terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

TEMPERANÇA,DOMÍNIO PRÓPRIO, AUTOCONTROLE!!

(Gálatas 5:22-23)- Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra estas coisas não há lei.
Nesta postagem estarei encerrando a série diferentes propriedades do Espírito falando da temperança(ou domínio próprio) esperando aprender mais do que ensinar. A foto da uma demostração do que é equilíbrio.
TEMPERANÇA
Qualidade ou virtude de quem modera apetites e paixões.
Serve de freio no momento da tentação quando nosso velho homem quer ceder a tentação, as paixões a coisas ilícitas.(Tiago 1:12-16)- Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta.Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte. Não erreis, meus amados irmãos.
O fruto do Espírito nos dá o domínio para refrearmos a nossa inclinação carnal. A vontade de Deus pode as vezes significar que precisamos nos privar de algo, e o domínio próprio aceita a privação.A vontade de Deus é mais importante.
(Mateus 10:37-39)- Quem ama o pai ou a mãe mais do que a mim não é digno de mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a mim não é digno de mim. E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim. Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de mim, achá-la-á.
(Lucas 9:23) - E dizia a todos: Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.
Quando o Espírito flui no crente o domínio próprio, a carne, o mau humor ou as concupiscências não determinam o que ele faz ou deixa de fazer, mas ele tem vitória sobre todas estas coisas.
Que Deus continue nos ajudando!!

fonte:B.Hábil; lições bíblicas 1º trim.2004
por: presb. Jorge Gonçalves



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