação que possa se comparar ao cumprimento da profecia, à vida impecável e à miraculosa ressurreição de Cristo. Nenhum outro mestre ofereceu a salvação pela fé, independente das obras, no sentido de redimir a culpa pelo pecado humano. Nenhum outro líder religioso, ou filósofo, demonstrou amor pelas pessoas como Jesus Cristo fez, morrendo pelos pecados do mundo (João 15:13; Romanos 5:6-7). Jesus Cristo é absolutamente Inigualável entre todos os seres humanos que já existiram.

Notas de rodapé
J. N. D. Anderson, The World?s ReligionsH. Bushnell, The Supernaturalness of ChristN. L. Geisler, The Battle for the Resurrection and R. Brooks, When Skeptics AskM. J. Harris, From Grave to GloryC. S. Lewis, Mere ChristianityB. Russell, Why I Am Not a ChristianC. Shafer, The Seven Laws of Teaching
The Baker Encyclopedia of Christian Apologetics, by Norman Geisler
Tradução de Mary Schultze, em 15 e 16/06/2009