segunda-feira, 29 de junho de 2009

OLHA QUE ABSURDO!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pastor pede que fiéis tragam revólveres à igreja

Pastor Ken Pagano

Pastor disse querer celebrar direito de portar armas.

Um pastor do Estado americano de Kentucky pediu para que os fiéis trouxessem suas armas para a igreja.

O pastor Ken Pagano convocou os frequentadores da igreja New Bethel, em Louisville, a trazerem seus revólveres descarregados para celebrar o direito de portar armas.

Ele disse que tomou a decisão depois que membros da congregação expressaram preocupação com a possibilidade de o presidente Barack Obama endurecer as leis de controle ao porte de armas de fogo.

Cerca de 200 pessoas compareceram "AO CULTO", segundo a agência de notícias AP.

Pastor armado

"Nós queremos mandar a mensagem de que há cidadãos civis, inteligentes e respeitadores da lei que também possuem armas", disse Pagano durante a missa.

"Se não fosse pela crença enraizada sobre o direito de portar armas, esse país não estaria aqui hoje."

Durante "O CULTO", o pastor empunhou uma arma, e deu orientações sobre segurança de armas de fogo.

"Eu gostaria que mais igrejas fizessem isso, que mais pessoas fizessem isso", disse uma das participantes, Doreen Rogers, ao jornal local Louisville Courier-Journal.

"Por algum motivo, as pessoas acham que portar armas é pecado. Não é. Eu acho que minha vida vale ser protegida", disse ela.

Cerca de dez membros de uma milícia local também participaram da "CULTO", segundo o jornal.

Uma coalizão de grupos religiosos e ativistas realizou um evento rival contra o porte de armas ao mesmo tempo, do outro lado da cidade.

"Eu acho que as pessoas acham a idéia de levar armas para igrejas ou qualquer outro local sagrado profundamente perturbante", disse o organizador do evento, Terry Taylor à AP.

Nos Estados Unidos, o direito de portar armas está escrito na Segunda Emenda da Constituição, e acredita-se que mais de 200 milhões de armas estejam nas mãos de cidadãos.

JÁ PENSOU SE ISTO VIRA MODA ?

FONTE:BBC Brasil

quinta-feira, 25 de junho de 2009

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

O profeta Elias era um homem de Deus profundamente envolvido em atividades políticas. Ele não era um político, mas exortava e repreendia os políticos.

Elias inicia seu ministério sem medo de entregar uma palavra dura para o rei Acabe (criatura política semelhante ao presidente Lula do Brasil e ao ex-presidente Clinton dos EUA):

“Você e o seu pai… são criadores de problemas, pois abandonaram os mandamentos do SENHOR Deus e adoraram as imagens de Baal”. (1 Reis 18:18 NTLH)

Elias continuou confrontando o rei Acabe posteriormente, com muitas outras palavras proféticas. (Para ver como Deus usou Elias na esfera nacional de Israel, leia os capítulos 17, 18, 19 e 21 do livro de 1 Reis e o capítulo 1 do livro de 2 Reis, no Antigo Testamento.)

Depois de cumprir missões proféticas incríveis na política de Israel, Elias foi levado por Deus (veja o capítulo 2 do livro de 2 Reis). Mas ele não experimentou a morte. Pelo que se indica no livro do profeta Malaquias, Elias voltará. Deus diz: “Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI)

Entretanto, mesmo antes da volta de Elias, já houve um cumprimento parcial inesperado (assim como é possível que ocorram outros cumprimentos parciais inesperados):

“E Jesus, respondendo, disse-lhes: Em verdade Elias virá primeiro, e restaurará todas as coisas; Mas digo-vos que Elias já veio, e não o conheceram, mas fizeram-lhe tudo o que quiseram. Assim farão eles também padecer o Filho do homem. Então entenderam os discípulos que lhes falara de João o Batista”. (Mateus 17:11-13 ACF, o destaque é meu.)

Quando Jesus disse que Elias restaurará todas as coisas, ele também quis dizer que Elias colocará tudo em ordem — principalmente na esfera política. O Novo Testamento Philips diz que Elias “iniciará a reforma do mundo”. O mundo político, com toda a sua corrupção, hipocrisia e maldade, precisa de ordem, e Deus enviará Elias para esse propósito.

João Batista: o primeiro homem a ter a unção de Elias?

Na vida de João Batista, o próprio Jesus reconheceu e explicou que houve um cumprimento parcial para essa profecia, isto é, além da vinda de Elias, João Batista também era um Elias de Deus para o mundo. Provavelmente, o ministério de João Batista também mostra que Deus pode levantar homens na unção de Elias. Recebendo a unção de Elias, João Batista fez o que Elias fazia. O que Elias fazia? Ele repreendia os governantes conforme a poderosa Palavra de Deus.

Assim como Elias, João Batista passava sua vida num isolamento profético “nos desertos”, para poder buscar melhor a Deus, para poder ouvir melhor a voz do Espírito Santo e ser um instrumento poderoso de Deus na sociedade.

Com a unção de Elias, João Batista confrontou Herodes (outra criatura política semelhante ao presidente Lula e ao ex-presidente Clinton dos EUA) por causa de um pecado sexual em sua vida:

João dizia a Herodes: “Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão”. (Marcos 6:18 NVI)

Outras versões da Bíblia revelam que João fazia essa repreensão freqüentemente a Herodes. Não só uma, duas ou três vezes, porém toda vez que via Herodes, João abria a boca. Ele não perdia a oportunidade de dizer que o rei havia quebrado os limites legais de Deus.

De forma estranha, o que João estava fazendo era cumprimento parcial da promessa de Deus em Malaquias. No entanto, ninguém poderia imaginar que incluída nessa promessa estava também a volta da unção de Elias. João Batista pode ter sido o primeiro servo do Senhor a desfrutar essa unção.

A missão profética de João Batista era preparar o coração do povo de Deus para a maior visitação do Senhor na história humana. É claro que, espiritualmente, o Senhor continuará visitando seu povo, para operar grandes obras, e servos do Senhor ajudarão a preparar o coração do povo de Deus para as visitações do Espírito Santo nestes últimos dias. Se o Senhor continuar derramando a unção de Elias, veremos homens ousados no Espírito Santo, prontos para, conforme a Palavra de Deus, repreender governantes que estão em pecado e corrupção.

O que João Batista fazia freqüentemente diante de Herodes é um contraste surpreendente com a realidade de nossos dias, onde é comum homens e mulheres que professam ser de Deus apoiarem políticos e governantes com um comportamento moral e sexual pior do que o comportamento de Herodes. Contudo, o envolvimento político de João ia até onde esses homens e mulheres não ousam ir. Seu envolvimento político não adulava os poderosos, mas refletia fielmente a perspectiva de Deus para lidar com problemas morais específicos e sérios.

Onde entra a unção de Elias, entra a cobrança profética diante de autoridades políticas, a fim de que as políticas se alinhem com as políticas de Deus e a fim de que os políticos se alinhem moralmente com a vontade e leis de Deus.

Enquanto Elias no Antigo Testamento cobrava dos governantes judeus um estilo de vida justo que agradasse a Deus, no Novo Testamento João cobrou de Herodes (que nem judeu era) um comportamento sexual justo. Herodes tinha muitos problemas sérios (inclusive desonestidade, corrupção e violência) que mereciam forte reprovação. João poderia ter confrontado todos esses pecados, pois ele tinha conhecimento, através de seus pais que eram de famílias de sacerdotes, do importante papel dos profetas do Antigo Testamento na denúncia contra a corrupção e opressão contra os pobres praticadas por autoridades políticas.

No entanto, ele agiu de acordo com a prioridade de justiça que Deus colocou em seu coração, talvez por que não fizesse muito sentido pressionar um político a tentar “consertar” as coisas na sociedade quando sua vida particular precisava de “conserto” moral. Ele não dispersou suas energias atacando todos os pecados de um político. Ele começou atacando de frente o pecado que sua visão espiritual via como mais grave no momento. Sua prioridade absoluta era lidar diretamente com a questão moral, muito embora ele também condenasse outros pecados na vida do rei Herodes. Por sua atitude de repreender o pecado sexual de um homem da política, João acabou sofrendo prisão e morte.

Jesus aprovou o comportamento profético de João. Enquanto João estava na prisão pagando pelo “crime” de condenar o pecado sexual de Herodes, Jesus só teve comentários de elogio sobre ele. “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: De todos os homens que já nasceram, João Batista é o maior… E, se vocês querem crer… João é Elias, que estava para vir.” (Mateus 11:11,14 BLH, o destaque é meu.)

Se estivesse vivo em nossa época, não há dúvida de que João abriria a boca diante de políticos como Lula, que promovem ativamente a agenda do aborto e do homossexualismo na sociedade. Contudo, quem poderia dizer que a unção de Elias não pode ser dada a homens de Deus no Brasil? Enquanto não se vê o derramamento dessa unção, nada impede o povo de Deus de clamar incessantemente: “Senhor, o Brasil tem no governo Herodes e Acabes, mas onde estão os teus Elias para o Brasil?”

Restaurando e reformando o mundo político

Ao mesmo tempo em que declarou que João simbolizou Elias, Jesus também deixou claro que Elias realmente virá para restaurar tudo e iniciar a reforma do mundo. Há muitas coisas tortas, pervertidas e diabólicas nas lideranças políticas e nas próprias políticas e leis criadas por eles, e Elias virá com a poderosa Palavra do Senhor para reprovar o mundo político, para manifestar aos arrogantes governantes mundiais que Deus exige que os governos e as nações se conduzam conforme a justiça da Palavra de Deus.

Talvez, a exemplo de João Batista, Deus poderá também levantar nestes últimos dias homens que simbolizem Elias. Afinal, há muitos Acabes e os Herodes nos governos de hoje e eles também precisam ser repreendidos conforme a Palavra do Senhor. Eles precisam saber e reconhecer que Deus não age só dentro das igrejas cristãs, mas também entre os arrogantes governantes mundiais. Eles precisam sentir, através da unção profética de Elias nos servos escolhidos de Deus, que suas políticas e condutas são abominação diante de Deus.

Os Acabes que promovem a idolatria estatal, a feitiçaria, a prostituição e o homossexualismo precisam conhecer o poder de Deus através de seus profetas. Os Herodes que vivem condutas sexuais erradas precisam ser repreendidos pelos profetas com a unção de Elias.

Os governantes do mundo não têm direito nenhum de fazer o que bem quiserem, pois Deus lhes deu a obrigação específica de servirem a Deus castigando os maus e elogiando os bons. A Palavra de Deus deixa claro que os governantes são “enviados para castigo dos malfeitores, e para louvor dos que fazem o bem.” (1 Pedro 2:14 ACF)

Todo governo humano foi chamado para ser servo de Deus nesta obrigação fundamental:

“Porque [o Estado] é ministro de Deus para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de Deus, e vingador para castigar o que faz o mal.” (Romanos 13:4 ACF)

Entretanto, o governo hoje invade até mesmo a esfera de Deus, prometendo dar tudo (saúde, educação, etc.) à população e suprir-lhe todas as necessidades, como se fosse o próprio Deus! Gerald Ford, presidente dos EUA na década de 1970, disse uma grande verdade sobre o governo:

“Se o governo é grande o suficiente para lhe dar tudo o que você quer, é grande o suficiente para lhe tirar tudo o que você tem”.

Quando o governo deixa de ser servo de Deus na missão que Deus lhe deu de castigar os maus e elogiar os bons e invade áreas que Deus não lhe permitiu (o controle das crianças e da educação), então o Estado se torna um Monstro.

O governo brasileiro vem falhando sistematicamente na área da segurança, que é sua obrigação e também o dever que Deus lhe impôs. Vem falhando também sistematicamente na área da educação e saúde, que Deus não lhe autorizou. Resultado: o governo tira quase tudo de seus cidadãos, mas não lhes dá quase nada, e o pouco que o povo recebe é precário e ruim.

Quando o Estado quer fazer tudo, acaba não conseguindo fazer quase nada, a não ser sobrecarregar a população com um número grande de impostos elevados e injustos. Tanto dinheiro para impostos de segurança, saúde e educação e, no final, os cidadãos ficam sem dinheiro e sem os “produtos” estatais que foram obrigados a pagar a preços tão elevados.

Nenhum governo tem chamado de Deus para se envolver no controle de famílias, crianças e promoção de políticas de aborto, homossexualismo e outras perversões. A responsabilidade fundamental que Deus deu ao governo é “castigar o que faz o mal”. O que passa dessa obrigação é intromissão estatal e pode seriamente cair dentro da categoria de ilegalidade diante de Deus. Os Elias de Deus confrontarão os presidentes, governadores, prefeitos e outros políticos na negligência à sua obrigação e os repreenderão por invadirem áreas que não lhes competem.

No entanto, onde estão os Elias de Deus para avisar os presidentes e outros governantes que seu governo e suas políticas são ilegais aos olhos de Deus? Onde estão os Elias de Deus para dizer ao governo que sua responsabilidade é apenas a segurança? Onde estão os homens de Deus para imitar João Batista e dizer aos Herodes modernos: “O que você está fazendo é contra a Lei de Deus”? É bem fácil chegar até um presidente ou outra autoridade corrupta e imoral e limitar-se a elogios e cumprimentos. Multidões de líderes religiosos que se encontram com elevadas autoridades agem exatamente assim. Não buscam a face de Deus e quando estão face a face com um governante, só têm elogios, para quem com justiça merece uma palavra de repreensão e aviso. Há aduladores em abundância. Mas onde estão os Elias? Onde estão os homens com a coragem ungida de dizer aos presidentes que seu governo passou dos limites que Deus deu?

A chave para cultivar a unção de Elias: o envolvimento direto dos pais na criação e educação dos filhos

Onde estão os Elias de Deus? Eles estão, ou poderão estar, no ambiente espiritual ideal para seu desenvolvimento. Deus diz:

“Vejam, eu enviarei a vocês o profeta Elias antes do grande e temível dia do SENHOR. Ele fará com que os corações dos pais se voltem para seus filhos, e os corações dos filhos para seus pais; do contrário, eu virei e castigarei a terra com maldição”. (Malaquias 4:5-6 NVI, o destaque é meu.)

Em nossa época, o Estado vem levando os filhos a se distanciar dos pais, porque os pais não estão se investindo devidamente na vida dos filhos. Com esse distanciamento, fica bem fácil pais se voltarem contra filhos e filhos contra pais.

O Estado, que Elias e João Batista tanto repreendiam e confrontavam, hoje tem como uma de suas metas prioritárias controlar as crianças — por meio das escolas. O controle estatal sobre as crianças e a educação é uma novidade recente na história da humanidade. É claro que o Estado alega defender o “direito à educação” das crianças. Contudo, mesmo que os pais tenham formação universitária pós-graduada na área da educação, o Estado brasileiro, por exemplo, não dá a esses pais o direito de dar a seus filhos educação escolar em casa, sob o pretexto de querer “os melhores interesses das crianças” — que são, na verdade, apenas uma camuflagem para proteger os melhores interesses estatais.

Um filho aprendendo em casa pode receber uma boa educação, se os pais têm meios para se sacrificar nessa educação, e será difícil semear novos e estranhos valores neles com os pais por perto. Na escola, mesmo que as crianças não recebam uma educação adequada — e pesquisas indicam que a saúde da educação no Brasil não anda nada bem —, o importante, para o Estado, é que longe dos pais pelo menos fica mais fácil colocar as crianças em contato com valores diferentes dos pais, valores aprovados pelos critérios estatais. O deus estatal exige o sacrifício de crianças no altar da doutrinação governamental.

O que está em jogo é a direção de vida e valores das crianças. O Estado bem sabe que o controle sobre a educação e as crianças é fundamental. Por isso, o governo não abre mão de sua própria lei que exige que as crianças freqüentem a escola institucional. A meta em si não é a educação. É distanciar a criança do lar e mantê-la no ambiente institucional — longe da família e seus valores — o máximo de tempo possível. O resultado? Depois de alguns anos expostos à doutrinação estatal, muitos adolescentes de famílias evangélicas começam a se desviar. Quando terminam uma faculdade, a grande maioria se desapega de Deus e seus valores ou da família e seus valores. Terminam “educados” e imorais, “educados” e rebeldes, “educados” e distantes de Deus, “educados” e longe dos valores da família.

“Educados” é uma expressão praticamente vazia de seu real sentido, pois a maioria dos alunos que saem da escola hoje é funcionalmente analfabeta, escrevendo e lendo de modo precário, porém muito bem “educada” em assuntos totalmente desnecessários, como namoro com sexo livre e educação sexual pornográfica com direito à imoralidade homossexual.

O fato é que os filhos estão se desviando dos pais e de seus valores, porque os pais os entregaram à influência nociva da doutrinação estatal das escolas institucionais.

De que adianta então uma grande formação “educacional” com o preço da vida e valores espirituais de nossos filhos? Provavelmente, os apóstolos do Senhor Jesus Cristo prontamente sacrificariam tais oportunidades acadêmicas, em vez de sacrificar seus filhos por amor a esse tipo de educação. Eles jamais veriam a educação como mais importante do que a vida e valores espirituais de seus filhos.

Se os apóstolos tivessem apenas essas duas opções, é claro que eles escolheriam proteger seus filhos. Entretanto, não há apenas essas duas opções. No que se refere à educação, a escola institucional não é a única escolha! Quando o coração dos pais se volta para os filhos, assumindo a supervisão direta de sua educação e formação e recusando-se a entregá-los ao Monstro estatal, o coração dos filhos volta-se — não para as drogas, rebelião e comportamentos errados. O coração deles volta-se para seus pais. Não é à toa que no movimento de educação escolar em casa a maioria dos filhos admire e respeite os pais, um comportamento cada vez mais difícil quando os filhos já estão freqüentando uma escola institucional há alguns anos. A educação é a chave. O Estado sabe disso. A Palavra de Deus ensina isso. Resta aos pais agora descobrirem essa importante verdade.

Quem tiver controle sobre a educação de uma criança terá influência decisiva sobre seus valores. É por isso que o Estado exige esse controle, por mais preparo acadêmico que os pais tenham. O Estado precisa controlar a educação, a fim de que tenha total liberdade de pregar e ensinar seus valores “democráticos” — que nada mais são do que seu “evangelho” do humanismo, socialismo, feminismo, homossexualismo e liberalismo. O Estado precisa controlar as crianças, a fim de que tenha total liberdade de torná-las discípulas desse “evangelho”.

O Monstro estatal usa o sistema de educação para formar monstrinhos e monstros conforme a sua própria imagem e semelhança, para que aprendam com os mestres estatais que o que é abominação aos olhos de Deus é normal para o Monstro estatal, e o que é justo e certo aos olhos de Deus é abominação para o Monstro estatal. Há exemplos abundantes dessa realidade. O Monstro estatal do Brasil vê como abominação a orientação do livro de Provérbios que dá aos pais o direito e a plena liberdade de disciplinar, com a vara da correção, o mau comportamento dos filhos. Mas vê como normal e justo entregar, em adoção, crianças para casais homossexuais.

O programa Brasil Sem Homofobia do governo Lula quer que todos os brasileiros respeitem a sodomia. Os pais que não respeitarem a sodomia estarão arriscados a perder a guarda dos filhos — a qual poderá ser entregue a um “casal” homossexual. Só um Monstro poderia fazer agir assim. E tal Monstro existe: é o Estado.

O Monstro estatal vê como normal entregar crianças em gestação ao extermínio do aborto legal. Para ele, é normal ensinar crianças de escola que o homossexualismo e o sexo fora do casamento são opções de vida e merecem respeito.

O Monstro estatal exige que, nas aulas de religião das escolas públicas, Jesus Cristo seja colocado no mesmo nível dos deuses do candomblé e outras religiões afro-brasileiras e pagãs.

O Monstro estatal exige a exclusão de Deus e seus valores das escolas e da esfera pública, com a desculpa de que o Estado é laico. A exclusão é propositada, a fim de que o lugar de Deus seja ocupado pelo Monstro estatal. Assim, o Estado moderno é semelhante aos reinos antigos, onde o paganismo usurpava o lugar que pertencia a Deus. Hoje quem usurpa é o humanismo, o estatismo, o secularismo, o socialismo e ideologias afins.

Mesmo com um controle tão forte e com políticas e leis draconianas na área da educação, o governo Lula, depois de vários anos de investimento na “melhoria” da educação, reconhece que seu “objetivo fracassou” e que na educação brasileira o “quadro é negativo”. Aliás, reconhece também que, embora a educação institucional seja compulsória e a educação escolar em casa seja proibida, o analfabetismo está relativamente alto e que as crianças terminam a escola primária praticamente sem saber ler e sem entender o que lêem. Em outras palavras, o próprio governo está dizendo que sua educação é um desastre!

Apesar desse fracasso muito bem reconhecido, o governo Lula conseguiu abaixar a idade da obrigatoriedade escolar, modificando a lei para que os pais sejam forçados agora a mandar os filhos para a doutrinação estatal da escola institucional não mais aos 7 anos de idade, mas aos 6. Contudo, a meta estatal é muito mais ambiciosa:

Dados divulgados pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação mostram números preocupantes no Brasil. De acordo com a Campanha… mais de 50% das crianças entre 0 e 6 anos não estão na escola… [1]

Esses dados apontam para uma realidade assustadora: apesar do fracasso estatal da educação para crianças acima de 6 anos que são obrigadas por lei a freqüentar uma escola institucional, agora o Estado se preocupa com o fato de que, abaixo de 6 anos, só 50% das crianças freqüentam escolas. A solução? Tornar a freqüência escolar abaixo dos 6 anos compulsória também! O Estado está considerando medidas legais e políticas para estender seu controle sobre essas criancinhas.

O governo pode não estar feliz com seu desempenho na área da alfabetização, mas pelo menos contenta-se com o fato de que suas próprias leis mantêm as crianças mais sob seu próprio controle e supervisão do que sob o controle e supervisão dos pais. O que então o governo pode fazer quando as crianças estão longe da supervisão direta dos pais?

O próprio governo Lula confessou não está conseguindo alfabetizar os alunos de forma minimamente satisfatória, mas quer garantir que eles tenham acesso a camisinhas e cartilhas pornográficas dentro das escolas. O Estado brasileiro quer compensar seu fracasso educacional com camisinhas e pornografia. Assim, os alunos não se preocuparão com suas notas baixas, pois estarão embriagados de sexo livre e de uma auto-estima induzida por técnicas psicológicas de lavagem cerebral. Eles se tornarão burros e idiotas alegres.

Os pais que desejarem se investir em seus filhos por amor a Jesus, criando filhos que tenham o coração voltado para os pais, precisarão da unção de Elias, para desafiar as imorais imposições estatais que exigem controle das crianças na esfera da educação. Aliás, o Superior Tribunal de Justiça, percebendo o “perigo” da educação escolar em casa para as ambições estatais, chegou a afirmar que “os filhos não pertencem aos pais”, numa decisão judicial contra uma família que educava em casa. O Estado moderno, assim como os reinos pagãos do passado, exige o sacrifício de crianças em seus altares, e todo esforço dos pais cristãos para resgatar seus filhos desse sacrifício secularista e pagão exige a unção de Elias, exige o sacrifício dos pais na vida dos filhos, assumindo a educação deles e a supervisão e formação de seus valores.

A unção de Elias é para estes últimos dias. É para os pais — para capacitá-los a enfrentar o absolutismo estatal. É para os pais — para capacitá-los a se dedicarem à educação total de seus filhos. É para os pais — para lhes dar coragem de não entregar seus filhos no altar da educação do Monstro estatal. É para os pais — para capacitá-los a criar filhos proféticos, na unção de Elias e João Batista.

Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a assumirem completamente a criação e educação de seus filhos e os filhos a respeitarem e admirarem os pais. Essa meta já está se cumprindo de forma espantosa no movimento de educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos se voltam para os pais.

O movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades de criar homens e mulheres na unção profética de Elias e João Batista

Elias (e sua unção profética dos últimos dias) convencerá os pais a rejeitarem as imposições estatais injustas na área de criação e educação de filhos. Como sempre, ele desafiará governos e políticos. Será unção para abalar o que precisa há muito ser abalado. Diante da determinada oposição estatal à educação escolar em casa, não há como os pais se envolverem nesse movimento profético sem desafiar o Estado corrupto, pagão e imoral.

Entretanto, o preço vale a pena. Não existe bênção maior, para uma família, do que ter os filhos aos pés do Senhor Jesus, não debaixo das patas do Monstro estatal e seus valores imorais. Para que tal bênção seja realidade, o povo de Deus, a exemplo de Elias, terá de confrontar governos e autoridades.

A característica fundamental do estilo de vida profético de Elias, que entrará em ação nos últimos dias, é o isolamento profético. Elias se isolava completamente dos pecados da sociedade. Certamente, se houvesse escolas públicas (estatais) em Israel na época dele e se ele tivesse família, ele não enviaria os filhos à escola. Ele assumiria a educação deles, no Senhor. Esse isolamento necessário é parte da educação escolar em casa, onde as crianças cristãs recebem uma boa educação, sem a doutrinação estatal e sem as pressões e influências de colegas de classe que têm comportamentos moralmente problemáticos.

Em seu isolamento, Elias sempre buscava a Deus e se preparava para atender toda vez que Deus o chamava para ir ao meio da sociedade e confrontar seus líderes políticos e valores errados. Na educação escolar em casa, os pais dedicados têm a oportunidade de investir fortemente na formação espiritual, moral e educacional dos filhos, preparando-os para atender ao chamado de Deus na esfera social, combatendo valores nocivos. Assim como Elias, o movimento de educação escolar em casa oferece excelentes oportunidades para os pais criarem e educarem filhos que desafiarão o moderno sistema político secularista, pagão, abortista, homossexualista e imoral.

Enquanto a meta do Senhor na educação é que os pais formem seus filhos na unção de Elias nestes últimos dias, a meta do Monstro estatal é formar a nova geração na anormalidade ética, sexual e espiritual de Acabe e Herodes.

O Brasil e o mundo precisam da volta de Elias e de muitos outros homens como ele e João Batista.

Não sabemos como ou quando Elias virá, mas Elias ou as pessoas com a unção de Elias que virão farão um trabalho profético de restauração nos governos, abalando as estruturas de pecado e arrogância. Essas pessoas terão um preparo de vida semelhante ao próprio preparo de vida que tiveram Elias e João Batista.

É bem possível que Deus tenha escolhido o movimento de educação escolar em casa para dar aos pais a oportunidade de criar filhos na unção de Elias. Essas crianças, criadas e educadas de modo isolado da doutrinação estatal, serão fortalecidas em valores bíblicos que lhes darão condições de serem instrumentos de Deus para repreenderem futuramente líderes políticos, seus comportamentos imorais e suas políticas injustas.

A educação escolar em casa, onde pais se voltam para os filhos e filhos e voltam para os pais, é o terreno ideal para o “cultivo” de novos Elias. É só desse modo que será possível escapar da maldição que sobrevirá como castigo à nação por causa do distanciamento entre pais e filhos e entre filhos e pais e por causa das pervertidas políticas do Monstro estatal que provocam e facilitam esse distanciamento. (Cf. Malaquias 4:6)

As oportunidades de bênçãos são muitas no movimento de educação escolar em casa, mas os pais que quiserem a unção de Elias para seus filhos precisarão pagar um preço elevado em face das ameaças violentas dos Acabes, Herodes, Lulas e outros lacaios do Monstro estatal. Eles exigem total controle sobre a educação de nossos filhos, um controle que Deus não lhes deu autoridade nem permissão de exigir.

No passado, o Monstro estatal exigia o sacrifício de crianças. Essa exigência não mudou. O Monstro estatal continua sedento de crianças.

A quem então entregaremos nossos filhos? Em que altar os ofereceremos?

Seja através da educação escolar em casa ou outros movimentos do Espírito Santo, o Deus que agiu através de Elias vai mostrar ao mundo que não parou suas atividades no mundo da política. Ele vai mostrar que não parou de confrontar os políticos em sua imoralidade e injustiça.

O melhor de Deus ainda está para vir.

Elias voltará.

Versão em inglês deste artigo: The prophet Elijah’s return: what the Elijah anointing represents to families and the political world in these last days

Importante recomendação para leitura: A Marca da Besta: A Educação do Futuro, de Julio Severo.

Se desejar saber mais informações sobre como educar os filhos em casa, visite o blog Escola em Casa.

Fonte: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

segunda-feira, 22 de junho de 2009

O plano para o governo socialista mundial.

Cliff Kincaid

Enquanto a insignificante lamúria da ONU sobre o programa de armas nucleares da Coréia do Norte chegou às manchetes, a ONU está avançando com uma conferência mundial para criar a base para o governo mundial financiado por impostos do mundo inteiro. O líder comunista da Assembléia Geral da ONU está liderando a campanha, mas ele está recebendo apoio crucial dos economistas “progressistas” que assessoram o governo de Obama e o Partido Democrático.

A Conferência das Nações Unidas sobre a Crise Financeira e Econômica Mundial e Seu Impacto no Desenvolvimento, anteriormente planejada para 1-3, agora ocorrerá de 24-26 de junho.

O presidente da Assembléia Geral da ONU, Miguel D’Escoto, é o líder da ONU nessas questões de “governo mundial”. Falamos sobre seu papel nas Nações Unidas numa coluna de outubro passado. Agora, até mesmo o jornal The New York Times está prestando atenção ao que esse esquisito está tramando. D’Escoto, disse o Times, crê que a saída da crise financeira internacional “tem de ser fortalecida com todos os tipos de novas instituições, autoridades e assessoria mundial”, inclusive o Fundo de Estímulo Global, o Ministério de Bens Públicos Globais, o Ministério dos Impostos Globais, a Comissão de Segurança de Produtos Financeiros Globais, o Ministério de Controle Financeiro Global, o Ministério de Competição Global, o Conselho Global de Assessores Financeiros e Econômicos, o Conselho de Coordenação Econômica Global e o Conselho Monetário Mundial.

D’Escoto é o ex-ministro das relações exteriores do governo sandinista comunista da Nicarágua. Além disso, ele é padre católico da Ordem Maryknoll. Ele defende a teologia da libertação, de linha marxista, e ganhou o Prêmio da Paz Lênin da antiga União Soviética. D’Escoto também afirma ter um mestrado em ciências pela Faculdade de Jornalismo da Universidade de Colúmbia.

O Times entrevistou Paul Oquist, o chefe de assessoria de D’Escoto para essa conferência, que estava sentado numa cadeira logo abaixo dos retratos de Fidel Castro de Cuba, Hugo Chavez da Venezuela e Daniel Ortega da Nicarágua, entre outros.

O problema é que o Times, em sua história, “Na ONU, um Plano de Recuperação Sandinista”, não mencionou até o 13º parágrafo que a lista oficial da ONU de “especialistas” por trás do plano inclui um economista americano, Joseph E. Stiglitz, um professor ganhador de Prêmio Nobel da Universidade de Colúmbia, que apoiou e contribuiu para a campanha presidencial de Obama e que assessora os parlamentares do Partido Democrático em políticas econômicas.

Stiglitz, que defende a nacionalização dos bancos americanos, é também membro da Comissão Socialista Internacional de Questões Financeiras Globais e seu nome aparece numa lista separada de 15 “assessores especiais” de D’Escoto obtida da ONU pela Inner City Press. Outro nome na lista — Noam Chomsky — faz parte da diretoria de um grupo desmembrado do Partido Comunista, os Comitês de Acordo para a Democracia e Socialismo.

Trabalhando com um lacaio de Fidel Castro

Os assistentes de D’Escoto “apontam freqüentemente para o fato de que o presidente obteve muitas de suas idéias de um grupo de famosos especialistas liderados por um economista americano e ganhador de Nobel, Joseph E. Stiglitz”, observou o Times.

Stiglitz, ex-funcionário de Clinton e contribuinte financeiro do Partido Democrático e seus candidatos, escreveu o livro, Making Globalization Work (Fazendo a Globalização Funcionar), onde ele defende a introdução de uma variedade de planos de impostos globais que custariam bilhões de dólares aos americanos que pagam impostos. Em outubro passado, ele se encontrou a portas fechadas com parlamentares do Partido Democrático, inclusive a presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, para maquinarem o plano de “estímulo” econômico que envolve mais despesas e dívidas federais.

Incrivelmente, Stiglitz foi citado num comunicado da ONU à imprensa em outubro passado, dizendo que as Nações Unidas, que é famosa por sua corrupção, teve de intervir na crise financeira porque era “a única instituição que era inclusiva e tinha legitimidade política…”

Outro desses “especialistas” que o Times esqueceu-se de mencionar foi Robert Johnson, ex-diretor-executivo da Gerência de Fundos Soros e membro da diretoria do Instituto para o Futuro dos EUA, patrocinador da conferência “progressista” de 1-3 de junho em Washington, D.C, que honrará a Dep. Barbara Lee, que é pró-Fidel Castro, e o líder sindical socialista John Sweeney da AFL-CIO.

A Mão de Soros

Johnson também faz parte da diretoria da Aliança Democrática, um rico grupo esquerdista que inclui Soros e está empenhado em “promover a colaboração entre líderes e instituições progressistas…”

O envolvimento de Johnson com a Conferência das Nações Unidas sobre a Crise Financeira e Econômica Mundial demonstra como essa “colaboração” está ocorrendo a nível global e envolve representantes de governos socialistas e comunistas na ONU.

Outros “especialistas” na equipe de D’Escoto vieram da Rússia e China, com um de seus “representantes especiais”, Oswaldo Martinez, identificado apenas como sendo da Cuba comunista, sem nenhuma biografia inclusa. Outro “representante especial” de D’Escoto, o padre jesuíta socialista Francois Houtart, é autor do livro “Socialismo no Século 21”.

Para com essa finalidade, o “Relatório da Comissão de Especialistas do Presidente da Assembléia Geral da ONU sobre Reformas do Sistema Monetário e Financeiro Internacional” levanta a possibilidade de impostos globais para financiar uma das metas legislativas do Presidente Obama quando ele era senador — entregar 0,7 por cento da Renda Interna Bruta como “assistência de desenvolvimento oficial”, ou assistência externa. Essa foi a essência do Decreto de Pobreza Global de Obama, que nunca foi levado para o Senado inteiro votar por causa da crescente consciência pública de que comprometeria os EUA a gastar 845 bilhões de dólares além da assistência externa.

Agenda Global de Impostos

Sob o título de “Fontes Inovadoras de Financiamento” (página 109), o documento da ONU declara que “Por algum tempo, a dificuldade de atingir a meta oficial da ONU de assistência de 0,7 por cento da Renda Interna Bruta de países industriais como assistência de desenvolvimento oficial, bem como a necessidade de financiamento adequado para o fornecimento de bens públicos globais e regionais (construção da paz, luta contra as epidemias globais de saúde, o combate às mudanças climáticas e a sustentação do meio-ambiente global de forma mais geral) gerou propostas de como garantir fontes estáveis de financiamento para esses objetivos”.

Essas propostas, o documento diz, incluem iniciativas envolvendo “taxação para objetivos globais”. O documento acrescenta: “Duas sugestões merecem atenção especial: o imposto sobre o carbono e o imposto sobre transações financeiros”. O imposto global sobre o carbono, diz o documento, poderia gerar 130 bilhões por ano, enquanto estimativas de ganhos com um imposto sobre transações financeiras ficariam entre 15 e 35 bilhões. Outras opções de taxação global foram também examinadas.

No entanto, como D’Escoto e seus “especialistas” avançam com a conferência econômica global da ONU, alguns dos representantes de Obama na missão diplomática americana na ONU parecem ter ficado sensíveis aos freqüentes acessos de esquerdismo patético e retórica antiamericana dos comunistas. Tais comentários poderiam trazer atenção injustificada ao que D’Escoto e outros economistas “progressistas” americanos estão tentando implementar na esfera econômica internacional.

Por exemplo, o jornal The Washington Post noticiou as críticas americanas às declarações de D’Escoto dizendo que o Irã não tem um programa de armas nucleares, exagerando as mortes civis no Iraque e exigindo a liberação de agentes comunistas cubanos presos nos EUA. D’Escoto “freqüentemente abusa de sua posição para seguir sua agenda pessoal, e ao fazer isso ele diminui o ofício que ocupa e prejudica a Assembléia Geral da ONU”, declarou uma autoridade dos EUA.

A notícia do Times sobre a conferência econômica global disse que os críticos de D’Escoto, que são “muitos”, afirmam que algumas das propostas dele — como “impor um imposto internacional em todas as transações financeiras ou substituir o dólar como a moeda da reserva internacional” — “está muito além do papel da ONU”. Mas nenhum desses críticos foi identificado como sendo do governo de Obama ou da missão diplomática americana na ONU. Alguns dos críticos pareciam ser embaixadores de países estrangeiros que estavam revoltados de não terem conseguido participação mais direta na formulação do documento da conferência.

Contudo, além de ser franco demais sobre os planos detalhados para novas instituições globais e o governo mundial que estão sendo esquematizados, pareceria que as metas de D’Escoto e as do governo de Obama correspondem perfeitamente. Talvez seja porque eles tenham os mesmos “especialistas” econômicos e a mesma filosofia marxista.

As Polêmicas Conexões Marxistas de Pelosi

Tal como o presidente, a presidenta da Câmara dos Deputados, Nancy Pelosi, não precisa passar por uma investigação detalhada a fim de obter acessos autorizados. Essa brecha legal possibilita ao presidente e aos membros do Congresso automaticamente se qualificarem para acessos autorizados, ainda que tenham controvertidas experiências e amizades, pela virtude do fato de que foram eleitos ao ofício mais elevado em Washington, D.C.

No caso de Pelosi, que é na linhagem a segunda na sucessão para a presidência dos Estados Unidos depois do vice-presidente, há crescente preocupação sobre se dá para se confiar nela com segredos nacionais de segurança. Mas a preocupação não envolve somente suas acusações infundadas contra a CIA acerca do que autoridades lhe disseram sobre o tratamento de terroristas, mas o relacionamento pessoal próximo dela com a Dep. Barbara Lee, que é a favor de Fidel Castro, e da “progressista” família Hallinan, de San Francisco, no passado sob investigação por seus esforços de propaganda pró-soviética. A investigação foi feita pela Subcomissão de Investigação de Atividades Não-Americanas do Senado da Califórnia.

Pelosi usou uma entrevista coletiva de 22 de maio para oferecer outros membros da liderança democrática da Câmara como “escudos humanos” para desviar as questões da imprensa acerca da controvérsia envolvendo a CIA. Eles desconversaram sobre a agenda legislativa esquerdista.

No fim da coletiva à imprensa, quando Pelosi estava tentando deixar a plataforma e já tinha deixado claro que nada mais tinha a dizer sobre o assunto da CIA, um jornalista tentou perguntar sobre a intenção do Dep. Steve King de introduzir uma resolução pedindo que a Câmara dos Deputados suspenda os acessos autorizados de Pelosi até que a controvérsia seja resolvida. O jornalista perguntou: “Você está ciente de que Steve King está pedindo que seus acessos autorizados sejam revogados?” Mas Pelosi se afastou sem comentar.

Com a ajuda da grande mídia, Pelosi está obviamente esperando bloquear investigações adicionais. Num recente programa “Um encontro com a imprensa”, na TV NBC, o colunista esquerdista do jornal Washington Post Eugene Robinson, seguidor da linha do Partido Democrático, declarou que não tinha certeza se ela estava “em tal terrível perigo político” e se “as pessoas subestimam Nancy Pelosi às vezes como política”.

A política Pelosi claramente depende da imprensa para parar de fazer perguntas. Entretanto, já que Pelosi e outras autoridades eleitas não têm de passar por investigações detalhadas, é tarefa dos meios de comunicação realizar essa função. No caso de Pelosi, já passou muito da hora.

Democrata de San Francisco

Pelosi representa a cidade de San Francisco, talvez a cidade mais esquerdista dos EUA, desde 1987, e é amiga bem chegada da Dep. Barbara Lee, que representa as cidades vizinhas de Oakland e Berkeley, Califórnia, e é a defensora mais barulhenta da Cuba comunista no Congresso hoje. Lee, presidente do Comitê de Defesa dos Negros no Congresso, recentemente liderou uma delegação a Cuba para se encontrar com os irmãos Castro para debater a normalização das relações. Mas ela não deu atenção alguma aos dissidentes políticos ou aos presos políticos encarcerados na ilha comunista.

Lee, que chama Pelosi “uma mulher magnífica” e “uma das maiores representantes da Califórnia”, começou sua carreira na Assembléia Legislativa da Califórnia como membro secreto dos Comitês de Acordo para a Democracia e Socialismo, um grupo que se desmembrou do Partido Comunista. Como membro da equipe do Dep. Ron Dellums, Lee colaborou com autoridades comunistas na ilha de Granada, de acordo com documentos capturados após a libertação da ilha nação. Essas revelações não prejudicaram a posição de Lee diante de Pelosi e outros “progressistas”. Aliás, Lee também serviu como presidente do Grupo Progressista do Congresso.

Mas ainda mais interessante do que a conexão de Barbara Lee é a associação e a amizade de longa data de Pelosi com Vincent e Vivian Hallinan, uma das famílias esquerdistas mais radicais de San Francisco durante cinco décadas.

Pelosi os aclamou como “uma das grandes famílias irlandesas de San Francisco” numa declaração de 17 de março de 1999, depois do falecimento de Vivian Hallinan. “Vivian era uma pioneira, mentora e líder”, disse Pelosi. “Nossa comunidade foi abençoada com a presença dela e se lembrará por muito tempo das muitas importantes contribuições dela para melhorar a sociedade. Sentirei falta da minha amiga Vivian”.

Pelosi chamava Vivian Hallinan, que publicamente defendia pontos de vista “socialistas”, como “pioneira” numa “ampla variedade de causas progressistas”.

Mas essas causas incluíam apoio a comunistas na América Central durante a década de 1980, quando grupos financiados por soviéticos e cubanos estavam subvertendo a América Central por meio da violência e do terrorismo e lutando para controlar a região.

Aliás, Pelosi prestou tributo a Vivian Hallinan inserindo no Registro do Congresso um artigo dizendo que ela havia “se oposto à política dos EUA na América Central” durante o governo do Presidente Ronald Reagan, havia “ajudado Daniel Ortega, o líder sandinista [comunista] da Nicarágua”, e tinha se encontrado com o ditador cubano Fidel Castro.

“Ela era um exemplo para muitos de nós”, disse Pelosi. “Se Vincent era o leão, Vivian era a leoa”.

“Minha mãe e Nancy eram muito ligadas”, reconhece Conn Hallinan, um de seus filhos.

Exame minucioso oficial

Os nomes dos Hallinans, inclusive alguns de seus filhos, estão incluídos nos volumes anuais da Subcomissão de Investigação de Atividades Não Americanas do Senado Estadual da Califórnia. A subcomissão era um órgão investigativo bem respeitado que examinou não somente atividades comunistas na Califórnia, mas também grupos direitistas tais como a Sociedade John Birch e os Minutemen.

No caso dos Hallinans, havia muito para se examinar. Vincent Hallinan, advogado que morreu em 1992, foi membro fundador da filial em San Francisco da Associação Nacional de Advogados, oficialmente designada como fachada do Partido Comunista, e defendeu Harry Bridges, membro secreto do Partido Comunista e líder sindical.

Além disso, ele se descrevia como “ateu tempestuoso” que se especializava em ataques à Igreja Católica. Num caso, de acordo com o New York Times, ele “processou a Igreja Católica Romana por fraude, exigindo que ela provasse a existência do céu e do inferno”.

Vincent Hallinan também concorreu para presidente dos EUA na chapa do Partido Progressista, “que foi criado pelo sistema comunista, e estava completamente dominado pelo Partido Comunista do começo ao fim”, disse a subcomissão.

Um relatório da subcomissão de 1961 diz que Vincent Hallinan viajou para a União Soviética com sua esposa para confirmar a legitimidade do julgamento “teatral” comunista de Francis Gary Powers, o piloto americano do U-2 abatido sobre a União Soviética. A missão de Powers havia sido documentar o aumento de mísseis soviéticos. O documento acrescenta: “Os relatos elogiosos que [Vincent] Hallinan faz da União Soviética e seus comentários favoráveis com relação à justiça dispensada a Powers em seu julgamento foram vendidos em grande quantidade pelas livrarias comunistas de San Francisco e Los Angeles”.

Uma edição de 1953 do relatório declara que Vincent Hallinan participou de uma reunião da Comissão para Garantir Justiça no Caso Rosenberg, uma “organização comunista de fachada”. Os Rosenbergs foram comunistas executados por fazer espionagem atômica contra os Estados Unidos em favor da União Soviética.

Mulher rica, Vivian Hallinan havia contribuído financeiramente para uma das campanhas de Pelosi. Suas únicas outras contribuições políticas a nível federal, conforme estão registradas na Comissão Eleitoral Federal, foram para a Senadora Barbara Boxer e para os deputados Barbara Lee e Ron Dellums.

A “Campeã Progressista”

Apesar de seu registro pró-comunismo, Lee foi honrada como “campeã progressista” na “cerimônia de prêmios” de 2 de junho patrocinada pela Campanha pelo Futuro dos EUA, talvez o maior grupo “progressista” dos EUA. A cerimônia, realizada em conjunto com uma conferência, está sendo presidida pela AFL-CIO, cujo presidente, John Sweeney, membro dos Socialistas Democráticos dos EUA, está também sendo honrado; a União Internacional de Empregados de Serviço; a Associação Nacional de Educação; e o produtor de Hollywood Norman Lear, entre outros. Fenton Communications, a empresa de relações públicas que representou George Soros durante sua tentativa de comprar a Casa Branca em 2004, é um dos vários grupos e indivíduos no comitê anfitrião da Cerimônia de Prêmios.

Na conferência do grupo em 2006, Pelosi foi uma atração de destaque, dizendo aos “progressistas” reunidos que se os democratas assumissem o controle do Congresso e a tornassem presidente da Câmara, que os democratas “transformariam o Congresso mais corrupto e fechado da história no mais aberto e honesto da história”.

Mas Pelosi tentou desesperadamente evitar ser aberta e honesta acerca de suas acusações contra a CIA.

Hora de Mudar de Assunto

Um jornalista notou que depois que Pelosi acusou que ela havia sido enganada pela CIA, o líder republicano da Câmara, John Boehner, disse que ela precisava produzir provas ou pedir desculpas, e que o diretor da CIA Leon Panetta havia dito que a CIA não tinha o hábito de enganar o Congresso.

Pelosi respondeu: “Declarei que vou fazer isso. Não tenho nada mais a dizer. Fico firme no que comentei…”

Pressionada a dar mais explicações, ela reiterou: “Não tenho mais nada a dizer sobre isso”.

O The New York Times viu como impressionante o desempenho, declarando que Pelosi foi fiel ao “script” e não sucumbiu “à impaciente horda midiática”.

Isso foi um sinal para o resto da imprensa de que eles deveriam mudar de assunto.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Accuracy in Media

sábado, 20 de junho de 2009

Professor despedido por Bíblia na mesa processa distrito escolar em tribunal federal

Por Peter J. Smith) - MOUNT VERNON, Ohio, EUA — Um professor de escola pública do nível 8 diz que foi demitido por recusar remover sua Bíblia pessoal de sua mesa de sala de aula. Agora, ele está colocando o distrito escolar diante de um tribunal federal, processando-os por difamação e quebra de contrato.

John Freshwater, professor com 24 anos de experiência, entrou com processo na terça no Tribunal Regional de Ohio contra a diretoria da Escola Municipal Mount Vernon, e seus diretores, por descontinuarem seu contrato. Ele acusa o distrito de violar a política pública de Ohio, e perpetrarem perseguição religiosa, retaliação, conspiração e difamação contra ele.

Em junho do ano passado, a Escola Municipal Mount Vernon votou unanimemente para despedir Freshwater de sua posição de ensino com base no relatório de um investigador independente, que constatou que Freshwater havia “queimado” o que apuraram ser uma cruz (e não um “x” como Freshwater afirmou) no braço de um estudante durante um rotineiro experimento científico, ensinado religião na sala de aula, recusado remover artigos religiosos da sala de aula e orado numa reunião da Federação dos Atletas Cristãos, que é um grupo liderado por estudantes cristãos onde Freshwater é conselheiro.

Contudo, o evento que evidentemente precipitou a investigação da diretoria contra Freshwater foi sua recusa de remover sua Bíblia pessoal de sua mesa de sala de aula — a única alegação significativa que Freshwater admitiu.

De acordo com o pastor de Freshwater, o Rev. Don Matolyak da igreja Assembléia de Deus Trindade, o conflito de Freshwater com a escola começou depois que ele levantou o assunto do Design Inteligente na sala de aula depois de ensinar a teoria da evolução.

“Desde então, há pessoas querendo brigar com John”, Matolyak disse para LifeSiteNews.com numa entrevista no começo deste ano. Embora a Bíblia tenha sido a causa imediata da demissão de Freshwater, o relatório investigativo feito em Freshwater indica que qualquer expressão da religião de Freshwater na escola pública, inclusive trazer outros pontos de vista para facilitar debate em sua aula da evolução biológica, foram a principal preocupação da diretoria da escola.

O “relatório Freshwater” do investigador revelou que Freshwater costumava incentiva análise crítica e debate sobre a evolução darwiniana, e distribuir materiais suplementares sobre Design Inteligente e evolução. Freshwater também contestou um artigo da revista Time que afirmava que os cientistas haviam descoberto um “gene gay” e em vez disso frisou para seus estudantes que a conduta homossexual é um assunto de escolha pessoal e pecado na Bíblia.

Em respostas a um questionário dado para estudantes que estavam iniciando o nível 9, um número declarava que a evolução era um de seus tópicos favoritos em ciência devido à abordagem imparcial ensinada por Freshwater no nível 8. Um estudante escreveu que a evolução era o assunto favorito que era coberto “porque aprendemos sobre isso e como pode e não pode ser verdade e obtivemos os dois lados da história”. Outro disse: “Gosto da aula de evolução porque sempre tivemos debates nesse assunto”.

No entanto, pelo fato de que os estudantes que estavam começando o nível 9 estavam desafiando as posições dos professores acerca da evolução, os professores se queixaram de que tinham de “re-ensinar” a evolução aos estudantes como um fato incontestável. O relatório citou uma professora que se queixou de que Freshwater estava “dando aula deturpada de ciência (isto é, que há alguma espécie de ‘diferença entre fatos e hipótese’)”, de modo que ela tinha de começar todo ano “re-ensinando os estudantes como a ciência REALMENTE funciona”.

De acordo com a Associação Internacional de Educadores Cristãos (AIEC), os funcionários da Escola Municipal Mount Vernon receberam ordens da diretoria neste ano escolar de “remover todos os materiais e manifestações religiosas de suas salas”.

“Estou contente de ver um professor de escola pública como John Freshwater disposto a sair da acomodação e lutar pela liberdade religiosa que nossos antepassados garantiram para nós por meio da Constituição dos EUA”, disse sobre o caso Finn Laursen, diretor executivo de AIEC.

“É da máxima importância que todos os educadores, estudantes e pais cristãos dêem passos à frente para insistir em seus direitos, ou esses direitos vão aos poucos ser derrubados”.

Traduzido por Julio Severo.

Fonte: Life Site News / Julio Severo

quarta-feira, 17 de junho de 2009

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

Julio Severo
Extremistas esquerdistas e ativistas homossexuais estão dispostos a qualquer coisa para aprovar o PLC 122. Na própria Câmara dos Deputados, o projeto foi aprovado na surdina no final de 2006.
Agora, a meta é pintar o projeto de inofensivo. Foi com tal finalidade que Adilson José Paulo Barbosa, assessor da bancada federal do Partido dos Trabalhadores na Câmara dos Deputados, preparou o documento “Homofobia e Discriminação no Senado Federal — pela Aprovação do Projeto de Lei da Câmara – PLC n° 122, de 2006”.
Uma breve leitura do documento revela exóticas incoerências e fantasias. Vejamos a seguir trechos do documento seguidos de meus comentários:
Adilson José Paulo Barbosa: Infelizmente, numa combinação de intolerância e dogmatismo, fortalece-se no Brasil um movimento de combate, inclusive físico, a livre orientação sexual e a liberdade religiosa. Em nome da fé e de “pseudos” ou exclusivos valores cristãos, violam-se princípios estruturantes da nação e do Estado brasileiro. (Página 1.)
Julio Severo: Sim, o movimento de combate à agenda homossexual está crescendo, mas não “inclusive físico”, pois os cristãos — tanto católicos quanto evangélicos — não estão usando força física contra os homossexuais. Bem diferente do PT, que em suas greves apelava justamente para a força física. Vinte anos atrás, eu estava num ônibus em São Paulo que teve a infelicidade de passar perto de um local de grevistas e agitadores do PT, que estavam bloqueando os veículos. O ônibus levou uma pedrada, que estilhaçou o vidro da frente, ferindo horrivelmente a senhora que estava logo à minha frente e me deixando com alguns estilhaços na cabeça, embora sem me causar ferimentos, pela graça de Deus. Esse é o estilo PT-MST. Eu nunca vi católicos e evangélicos com esse comportamento petista-arruaceiro diante de uma parada homossexual. É muito mais fácil um petista militante recorrer à violência do que um cristão praticante. Por isso, se os opositores do homossexualismo fossem do PT e MST, aí sim os homossexuais teriam motivos de sobra para se preocuparem com segurança física. Sobre a acusação “Em nome da fé e de ‘pseudos’ ou exclusivos valores cristãos, violam-se princípios estruturantes da nação e do Estado brasileiro”, é preciso lembrar o óbvio: tanto a nação quanto o Estado brasileiro não estão estruturados em cima da sodomia. Aliás, os criadores do Estado brasileiro ficariam certamente horrorizados se viessem a saber que sua criação seria no futuro levianamente usada em prol da sodomia.
*******************
Adilson José Paulo Barbosa: Apesar dessa diretiva político/jurídica, barreira intransponível e insuperável ao arbítrio, à intolerância e ao fanatismo, esquecendo-se de novo da noite de São Bartolomeu, certos representantes do povo reforçam o preconceito e atiçam a discriminação contra cidadãos e cidadãs, que professam outra fé ou têm práticas (ou orientação) sexuais diferentes. (Página 2.)
Julio Severo: Adilson tacha a oposição à radical agenda homossexual de preconceito, intolerância e fanatismo, usando inclusive a memória da noite de São Bartolomeu, onde aproximadamente 100.000 homens, mulheres e crianças evangélicos franceses foram massacrados por opositores movidos por preconceito religioso e interesses políticos. Para validar seus argumentos, Adilson precisa encontrar um único exemplo onde evangélicos ou católicos tenham massacrado 100.000 homossexuais no Brasil. Vou esperar deitado! Enquanto Adilson lida, na questão homossexual, com fantasias, os evangélicos têm a real experiência do preconceito injusto e assassino. Por isso, acusar os evangélicos de preconceituosos é uma insanidade sem tamanho, pois a terrível noite de São Bartolomeu prova como os evangélicos são vítimas de implacável preconceito. Além disso, é preciso observar que o movimento de militância homossexual começou a atuar debaixo da sombra da liberdade de países protestantes, usando a liberdade que ganharam para atacar exatamente aqueles que lhes deram. Enquanto estou aqui deitado esperando a resposta do Adilson, vou lhe dar uma chance maior. Talvez seja difícil encontrar 100.000 homossexuais assassinados no Brasil num curto período de tempo. Então — digo a ele — tente procurar, em toda a história mundial, um único exemplo, em qualquer país, onde 100.000 homossexuais foram assassinados num curto período de tempo. Vou continuar esperando deitado.
*******************
Adilson José Paulo Barbosa: No momento, num episódio assustador e preocupante, pelo grau de fundamentalismo e preconceito demonstrado, assistimos a resistência do Senado da República, em aprovar uma legislação que visa combater a violência praticada contra brasileiros e brasileiras que têm ou terão (uma) outra (ou outras) orientação sexual. (Página 2.)
Julio Severo: Episódio assustador e preocupante? Estão sendo assassinados centenas de milhares de homossexuais e o governo nada faz? Todos os cidadãos brasileiros, independente de suas opiniões e comportamentos, são igualmente protegidos pela mesma lei brasileira. Se há alguma desigualdade e injustiça, então é mais do que óbvio que deveria haver centenas de milhares de assassinatos de homossexuais. Contudo, o que a realidade mostra? Nos últimos 25 anos, aproximadamente 800 mil brasileiros foram assassinados. Desses, quantos homossexuais foram vítimas? Dez por cento? Se fossem dez por cento, seriam 80 mil homossexuais assassinados. Contudo, o próprio Grupo Gay da Bahia afirma que nos últimos 25 anos apenas 2.511 homossexuais foram assassinados. Por que então o PT e os grupos gays fazem tanto barulho enquanto TODA a população brasileira encontra-se muito mais insegura do que o segmento homossexual? Para mais informações sobre essas estatísticas, veja: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/propaganda-e-mentira-na-defesa-das-leis.html
*******************
Adilson José Paulo Barbosa: Além de sofrerem com diversas formas de preconceitos e discriminações na sociedade e, em especial, nos meios de comunicação, pessoas com orientação sexual diferentes têm sido agredidas e mortas em todo país. Ocorre o mesmo com milhares de mulheres ou mesmo homens, apenas por sua condição de gênero ou identidade sexual. (Página 5.)
Julio Severo: Novamente, o Adilson traz o discurso repetitivo de homossexuais assassinados, porém eu não vou ser repetitivo na resposta. A repetição, no caso de uma informação falsa, tem como único objetivo legitimar a falsidade. Aliás, o nazismo dizia que uma mentira repetida muitas vezes acaba se tornando verdade. No caso de “preconceitos e discriminações em especial nos meios de comunicação”, talvez devêssemos concordar com o Adilson, pois diariamente vemos novelas e outros programas de TV condenando o comportamento homossexual, sempre excluindo de seus quadros personagens ou artistas homossexuais, nunca nem mesmo fazendo qualquer menção positiva ao homossexualismo. As revistas e o jornalismo censuram sistematicamente o assunto de casamento homossexual, enquanto os noticiários dão destaque especial e favorável aos interesses cristãos. Por puro preconceito, nenhuma TV mostra absolutamente nada acerca das paradas gays, enquanto a Marcha para Jesus é exibida em horário nobre por todos os canais de TV! Quanta intolerância, não? Parece que, conforme vê Adilson, as novelas pintam os homossexuais como monstros. De forma contrária, para pura indignação de Adilson, as novelas sempre pintam os evangélicos e católicos como pessoas boas. Ao que tudo indica, enquanto estou deitado esperando a resposta do Adilson, estou sonhando alto. Ou será que é o Adilson que está sonhando?
*******************
Adilson José Paulo Barbosa: Em sociedades democráticas, não é papel do Estado e de seus representantes fomentar doutrinas ou credos religiosos. (Página 10.)
Julio Severo: Assim, na visão de Adilson, o Estado não pode promover os Dez Mandamentos, ou mesmo o mandamento: “Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; abominação é” (Levítico 18:22 ACF). Mas o Estado pode e tem promovido a sodomia, onde existem programas federais, inclusive o Brasil Sem Homofobia, que determinam a apresentação favorável do homossexualismo, inclusive nas escolas. Para Adilson, Dez Mandamentos “não”, sodomia “sim”.
O nazismo também agia assim, banindo os valores cristãos das leis e promovendo o paganismo, o ateísmo, o evolucionismo e o humanismo.
A promoção sistemática do homossexualismo traz o sério risco de dar poder aos homossexuais problemáticos. Tal foi o caso de Hitler. O nazismo matou entre 5 e 15 mil homossexuais. Esse foi o maior “holocausto” de homossexuais que se conhece, que nem chega perto da noite de São Bartolomeu. E sabe-se hoje que Hitler e a cúpula nazista eram homossexuais. Daí, os próprios homossexuais representam, em termos de violência, torturas e assassinatos, o maior perigo para si.
Mesmo assim, os esquerdistas e os grupos homossexuais reivindicam direitos, privilégios e leis especiais como se os homossexuais tivessem sido vítimas de uma noite de São Bartolomeu.
A essa altura, se eu continuar esperando Adilson encontrar 100 mil homossexuais assassinados em curto período de tempo, presumo que terei de ficar deitado um longo, longo tempo!
*******************
Adilson José Paulo Barbosa: A liberdade de expressão, inclusive religiosa, não estará impedida. A pregação contra o “vício” e a “luxúria”, nunca foi e nem será crime, desde que se respeite a dignidade e alteridade daqueles que professam outra fé, ou mesmo, fé alguma. (Página 8.)
Julio Severo: Além da afirmação incessante de “assassinatos de homossexuais”, outra declaração repetidíssima é a de que o PL 122 não tirará a liberdade de expressão dos cristãos. Agora, voltemos à realidade. Na página 2, Adilson diz: “O Projeto de Lei da Câmara (PLC) n° 122, de 2006, elaborado pela a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT)”. Pelo argumento de Adilson, com a criação do PLC 122 a meta da ABGLT não é perseguir nenhum cristão. Entretanto, mesmo antes da aprovação desse projeto de lei a própria ABGLT já entrou com ações legais contra Silas Malafaia, VINACC, Julio Severo e outros. Já que a ABGLT jamais atacaria nem violaria a liberdade de expressão dos cristãos, é de se presumir que a ABGLT teve razões sérias para essas ações. É preciso agora saber: Quantos homossexuais Silas Malafaia, VINACC e Julio Severo torturaram, agrediram e mataram?
Para entender mais sobre a ABGLT, leia o artigo deste link: http://juliosevero.blogspot.com/2008/10/grupo-gay-perseguidor-de-cristos-recebe.html
*******************
O petista Adilson José Paulo Barbosa assessorou o relator petista do PLC 122 quando estava na Câmara dos Deputados. O projeto, que é de autoria de uma deputada do PT, hoje se encontra no Senado sob a responsabilidade da relatora Fátima Cleide, também do PT. Embora Adilson não veja nada de polêmico no projeto, Cleide garante que, se for aprovado, Lula, que também é do PT, vetará os pontos polêmicos.
É tudo em família! É a aliança PT-ABGLT lutando pela aprovação do PLC 122. Se tiverem chance, farão o projeto passar do mesmo jeito que foi aprovado na Câmara: na surdina. É a ficção e a fantasia prevalecendo sobre a verdade, onde os homossexuais são pintados como as pessoas mais desprotegidas do Brasil, como se todos na sociedade brasileira usufruíssem de segurança, menos os homossexuais. Contudo, por mais que os grupos gays preguem ao contrário, não está havendo no Brasil nenhum holocausto de homossexuais.
Com tanta ficção e fantasia envolvendo o PLC 122 e sua defesa, eu prefiro acreditar na estorinha de Chapeuzinho Vermelho, que não traz ameaça para ninguém. Já as estórias e insinuações do PLC 122 não têm nada de inocente e representam muito perigo.
Em vez de ocuparem o próprio tempo e nosso dinheiro com ficções perigosas, os congressistas bem que poderiam escolher Chapeuzinho Vermelho para passar o tempo. Mas mesmo nesse caso, ainda poderia haver absurdos, pois eles poderiam acabar criando uma lei anti-discriminação para proteger os lobos maus do preconceito e intolerância da menina e sua avó!
Fonte: www.juliosevero.com
Para ler mais sobre o PL 122, clique aqui.